Quanto mais objetos de comunicação venham
a ser ostentados em dias hodiernos, o espécime sapiente está se descomunicando
cada vez mais. De antemão, vive a aparatar a crônica síndrome do espetáculo e
do simulacro – sem precedentes na história da humanidade --, abrangendo todos
os referenciais sensórios de maquinação!
Em nossa desabrida hodiernidade, o sujeito
homem se utiliza de ardis estrambóticos, sobremaneira no que concerne ao átimo
em que manuseia os mais rebuscados aparatos tecnológicos. Surge, quase sempre,
com dois ou mais celulares e vários chips. Realmente, é seduzido pelos vezos
negativos, numa sintomatologia de espalhafatos sucessivos, sem as mínimas
interrupções plausíveis.
O Homo
sapiens expunge o informante sob a condição de enxerimento. Deveras, o
que está a ocorrer é uma prova geratriz oriunda de um percuciente distúrbio
denominado aprosexia (desatenção mórbida), sobremodo para com o proferimento
perpetrado. Então, no que se relaciona ao recrudescimento do quadro sindrômico,
há também outro adendo cognominado abulia, que é a manifestação patológica
referente a uma total ausência de vontade.
As criaturas, em dias de sarças ígneas,
preferem ad-rogar o infenso. Nesse caso, com exclusividade, estarão se
submetendo á condição infanda de experimentar a sensação nefasta de ser
expurgado abruptamente numa dessas madrugadas sinistras.
De repente, embora o sistema telefônico
seja incipiente para consignar o desatendimento – de quem necessita de
redarguimento premente. Nesse caso, a omissão do remisso fica registrada em
função do seu progressivo parâmetro deseducacional. Mesmo assim, ele não
sufraga as circunstâncias de corroborar as suas próprias vesânias,
prescindindo, de alguma forma, as diferentes anomalias ostentadas no decurso
impiedoso da padecente existência!...
Em princípio, o perquiridor esgueira-se
diante das circunstâncias envolventes, desaparatando – de modo especioso – uma
percuciente defecção, sem que houvesse quaisquer distinções sindrômicas..., e
essas pessoas que passam por anamneses consecutivas, e cada vez mais se
esquivam, e não se aprestam para nenhum tipo de acorrimento em caso de
emergência, onde o escopo é salutar no que se trata ao ato de salvaguardamento
de vidas que se esbroam vertiginosamente!
De modo geral, esses indivíduos não
conseguem manter a palavra, e, dessa maneira, não cumprem nunca com as
responsabilidades estabelecidas nos ramerrões de serviço.
Em determinados átimos enigmáticos, essas
pessoas ressumbram o estado de sadomasoquismo, e somente se satisfazem quando
tentam elucubrar a consternação sofrida pelo ser -- de fenótipo apropinquado --
em toda a sua grandeza física dimensional! E, destarte, após elucubrações
metafísicas, exaram o seguinte pensamento: “No mundo hodierno, onde o homem
passou a ser inumano, somente o lídimo sentimento de amizade poderia resgatar a
imagem que lhe foi atribuída, mas que destoa do real ícone divino!”
Este ser problematizante, com
características híbridas, -- entre humano e inumano – aparenta ser do tipo
enternecido e consternado, e ainda vislumbra vaticínios de mau agouro,
sobretudo com relação ao escatológico da humanidade desertora em tempo
crástino.
Em antinomia abstrusa, exara a mesma
sentença execrável, e, em contrapartida, termina perpetrando o mesmo erro que
houvera condenado com rigor máximo!
Decerto, esses transtornos são inerentes
àquelas criaturas que deixam a ligação morrer em cabal apostasia, e,
geralmente, reconditam, de modo ob-reptício, a ligação telefônica no escaninho,
na gaveta, no sapato, na meia, no bolso, no guarda-roupa, no recôncavo da palma
da mão semicerrada, ou até mesmo, em última hipótese, no intrínseco do conduto
pertinente à greta do aparelho genitálico feminino...
A
deseducação do Homo sapiens, em dias de degradante hodiernidade, é tão
exacerbante que chega ao postremeiro, demandando o fastígio quanto ao ato de
deletar os mais criminosos arautos recebidos! Com certeza, o procedimento será
o de acatar as mensagens recebidas através de vários e-mails remetidos ao longo
salutar do ponto nevrálgico, em direitura ao sistema vetorial certificante.
Assim sendo, caminha-se para o vetorial estigmatizante em todos os aspectos de
relevante plausibilidade.
O arquétipo, que é gerado a partir da
especiosidade humainumana, ressuma, em sua taciturnidade estróina, pesadelos horripilantes,
dilucidando meios esconsos – cuja descomunicação recrudesce, cada vez mais,
tornando a efígie uma ínsula de percuciência egocêntrica.
O dessentimento progride, aberrantemente,
com a degenerescência avassaladora do Homo sapiens, que está a
sucumbir a cada dia as suas reais características psicossomáticas, em
detrimento de um sindrômico esfíngico e de implexa anamnese.
As imanes anormalidades tendem ao limite
de ultrapassar as estremaduras do transigível, redundando em baita cominação de
etiologia abstrusa.
O agente da ação infringidora se recolhe
em seu falacioso buçal espectral. Após longo período de latência, egressa à
sorrelfa como quem jugula os escolhos de uma senda de mau agouro!... E, de
súbito, parece embair para si, sem tartamudeios, os vocacionamentos
perseverantes de uma capciosa mídia eletrônica.
O homúnculo, resultante de uma palinódia,
regressa ao seu escalafobético cerne de pleno heteroclitismo, demandando
inúmeros simulacros quanto aos possíveis estafermos utilizados sob forma de
pseuda-visibilidade. De supetão, pensa-se, em estado de cabal
delírio-alucinatório, estar perante um novíssimo “ser” – cognominado de
tecnófilo. Em seguida, desembainha vários celulares contendo muitos chips
coligidos. E, do interior de um bolsetão, o esqueleto humano (ainda constituído
de células, tecidos, órgãos e sistemas) deixa vazar as presenças de
revestimentos externos superiores dos seguintes arquétipos eletronizados:
notebook, netbook, tablet, smartphone, iphone e demais aparatos do devir
apocalíptico!
Em verdade, esses ostentórios esdrúxulos
são maquinações de vacuidades que se dispõem a servir como manobra de uma
provável ressumação espectral, dando a impressão embuçalada do
embusteirismo funcional. Mesmo assim, em função do filoneismo hiperbólico,
preconiza-se a comutação de todos os aparelhos prístinos, tais como: gramofone,
vitrola, eletrola, radiola, aparelho de som com discos de vinil!...
Wilson Cerveira