Para
transigir o recrudescer da estremadura sobejante, da dor psicossomática, –
dissera a negra Carmosina, – após meditar as palavras sacrossantas de Santa
Catarina de Sena, no momento em que avocou o seguinte pensamento: “O sofrimento
é um sacramento”. De igual maneira, é preciso ter fé – uma fé capaz de remover
montanhas, e que reúna as máximas condições de jugular as síndromes
paroxísticas palindrômicas.
É de plangenciar a cominuição da parte
física, com percucientes estropiamentos, podendo aduzir a ilações onde a
terapia se torna muito difícil quanto ao nível de consecução plausível!...
Na extremidade direita da mesa principal,
o senecto Antonito, – num suspirar copioso de quem ainda arquejava laivos
vitais –, tentava repuxar-me pela camisa, enfiando os seus dois dedos de maior
diâmetro em meu colarinho, como se quisesse trazer-me rapidamente para junto de
si, na tentativa imperiosa de obedecê-lo integralmente, em gênero, numero e
grau.
De fato, ele, ainda, não demonstrava o
anelo de ficar preso aos exercícios de anteparação da musculatura dorsal, não
desiderando as exatoriais estremaduras requerentes ao período de tempo
suficiente, abrangendo todos os quadrantes horários, e que tivesse por finalidade
o arrefecimento das fibras nervosas tensionais, cujos centros energéticos se
fizeram acumular no decurso impiedoso proporcionado pela inexorabilidade do
tempo oxidativo, que sempre ostentara a competência de carcomer os postremeiros
laivos resultantes do mecanismo da oxirredução – de ampla ação expungitiva!...
Deveras, não havia meios de eximição
cabal, – conforme Pulu --, já que a violência exacerbara a cada dia,
remanescendo os resquícios crônicos do próprio cerceamento – numa hermetização
nunca dantes presenciada – dando o aspecto fantasmagórico de um círculo ígneo
de intransponibilidade reversível!
As dosagens medicamentosas que mitigam as
implexas disfunções orgânicas devem ascender gradativamente, sobremodo no que
concerne ao doseamento concentracional da droga trapaceada, isto é, a mesma que
está sendo indicada através de uma prescrição médica a ser obedecida por um
determinado prazo de regularidade funcional no organismo.
Consoante pesquisas realizadas no âmbito cientifico,
isso não impossibilitaria a morte por iatrogenia. Em farmacologia, o termo
iatrogenia refere-se a doenças ou alterações patológicas causadas por efeitos
colaterais dos medicamentos. Do ponto de vista sociológico, a iatrogenia pode
ser clinica, social ou cultural. Malgrado o vocábulo, em sua semântica
protótipa, esteja correlacionado às consequências de ações danosas exercidas
pelos preceituários médicos, os efeitos iatrogênicos podem, igualmente, ser as
resultantes proporcionadas por outros profissionais, tais como: psicólogos,
terapeutas, enfermeiros, nutricionistas, dentistas etc.
Podemos enumerar as fontes de iatrogenia,
sobremaneira as responsáveis pela mortalidade iatrogênica. Ei-las: erro médico;
negligências ou procedimentos com falhas; suicídio assistido, que é a mesma
eutanásia; má caligrafia nas prescrições; interações medicamentosas; efeitos
adversos ou colaterais dos medicamentos; má utilização dos antibióticos,
aduzindo a formação de inusitadas resistências bacterianas; tratamentos radicais
por tempo indeterminado; erros crassos referentes a diagnósticos protraídos;
infecções nosocomiais adquiridas através de inóculos presentes em colchas,
colchões, travesseiros e demais objetos não esterilizados, e que estejam de
acordo com as necessidades dos diferentes graus térmicos; transfusões de sangue
sem os critérios exigidos pelos regulamentos estabelecidos conforme a
padronização da higidez.
Lázaro já havia sido pranteado por suas
duas irmãs: Marta e Maria, como sendo um adeus patético de uma crástina
cerimônia com sinal de eterna despedida!
De repente, com a presença de Jesus, outro
hálito se formara na própria edificação da fé verdadeira, que é aquela que faz
saltar oceanos!...
Lázaro fora ressuscitado por Jesus Cristo,
mesmo já se encontrando organicamente num estado de putrefação correspondente
ao quarto dia, após a lídima decretação da morte física.
Somente Cristo, em seu poder infinito, é
capaz de aniquilar os dois fundamentais componentes do indivíduo: o corpo e a
alma. Nesse caso, deveríamos plangenciar a defecção existente em nós mesmos, no
ínterim em que estatuímos a sucumbência de nossos ideais – símbolos nutridores
de esperanças redivivas em toda sua plenitude, sobremaneira na essência da
palingenesia, que é o eterno retorno de todas as experimentações vividas e
sofridas no decurso temporal, representando o somatorial das vacuidades
colhidas no peremptorial estigmatizante das coligidas consumações!...
Wilson Cerveira