quinta-feira, 13 de abril de 2017

O DESEDUCACIONAL EM VOGA



     A prática, por mais abstrusa, – em dias hodiernos heteróclitos – ressumbra, adimensionalmente, um comportamento de caráter degenerativo, abrangendo todos os âmbitos do etológico humano.
     O deseducacional, por mais que refutemos, passou a ocupar um espaço inelucidável! Se estamos em caráter de premência, o vocábulo educacional, que é o seu mais lídimo sinônimo, surde de modo ineficaz, cabalmente sem efeito plausível!
     Procrastina-se o tempo ao máximo, como se estivéssemos ocupando uma vacuidade encontrada em uma simples sala destinada ao atendimento acurado àqueles que necessitam estritamente lesto, em decorrência das alterações evidenciadas no ramerrão dos nosocômios, assoberbados de valetudinários portando deslibrações insólitas em todas as faixas etárias, destinadas aos minuciosos providenciamentos emergenciais!... 
     Protestos eclodem em todos os vetoriais – quer sejam direcionais ou em sentido diversificados, os quais são regidos nas mais variegadas trilhas que compõem as cognominadas direituras, elementos basilares dos itinerários labirínticos mais intrincados, até o hodierno ínterim já constatado nestas noites e dias de percuciente acrimônia. Assim sendo, a mídia encarrega-se dessas macabras divulgações; mas, mesmo assim, os casos vão se proliferando pouco a pouco, e se incorporando naturalmente na lista imane dos mais variegados aspectos deseducacionais em voga! ...
     Na escola, indiferentemente, o professor perdera o que havia de mais importante para ele: “o senhorio”. Os réprobos discentes fazem o que bem entendem. As leis que regem a educação em estado de combalimento, facultam sobre todas as maneiras, anuindo os maus procedimentos. Aqui, neste recinto, os mestres mais educados e sensíveis, sentem-se, sem exceção, acossados diante de turmas heterogêneas e estúrdias, as que nada querem saber; pois seus objetivos tergiversam os paradigmas mais esdrúxulos, os que se poderiam denominar em tempos hodiernos, sem hesitação, de educação deplorável! Nesse átimo atualístico, desrespeita-se a própria hierarquia, sem que se lobriguem alusões a quaisquer educandários. Vê-se, então, em dias acrimoniosos, o somatorial das agruras sofridas pelos mais idôneos! Há, nesse caso, inversões degradantes e degenerativas em todos os sentidos vigentes...
      Não se sabe o rumo a tomar, uma vez que, sem perplexidade, as portas das ensanchas cerram-se em cabal carcaça correlacionada ao punitivo desemprego! Em detrimento da maioria, a ociosidade recrudesce com o decorrer do tempo, decretando a falta de oportunidade quanto ao ingresso no concorridíssimo e saturado mercado de trabalho! ...
     Em princípio, os “Centro Educacionais” continuam investindo, antes de mais nada, nas atividades lúdicas, fazendo com que elas ocupem o protótipo basilar, e causem distúrbios percucientes no insolvente sistema instrucional!
     Os alunos não querem ser matriculados em escolas que não possuam, escarnecidamente, o arsenal básico!... Ei-lo: salas munidas de implexos aparelhos da mais rebuscada tecnologia, prontos para exercitar o esqueleto e seus anexos (músculos, tendões, fibras etc).
     E, de igual maneira, esses prédios ostentam compartimentos contendo as imprescindíveis peças do vestuário: chuteiras, meiões, camisas e calções – para todas as cores – adequados para o uso no interior das quadras e dos campos futebolísticos! As pelotas aparatam modelos divergentes, para que sejam utilizados pelos jogadores, dependendo do tipo de exercício físico a ser executado – durante um certo intervalo de tempo a ser cumprido integralmente.
     Nas escola de tempo integral, em tempos hodiernos, dá-se primazia ao esporte. Isso tudo ocorre em detrimento das demais aprendizagens. Então, os tais discentes relegam a presença dos livros enfileirados hierarquicamente nas estantes das vetustas bibliotecas.
     Esses tomos estão entregues às ações deletérias das carcomas inclementes. Tanto assim, que, sem dubiedade, constatam-se os alojamentos desses devoradores da celulose nas próprias páginas dos compêndios. Lá, de forma aleatória, ficam por tempo indeterminado, construindo seus diversos túneis de aniquilamento. Lídimas degenerescências são corroboradas ao longo do mecanismo de ação periculosa – de altíssimo padrão exterminativo – inutilizando esse material didático fornecido para as escolas, mormente as que estejam enquadradas nas instrucionais de 1 e 2 graus.
      Os alunos, em voga, apresentam aprosexia e abulia, duas imanes catástrofes hoje registradas nos alfarrábios contidos nos anais da triste história do declínio irreversível da deseducação na educação brasileira.
     As psicopedagogas louvam esses despautérios de infringência nas normas que regem a combalida e controvertida LDB (Lei de Diretrizes e Base da Educação) em território nacional.
     Neste país de leis falíveis e criminosas, ficam de lado, à mercê, os lídimos direitos dos cidadãos, de modo a perquirir os fracassos existentes nos códigos das normativas regentes do ostentório nacional, espurcado por facínoras pertencentes aos três conspurcativos “poderes”, em degenerescência percuciente!...
     Os frequentadores dos diferentes educandários, independentemente de seus alunos, professores, administrativos, serviços gerais etc, buscam meios para dissimular as patologias que os assistem quanto ao ato de despercebimento ao redor de si próprios.
     De fato, o que eles aparatam: falta de atenção e má vontade, constituindo um binômio complicador, redundando de reprovações consecutivas. Realmente, dificulta a fixação de uma assimilação satisfatória.
     A capacidade mental submete o indivíduo ao combalimento progressivo do seu rendimento com relação aos atos assimilatórios dos diferentes assuntos a serem absorvidos ao longo do tempo determinado para tais averiguações, dependendo de pessoa para pessoa.
     O aluno exerce sobre o professor um tipo de domínio degenerativo. Diz o que é para fazer, ditando normas inaceitáveis na conjuntura atual. Também, conjectura probabilidades abstrusas; tanto assim, que tem por desiderato o prazeroso exercício físico, o único que ele perpetra com regalo a toda prova! ...
     Com relação às disciplinas, eles refutam a condição de ser obediente quanto ao ato de reduzir os exercícios atinentes às disciplinas ministradas em sala de aula, tendo por acepção salutar a divisão integral do tempo para cada matéria, indiscriminalizando tendências e volitivos direcionados a estabelecidas disciplinas preferenciais!
     Os discentes dos dias hodiernos usam o deseducacional em tudo o que pretendem exequir. Os nomes dos entes são convertidos em siglas, numa cabal cominação aos mais idôneos. A maioria, com raríssimas exceções, denomina os mestres de modo chacoteador, chamando-os através de apelidos apodosos, tendo por referência os seus próprios caracteres fenotípicos!
     O professor que leciona “Matemática” é cognominado pela sigla – CAP (Carlos Alberto Pereira); enquanto o “Mestre em Língua Portuguesa”, sem hesitação é denominado de LAD (Luís Antônio Dias), e assim sucessivamente, numa demonstração inequívoca da insolência reinante nestes dias agruroso, onde as acrimônias determinam as imanes vacuidades e plenos ultrajes!...
     O estropiamento anda em campo aberto, causando ignomínias estigmatizantes. Os discentes mais solertes partem para injetar seus comportamentos negativos, uma vez que, sem perplexidade crástina, podem aparatar seus desvios de conduta, aparentemente aceitáveis, porquanto vivamos as circunstâncias oprobriosas, formando um contexto ignóbil, onde os sacripantas impõem as ações malévolas e de caráter hediondo...  


                                     Wilson Cerveira 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

O PSIQUIATRA PSICOPATA


     Os psicopatas, por mais mentecaptos que fossem, poderiam ser mais inteligentes e vontadosos do que o próprio psiquiatra que os assistia diariamente, e, também, sem que houvesse atrelamento com relação a quaisquer cursos de pós-graduação a que o tal especialista tenha se submetido ao longo de vários anos de estudo e pesquisa.  E, para que evitasse quaisquer tartamudeios, não ressumbraria o dístico sinal de corroboração quanto aos méritos ou deméritos.
     O psiquiatra pode aparatar muita competência; e, de modo concomitante, confutar a sua capacidade evagativa a respeito de implementos a serem perpetrados no decurso de toda uma trajetória hermética. Outrossim, o mais implexo é estigmatizar a probabilidade de ser psiquiatra, sem que ostente os estigmas ferrenhos correlacionados aos sindrômicos paroxísticos palindrômicos oriundos de implexas psicopatias!
     Às vezes, não auferimos jugulá-los, pois, em verdade reconditam-se em genes recessivos, por uma período procrastinativo com relação à cata de inusitados adendos científicos...
     De fato, os sujeitos energúmenos são capazes de evagar mirabolâncias, quando se deixam lancinar pelas ações vigorantes de heteróclitas sintomatologias delírio-alucinatórias...
     Devaneios hecatômbicos – nunca dantes vislumbrados – ressumam suas hiperestasias deletérias. E, de igual modo, o Dr. Estanislau, porventura, em suas digressões correlatas à realidade dos distúrbios ocorrentes, de forma abrupta, sobremodo em mentes que ultrapassam as estremaduras de normoanormalidades presumidas!... Esses sujeitos – adiplomados ou diplomados – buscam meios escusos como solução para saciar os frêmitos de suas divagações delirantes!
     E, destarte, adentram a um estado patológico irreversível – de natureza cabalmente deletéria. E, assim sendo, não tenhamos hesitação alguma quanto ao número proliferante de assertivas irrefutáveis!... Igualmente, tentavam através de ensanchas surdidas, expungir os elementos que os cominavam naqueles átimos em que eram submetidos às velocidades propiciadas por súbitas síndromes delírio-alucinatórias. E, nesse interregno, obliteravam os volitivos que o compeliam a prosseguir nas veredas carcomidas de sua especialização predileta, que é a psiquiatria valetudinária...
     No interior do pátio do manicômio – “Proteção de Maria”, encontram-se os pseudos doentes mentais, tais como: Ernestino, Ladislau, Porfírio, Ciríaco, Anatécia, Ernedina etc. Igualmente, todas essas criaturas, além de tantas outras, ostentavam inteligência superior para o bem – que é algo meteórico em dias hodiernos!
     É incontestável, em todos os inquéritos e questionamentos propostos, a capacidade despertada pelos estigmatizados, sobremodo quando observam os livros e prontuários que registram os seus nomes, ostentando aparentes e dissimulados transtornos mentais – graves ou gravíssimos! ...
     Todos os pacientes, sem exceção, citados anteriormente, ressudam altíssimas competências, sobremaneira no que se refere aos diversos tipos bizarros – de etiologia cabalística, independendo dos seus graus de complexidade compulsória...
     Deveras, esses possíveis estúrdios, nesse caso, estão classificados consoante os manuais perplexos da propalada psiquiatria – ainda bastante controvertida, ineficiente e paliativa. Desse modo, muitos têm colaborado para dirimir as diferenças existentes entre o diplomado; e, de igual modo, com relação aos demais, que se consideram autodidatas de acuramento e aplicabilidade! 
     Não se sabe ao certo, sobretudo nestes dias de acrimoniosa hodiernidade, quais as raras exceções que não perlustram graus díspares e estúrdios de anormalidades inespecíficas, uma vez que a humanidade, em sua grande maioria, vem se deixando sucumbir ao compasso heteróclito da síndrome do absconditismo! ... Muitos médicos, medecos e medecus vêm a demonstrar situação hesitatória, até que alguns sirvam só de fachada, não atuando, em nenhuma clínica ou hospital, que sejam conveniados ou, então, pertençam a rede pública: federal, estadual e municipal! ...
     O próprio psiquiatra Estanislau, numa situação de horror fóbico, padecia em função dos diversificados acometimentos relacionados às síndromes de rejeição expurgatória; caso mentalizasse, de forma obsessiva, caracteres fenotípicos que lhe causariam uma série comutativa de distúrbios mentais oriundos da mais elevada recrudescência.
     Dr. Estanislau, psiquiatra de diploma afixado na parede da sala de visitas; recentemente, já prescindia dos compêndios mais atualizados!... Buscava os nomes na internet, e, de modo especioso, os mentalizava sucintamente, dando preferência aos prolegômenos do tomo em referência – não no Brasil, mas nos países europeus mais evoluídos com relação à cata de inusitados adendos científicos.
     Para encarar o silêncio da confissão, jamais obedecia a ninguém naquele manicômio. Tanto assim, que aparatava tantas disfunções psicossomáticas, com indicação restrita e exclusiva ao próprio psiquiatra, acima referendado.
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     O “Proteção de Maria”, manicômio de primeiríssima grandeza, albergava um grupo de pessoas, aparentemente, com distúrbios variáveis; porém, eles ressumbravam certo grau satisfatório de discernimento e sensatez!
     Ernestino, pintor nato, trazia para si, aliás, para seus quadros, a paisagem bucólica, com a finalidade de ataviar as paredes penumbrosas – nunca dantes exornadas – da sua alcova, estabelecendo, de modo simultâneo, a incomum soledade do salão – de um espaço lúgubre, que experimentava a resiliência de uma cabal vacuidade!...
     Ladislau, o mais autodidata de todos, demandava novos “aforismos”, somatorizando todos aqueles que aprendera desde os protótipos anos em que cursara o antigo ‘Curso Ginasial”. Ele, indubitavelmente, declinava o vocábulo aforismo – como sendo um enunciado curto, e, também, ostentando – de modo genérico – um caráter peremptório e denso de significado, capaz de ser compreendido, sem que seja necessário ir à cata de adendos inseridos em outro excerto, e que ressume a identidade de uma arte descrita à luz da Filosofia.
     De igual maneira, os demais conceitos não estariam à voga, ainda que exprimissem uma normativa de conduta ou um preceito moral. Ei-lo, igualmente, no alvitre do idioma: “frase concisa que sintetiza o princípio de alguma ciência ou arte”.
     Porfirio, andava – quase sempre – à cata de recrudescências no âmbito científico, capazes de dirimir-lhe quaisquer perplexidades a respeito dos novos avanços tecnológicos no ramo atinente à Indústria Farmacêutica.
     Recentemente, em suas compulsações cediças, localizou a importância do Lactobacillus acidophilus, que é um alimento funcional, também cognominado probiótico, atuando na flora ou microbiota intestinal humana, e exerce um papel significativo na saúde. Ela é composta por cerca de 100 trilhões de microrganismos (alguns benéficos e outros patogênicos), que participam da digestão, absorção e síntese de vitaminas.
     Os Lactobacillus acidophilus, que são probióticos, são capazes de inibir a multiplicação de microrganismos patogênicos nesse ecossistema, favorecendo o aumento nas populações dos microrganismos benéficos e, também, os efeitos positivos sobre a saúde do consumidor. Ilativamente, a suplementação da dieta com probióticos contribui para o equilíbrio da flora intestinal.
     A tecnologia que o colocou no mercado consumidor protegeu-o de tal modo, dando ao probiótico – no caso o famoso Lactobacillus acidophilus, a ensancha de ser liberado diretamente no intestino. Isso é salutar, já que esse é o local onde o probiótico age, e para alcançá-lo, ele necessita sobreviver ao processo ou mecanismo digestivo, especificamente à passagem pelo pH ácido do estômago.
     Ciríaco, o mais observador de todos os psicopatas, ressumbrou os lobrigamentos vividos pelos demais colegas, também psicopatas, incluindo o próprio psiquiatra – Dr. Estanislau, lídimo profissional, que vivia a andar de cima para baixo, obedecendo a todos os ângulos e aposentos que faziam parte daquele manicômio – “Proteção de Maria’, o mais acolhedor com relação a todos os outros que exerciam devida concorrência sobre ele, comandando-o de forma definitiva, sem deixar laivos de perplexidades corroborativas.
     Anatécia, em seu silêncio sepulcral, perquiria os pormenores do psiquiatra, que era altamente dissimulado, não deixando vazar os seus cacoetes, obsessões, recalques e diversos tipos bizarros de mania, ainda não esquadrinhadas pelos cientistas. Tanto assim, que não remanescia em voga, em nossos dias hodiernos.
     Este guia terapêutico fora elaborado na América do Norte, mormente nos Estados Unidos, onde os cientistas se consideram, especiosamente, os donos de uma verdade absoluta inexistente, que, de modo comprovado, jamais sobrepujou em tempo algum; uma vez que, desde o encetamento das compulsações cientificas, corroborou-se a toda prova a inexistência desse tipo energúmeno de suspeição! ...
     Ernedina, a mais singela, demudava a coalescência intrínseca do ambiente, aparentemente conturbado, conquanto houvesse no orbe dos estúrdios; o que não o encontramos aqui fora: silêncio e meditação; já que, de modo falacioso, vivemos a vesânia sem estremadura, na extrinsidade da vetusta casa de Orates.
     Os pseudo-psiquiatras, porquanto serviam de arquétipos para o referido psiquiatra, cujo nome declinado, perante os seus pacientes, tem como  referência basilar –Estanislau,  o profissional do diploma de pergaminho dourado, que era a referência maior do que os outros coligidos ao longo do tempo inexorável, sucumbido e soçobrado em todas as suas dimensões temporais, desde o encetamento do hesterno, passando pelo hodierno; e, partindo em direitura ao crástino!...
     O psiquiatra Estanislau Ambrosino Peixoto, quiçá não fosse predestinado aos estudos de psiquiatria, buscava novas fórmulas estrambóticas, com o objetivo de extinguir as vítimas dos gravíssimos transtornos mentais, confinadas no pátio interno de todos os manicômios, distribuídos ainda, na maioria das regiões do território nacional!...
     Não queria ser psiquiatra; pois, fora, muito mais, para atender uma solicitação familiar; mas a sua finalidade precípua, desde o período de adolescência, marca a sua trilha – como marinheiro da destinação – com uma só inclinação: um baita terrorista suicida, com capacidade de expungir todas as extorsões praticadas com relação ao erário público, pouco importando suas consequências – por demais funestas e catastróficas – sem limites – todavia que locupletasse os seus afazeres provindos de diversas hierarquias extorsivas.
     Ele principiou ao ato de sucumbir as Instituições coniventes pelas mais hecatômbicas transações financeiras, - nunca dantes extorquidas do dinheiro público! ...




                                               Wilson Cerveira