Que óbices serão
esses em nossas vidas! São agruras, são acrimônias que surdem de várias
direções e sentidos em nossos organismos... Não se sabe ao certo quando bem ou
quando faz mal; pois os ossos da dor ostentam vários efeitos colaterais
imprevisíveis até os dias hodiernos. Uma simples dor de cabeça numa pessoa com
gastrite, pode exarcebar a mucosa estomacal em função de um determinado
analgésico que foi aplicado naquele ínterim de algia aguda. Este paradigma é o
mais simples de todos, pois não é capaz de desencadear outros distúrbios no
corpo humano, ficando apenas restrito ao desconforto causado em detrimento da
inflamação do estômago.
Há medicamentos
cujos efeitos colaterais são deletérios em série. Prototipamente, maledificam
aqueles que aparatam apenas um binômio: diabetes e hipertensão. Com a ingestão
dessas aconselháveis drogas, haverá um amainamento da glicemia, e, concomitantemente
um declínio da pressão arterial. Desse modo, não se corre o
risco inopinado de um AVC (acidente vascular cerebral), acompanhando, também,
de um provável coma diabético. Consequentemente, pode-se chegar ao fatalismo,
que é uma fatídica redundância irreparável. Tenhamos, nesse caso, todo esmero. Façamos
uma bateria de exames, antes de inocularmos uma dessas substâncias químicas
farmacêuticas em nossos organismos ou de quaisquer outras criaturas menos
desavisadas quanto ao imane risco a ser experimentado por um átimo de
descomunal dor insuportável!...
Há organismos que
não se opõem às pequenas dosagens de medicamento; conquanto rejeitam miligramas
mais acentuadas. Se introduzirmos percentuais maiores, decerto, haverá
repulsão. São altamente prejudiciais em decorrência da sensibilidade de cada
pessoa. A individualidade tem suas marcas quanto as diversificadas variâncias
dos diferentes níveis de percepção dos sistemas. Não adianta unicamente passar
um medicamento indicada para moléstia humana. Remanesce compulsar todos os
possíveis efeitos colaterais, os quais venham causar outras disfunções mais
graves em outros órgãos, que também já estejam afetados!... É necessário proceder a anamnese; exclusivo
meio, entre ambas as confabulações: profissional e cliente.
Hodiernamente,
quais os profissionais são adeptos dessa conversação, onde há um dilucidamento
completo entre o médico e o paciente? – Tudo que se observa, diuturnamente, é
uma extorsão insólita, em que o profissional da área da saúde ressumbra um
caráter de altíssimas deleteriedades quanto ao âmbito malévolo, o qual ele foi
induzido por más influências da sua própria família paternal!...
Há grupos
periculosos que disturbiam uma hipócrita direitura escorreita de profilaxia. Um
sofisma interminável em todas as suas perfidiosas perlustrações vigentes...
Aqui, neste tal Brasil, de governantes corruptos de ponta a ponta do país;
prefere—se o tratamento a profilaxia;
uma vez que, destarte, a extorsão dos cofres públicos, conjuntamente com tantas
outras falcatruas arquitetadas por deputados ladrões, assim como senadores
ministros e outras corjas patrocinados pelos próprios presidentes facínora de
tais repúblicas espoliadoras, repletas de esbulhos sem precedentes nas
histórias ignominiosas das tais veredas sindicantes e oprobriosas ao longo dos
anos de sindicância vexatória percuciente!...
Em que centúria
poderemos banir as contraindicações e os efeitos colaterais dos
medicamentos?!... O que ocorre em dias hodiernos, notadamente devido esses
efeitos causados pela maioria dos fármacos? – As pessoas, mesmo com orientação
médica, não conseguem se livrar das desairosas consequências produzidas por
essas drogas. Um remédio que serve para uma determinada enfermidade, pode
causar distúrbio em outro órgão – até mesmo uma neoplasia maligna.
Antes das
consultas, a maioria dos profissionais da área da saúde, sem exceções
relevantes, deveriam fazer uma perquirição com relação ao organismo do
paciente. Perguntar-lhe-ia se apresentava alguma gastrite. Sendo assim,
receitaria um anti-úlcera, para que fosse tomado com antecedência de uma hora,
evitando, destarte, a recrudescência da inflamação do estomago. Caso contrário,
seria uma porta escancarada, decerto, para que se concretizasse a formação de
uma úlcera, e, de um possível tumor de natureza maligna.
Há fármacos que
causam tontura e sonolência exacerbantes, impedindo que o indivíduo saia
desacompanhado dessas desorientações, principalmente em relação aos que não
sabem ler a bula ou prospecto. Conquanto sabemos que os medicamentos são
manipulados ou industrializados sob a orientação de Farmacêuticos.
A princípio, as substancias componentes nada
ocasionam. Com o decorrer do tempo, podemos ser surpreendidos! Os demais
órgãos, sobremaneira os mais vulneráveis ostentam anomalias heteróclitas. Essas
disfunções acarretam desconfortos, sobremodo no trato abdominal. Gases eclodem
e se acumulam no abdome, aumentando-lhe o volume, e, consequentemente,
constituindo um estado doloroso agudo, altamente incomodativo. Surge, então, a
necessidade de tomar luftal ou simeticona, a fim de liberar esses acúmulos
exagerados de gases no trato digestivo.
Quiçá, porventura,
daqui a um século, os medicamentos sejam direcionados somente ao órgão
atingido, com eximição das contraindicações e dos terríveis efeitos colaterais.
De que modo serão
industrializados ou manipulados esses novos fármacos? Eles trarão os princípios
ativos específicos, sem que atinjam outros órgãos ou sistemas orgânicos. É um
raciocínio farmacêutico cientifico. Cientistas buscarão meios que impeçam as
incompatibilidades até então geradas nestes nossos dias hodiernos!...
Wilson Cerveira