Os mestres de antanho possuíam um vasto
cabedal de erudição; pois, eram, de fato, lídimos polímatas. Não propugnavam os
gládios do flagício, uma vez que estavam sempre aprestados para redarguir os
mais variegados conhecimentos, todos com percuciência de radicalização
concernente aos dispares fazeres e refazeres de acoplação, estando atrelados
aos singrativos reiteramentos de uma retórica cabalística e redundante, -- em seus
desígnios divinos e alumbráticos!
Não designavam nenhum tipo de especialização.
De quase tudo, – sem tartamudear –, sabiam um pouco. Entretanto, com as evoluções
involutivas, essas efígies sofreriam a mácula deletéria da obliteração.
Logo, sem hesitação de maior monta, esses
ícones foram se dissipando no decurso inexatorial de diferentes rebatimentos
existentes nos coalescentes planos de épura, em que suas interpolações
subsequentes, de modo generalizante, se fazem pontificar em seus divergentes
espaços – de natureza temporal!
Não aspirariam jamais, caso fosse possível,
o próprio lugar que lhes era cabido, tendo por cerne basilar e imprescindível a
sala de aula, hodiernamente repleta de alunos heterogêneos, sobremaneira no que
tange aos mais diversificados planos: espirituais, psicossomáticos, sociais
etc.
No prístino, esses mestres recebiam
cognomes especiais: mestres-escola, sendo responsáveis pela ministração de
vários conhecimentos para os discentes que cursavam desde o primeiro ano até o
quinto ano do antigo “Curso Primário”, e que se orgulhavam em ministrar a assimilação
estratificada do cognitivo, independendo das circunstâncias antagônicas que
acometiam esses preceptores, fazendo com que assumissem outras intervenientes
etapas: das dores até os remédios específicos; e todos esses meios serviriam, basilarmente,
de experimento para a aferição de novas aprendizagens, passando pelos
treinamentos sinérgicos de muitos estágios!...
Grupos escolares, por sinal, se envolveram
no vocacional lento do processo de extinção dos tradicionais mestres-escola, os
quais adentravam na descomunal obliteração do tempo. Desta forma, se opuseram a
todos os outros meios indicatórios, capazes de rebuscar a poligrafia, quando
aplicada de modo escorreito em suas diferentes aplicabilidades preservando-as
como se fossem blandícias; dando-nos a falaciosa impressão do protótipo “maná”
– sempre presente em regiões áridas e desérticas, abrangendo as variâncias de
todos os aspectos físicos e químicos plausíveis na exposição de tantas outras
argamassas, contendo seus diferentes componentes.
O vocábulo mestre obliterou-se com o
decurso do tempo, notadamente em relação aos sujeitos: imagem e contra-imagem,
os quais exerciam ainda, reciprocamente, durante um período indeterminado, suas
lidimas funções preceptoras.
Essas efigies, nesta vacuidade hodiérnica,
resolveram ad-rogar arquétipos de apostasia, com o intento de implantá-los no
ambiente escolar; e, sem dilucidatórios plausíveis e convincentes, procurando
características flagiciais e medrantes – de modo generalizante – existentes nas
secretarias e nos ministérios das edudeseducações digressivas com relação aos
incondicionamentos formativos da população escolar, que é cada vez mais
carente, em se tratando de técnicas e métodos inequacionais quanto as suas
reais necessidades basilares!...
Senhores, vós saibais, convictamente, que o
“Mestre dos Mestres”, é Jesus Cristo, filho de Deus-Pai, que é o “Senhor Absoluto
do Universo”. Sim, não tenhais hesitação; pois, ele é onisciente, onipresente e
onipotente.
De fato, é lidimo corroborar quanto ao ato
de exarar a sua sublimidade, qualificando-o como o “Salvador da Humanidade”.
Por parte deste magnificente Mestre, indubitavelmente, não podemos perplexar as
reiterativas providências redentoras – verificadas em quaisquer circunstâncias.
Tanto assim, nas escrituras dos Filipenses reitera-se a expressiva frase: “Tudo
posso, naquele que me fortalece!”. De fato, Jesus Cristo é o mais poderoso
representante da humanidade, sendo o fundador de todas as escolas reinantes e
dos demais aprestadores atinentes aos insólitos alumbramentos do saber
racionalizante e equânime, em toda sua plenitude infinita!...
Hodiernamente, as escolas não apontam a
imprescindível presença do mestre. Nesse caso, de etiologia bastante controvertida
e esquipática, os psicopedagogos não ad-rogam o mesmo parecer, pois chegam a
confutar as constantes interferências dessas efígies medulares na aprendizagem
dos discentes das diferentes áreas da graduação!...
Não necessariamente, designariam as
vacuidades estabelecidas nesses currículos, mudando apenas a rotulagem
penduricalha de esclerosados conteúdos, -- reescrevendo-os sob a forma de
neófitas paráfrases!
E até o presente átimo, a escola permanece
com especiosos paramentos oriundos de uma promiscuidade metodológica de
proregressividade inconteste em sua dimensionalidade incognoscível!...
Aglutinam-se inusitados elementos mórficos, como se tivéssemos na ânsia de
produzir o que ainda não ocorrera, nestes tempos de hodiernismo pedagógico, que
a laboração do inusitado conhecimento, coalescendo-o de tal forma, a fim de que
o binômio: teoria e prática, ambos fossem aplicados de modo utilitário,
servindo para ampliar as tecnologias, tornando-as mais acessíveis às diferentes
classes sociais.
Deveras, os diferentes mestrados baniram
os antigos mestres-escola, reconduzindo-os para outros ambientes, tais como:
salas especiais de laboratório, onde o mestre ostenta a precatação do conteúdo
de sua tese – direcionada à formação de mestres, agindo estritamente em suas
respectivas especialidades.
Em princípio, deveriam regressar às salas
de aula da simples graduação, para que pudessem acepilhar os métodos de maior
plausibilidade àqueles que trilham veredas verossimilhantes quanto aos díspares
âmbitos da erudição. De fato, os novos mestres não se posicionam corretamente,
pois, afastam-se das graduações dos diversos cursos, e partem em direitura ao
prosseguimento de novas teses, as quais lhe darão os crástinos doutorados e
pós-doutoramentos! A partir daí, ficaram eximidos na condição basilar de
ministradores de aulas teóricas e práticas. Doravante, o desiderato desses
doutoríssimo está atrelado aos projetos de pesquisa, tendo por empeceres os
antônimos: exequível e inexequível, dependendo, quase sempre, dos parâmetros de
maior referencibilidade!...
Esturdiamente, esses novos mestres
percorrem os corredores dos educandários, portando óculos escuros e cartola,
aparatando somente uma imagem demudada em seu continente perfunctorial, sem que
mostrem o real serviço a ser prestado no implicado campo erudicional.
Realmente, eles preferem preencher as vacuidades adquiridas ao longo da
formulação de suas teses, reunindo egocentrismos exacerbantes em quaisquer
âmbitos da cognosia advinda do formalismo exaustivo das cibernéticas!...
Wilson Cerveira