O capadócio do Jacaré, que é o apelido de Raimundo Santana, sem mais nem menos, desapareceu em companhia das caixas de papelão, que tinha solicitado para ele, com certa urgência!
A gente encontra sempre facilidade com relação as dificuldades sofridas pela outra pessoa! De fato, ele deve sofrer um tipo de sadismo, o qual procura piorar a situação, conduzindo-o ao estado de desespero. Assim sendo, é melhor chamá-lo de "Jacaré", uma vez que não tem palavra nem tampouco identidade que o reconheça com este nome espúrio de "Raimundo Santana".
A irresponsabilidade e a falta de reconhecimento fazem parte integrante deste orbe hodierno desfigurado, onde as pessoas se aniquilam sem motivo, apenas pela simples aparência sob a forma de asco, embora sejam cabalmente enigmáticas. Ninguém se atreve a combater esse tipo de doença mental gravíssima!...
A postremeira vez que ele veio falar comigo, estava com ambos os bolsos da calça, tanto o esquerdo quanto o direito, ambos ostentavam um certo número de telefones celulares!
Sem muita procrastinação, perquiri-lhe qual a dificuldade sofrida, neste comenos, para que eu pudesse manter o contato com ele pelo celular, já que havia me fornecido vários números inválidos! No seu mais altissonante grau de vesânia, sempre tentava persuadir exarando: este, que o senhor está lobrigando, atende mesmo, e começava falando ele mesmo, com a boca colada ao telefone,dando- nos a impressão de que estava dissimulando sob todas as formas falcatruosas existentes e aberrantes!...
Houve um final de tarde que encheu o bolso de tantos celulares, que me deu a impressão de uma hérnia estrangulada! Foi desta feita, sem outros recursos, que exigí da pessoa dele o seguinte: retira, por favor, um a um dos diversos aparelhos eletrônicos, os quais vens acumulando em todos os bolsos da calça...
O número que ele me forneceu era o mesmo, conquanto o aparelho aparatava aspecto diferente. Outrossim, é de bom alvitre reiterar a frase que fora exarada no parágrafo anterior: "A gente encontra sempre facilidade com relação as dificuldades sofridas pela outra pessoa!"
Inopinadamente, meteu a mão no bolso esquerdo, primeiramente, e foi retirando de um a um, todos os telefones celulares. Pedi que ele me desse um deles, para que eu mesmo fizesse o teste. Alguns, nos píncaros ou auges de sua imane vesânia, não aparatavam mais o conteúdo, apenas o continente. Ele, em situação de cabal desvairamento, queria somente ressumbrar a descomunal quantidade de celulares! Sempre fora um espertalhão de primeiríssima grandeza; tanto assim, que dissimulava de tal maneira dizendo que a sua comunicação poderia ser feita na hora, independente do celular acionado. Realmente, ele não sabia que era um baita de um psicopata!... Ostentava a síndrome do delírio alucinatório, um dos mais recrudescentes, dentre todos eles, há muito conhecidos desde o pretérito. Esse tal Gereba era de engabelar a sua própria mãe, -- senhora dos noventa e cinco anos!
Num arroubo de raiva incontida, dilacerou as carcaças dos aparelhos na sua testa, cominuindo de um a um, até que houvesse o sangramento da epiderme que reveste o frontal. Estava sendo ludibriado, através da infuncionabilidade geral! A agressividade foi tamanha, que lhe deixou a testa cheia de hematomas!...
Jacaré desideraria afirmar ao Elilton, abrangendo todas as maneira plausíveis, que não tinha culpa do que estava ocorrendo. Pois é, toda conivência tem o seu grau de implicação ou envolvimento. Deveras -- não somente o propalado Elilton --,mas também o Egberto, ambos haviam telefonado para ele, amiúde, e nunca foram atendidos. Deram-lhe uma centena de comunicados. Uns foram orais; outros, por escriito; alguns através, e, também, lembretes, por meio de vídeos! Entretanto, jamais foram atendidos quanto aos seus inúmeros reclames! Todas as vezes que, fortuitamente, se encontravam com o tal Raimundo Santana -- vulgo Jacaré, comunicavam-lhe os reiterados telefonemas, sem que houvesse acordo de ambas as partes. O sacana do tal Jacaré, desavergonhadamente, não deixava de fornecer um falso novo número. Pelo contrário, deveria mudar de aparelho, alteração de um único algarismo que seja!
As dificuldades proliferavam-se cada vez mais, sem que se saiba ao certo tal fenomenologia heteróclita!. Ele, o dono dos cem celulares, fez somente uma descomunal farsa. Embusteiro como sempre o fora: ontem, hoje e amanhã. Jamais, em tempo algum, quis ceder a mão a palmatória de pau duro!... Preferia ficar, indubitavelmente, esquecendo as razões implausíveis sob todos os aspectos!...
O que, então, poderíamos fazer?!... Não sabíamos o endereço dele. Hoje, o eletrônico é o mais fácil. No caso desse moço, tornou-se o mais difícil, já que ele, em verdade, não o possuia. O que ele ostentava era uma síndrome exacerbante de delírios e alucinações. Ninguém conseguia detectá-lo em ponto algum da urbe tampouco do orbe.
Realmente, segundo o Zacarias. que fora o seu antigo vizinho, ele aparatava um imane saco contendo apenas os continentes, isto é, os invólucros ou carcaças desses aparelhos celulares mais recentes.
As fragmentações proliferavam-se, mas -- a cada dia recrudesciam os números desses pseudo ciborgues simples, pequenas máquinas -- apenas comercializadas nos cantos das ruas -- através de vendedores ambulantes! O estróina do Jacaré, que era o Raimundo Santana, não queria o conteúdo, apenas os numerosos continentes desses aparatos, constituindo uma cabal vacuidade!... Gostava mesmo, no limite de sua imane vesânia, de armazená-los em vários sacos de papelão!... Apreciava ouvir-lhe os estrépitos causados pelas pelos encontrões e estropelias reinantes!...
O Jacaré, há muito, vinha engabelando os seus clientes. E, no protótipo contato, fornecia logo alguns números, os quais dizia serem pertencentes aos seus múltiplos telefones fantasmagóricos.
Realmente, a pessoa podia telefonar várias vezes, e nunca seria atendida! Uns diziam, simplesmente, deixe o recado na caixa postal. Outrossim, tudo isso era engodo em todas as situações reminiscentes!... Os atos de ludibriações, em todos os cantos da cidade, deixavam-no em evidência cabal.
Esse Raimundo Santana -- vulgo Jacaré -- carregava sacolas e mais sacolas de celulares afuncionais , que, precisamente, poderiam ser reciclados em locais apropriados. Deveras, o Jacaré -- não passava de um crônico maníaco, pois tinha o hábito de cavilar os outros -- como se ele fosse o máximo da mais requintada engambelação.
Houve um final de tarde que encheu o bolso de tantos celulares, que me deu a impressão de uma hérnia estrangulada! Foi desta feita, sem outros recursos, que exigí da pessoa dele o seguinte: retira, por favor, um a um dos diversos aparelhos eletrônicos, os quais vens acumulando em todos os bolsos da calça...
O número que ele me forneceu era o mesmo, conquanto o aparelho aparatava aspecto diferente. Outrossim, é de bom alvitre reiterar a frase que fora exarada no parágrafo anterior: "A gente encontra sempre facilidade com relação as dificuldades sofridas pela outra pessoa!"
Inopinadamente, meteu a mão no bolso esquerdo, primeiramente, e foi retirando de um a um, todos os telefones celulares. Pedi que ele me desse um deles, para que eu mesmo fizesse o teste. Alguns, nos píncaros ou auges de sua imane vesânia, não aparatavam mais o conteúdo, apenas o continente. Ele, em situação de cabal desvairamento, queria somente ressumbrar a descomunal quantidade de celulares! Sempre fora um espertalhão de primeiríssima grandeza; tanto assim, que dissimulava de tal maneira dizendo que a sua comunicação poderia ser feita na hora, independente do celular acionado. Realmente, ele não sabia que era um baita de um psicopata!... Ostentava a síndrome do delírio alucinatório, um dos mais recrudescentes, dentre todos eles, há muito conhecidos desde o pretérito. Esse tal Gereba era de engabelar a sua própria mãe, -- senhora dos noventa e cinco anos!
Num arroubo de raiva incontida, dilacerou as carcaças dos aparelhos na sua testa, cominuindo de um a um, até que houvesse o sangramento da epiderme que reveste o frontal. Estava sendo ludibriado, através da infuncionabilidade geral! A agressividade foi tamanha, que lhe deixou a testa cheia de hematomas!...
Jacaré desideraria afirmar ao Elilton, abrangendo todas as maneira plausíveis, que não tinha culpa do que estava ocorrendo. Pois é, toda conivência tem o seu grau de implicação ou envolvimento. Deveras -- não somente o propalado Elilton --,mas também o Egberto, ambos haviam telefonado para ele, amiúde, e nunca foram atendidos. Deram-lhe uma centena de comunicados. Uns foram orais; outros, por escriito; alguns através, e, também, lembretes, por meio de vídeos! Entretanto, jamais foram atendidos quanto aos seus inúmeros reclames! Todas as vezes que, fortuitamente, se encontravam com o tal Raimundo Santana -- vulgo Jacaré, comunicavam-lhe os reiterados telefonemas, sem que houvesse acordo de ambas as partes. O sacana do tal Jacaré, desavergonhadamente, não deixava de fornecer um falso novo número. Pelo contrário, deveria mudar de aparelho, alteração de um único algarismo que seja!
As dificuldades proliferavam-se cada vez mais, sem que se saiba ao certo tal fenomenologia heteróclita!. Ele, o dono dos cem celulares, fez somente uma descomunal farsa. Embusteiro como sempre o fora: ontem, hoje e amanhã. Jamais, em tempo algum, quis ceder a mão a palmatória de pau duro!... Preferia ficar, indubitavelmente, esquecendo as razões implausíveis sob todos os aspectos!...
O que, então, poderíamos fazer?!... Não sabíamos o endereço dele. Hoje, o eletrônico é o mais fácil. No caso desse moço, tornou-se o mais difícil, já que ele, em verdade, não o possuia. O que ele ostentava era uma síndrome exacerbante de delírios e alucinações. Ninguém conseguia detectá-lo em ponto algum da urbe tampouco do orbe.
Realmente, segundo o Zacarias. que fora o seu antigo vizinho, ele aparatava um imane saco contendo apenas os continentes, isto é, os invólucros ou carcaças desses aparelhos celulares mais recentes.
As fragmentações proliferavam-se, mas -- a cada dia recrudesciam os números desses pseudo ciborgues simples, pequenas máquinas -- apenas comercializadas nos cantos das ruas -- através de vendedores ambulantes! O estróina do Jacaré, que era o Raimundo Santana, não queria o conteúdo, apenas os numerosos continentes desses aparatos, constituindo uma cabal vacuidade!... Gostava mesmo, no limite de sua imane vesânia, de armazená-los em vários sacos de papelão!... Apreciava ouvir-lhe os estrépitos causados pelas pelos encontrões e estropelias reinantes!...
O Jacaré, há muito, vinha engabelando os seus clientes. E, no protótipo contato, fornecia logo alguns números, os quais dizia serem pertencentes aos seus múltiplos telefones fantasmagóricos.
Realmente, a pessoa podia telefonar várias vezes, e nunca seria atendida! Uns diziam, simplesmente, deixe o recado na caixa postal. Outrossim, tudo isso era engodo em todas as situações reminiscentes!... Os atos de ludibriações, em todos os cantos da cidade, deixavam-no em evidência cabal.
Esse Raimundo Santana -- vulgo Jacaré -- carregava sacolas e mais sacolas de celulares afuncionais , que, precisamente, poderiam ser reciclados em locais apropriados. Deveras, o Jacaré -- não passava de um crônico maníaco, pois tinha o hábito de cavilar os outros -- como se ele fosse o máximo da mais requintada engambelação.