sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

ESCOLAS SEM MESTRES

     Os mestres de antanho possuíam um vasto cabedal de erudição; pois, eram, de fato, lídimos polímatas. Não propugnavam os gládios do flagício, uma vez que estavam sempre aprestados para redarguir os mais variegados conhecimentos, todos com percuciência de radicalização concernente aos dispares fazeres e refazeres de acoplação, estando atrelados aos singrativos reiteramentos de uma retórica cabalística e redundante, -- em seus desígnios divinos e alumbráticos!
      Não designavam nenhum tipo de especialização. De quase tudo, – sem tartamudear –, sabiam um pouco. Entretanto, com as evoluções involutivas, essas efígies sofreriam a mácula deletéria da obliteração.
     Logo, sem hesitação de maior monta, esses ícones foram se dissipando no decurso inexatorial de diferentes rebatimentos existentes nos coalescentes planos de épura, em que suas interpolações subsequentes, de modo generalizante, se fazem pontificar em seus divergentes espaços – de natureza temporal!
     Não aspirariam jamais, caso fosse possível, o próprio lugar que lhes era cabido, tendo por cerne basilar e imprescindível a sala de aula, hodiernamente repleta de alunos heterogêneos, sobremaneira no que tange aos mais diversificados planos: espirituais, psicossomáticos, sociais etc.
     No prístino, esses mestres recebiam cognomes especiais: mestres-escola, sendo responsáveis pela ministração de vários conhecimentos para os discentes que cursavam desde o primeiro ano até o quinto ano do antigo “Curso Primário”, e que se orgulhavam em ministrar a assimilação estratificada do cognitivo, independendo das circunstâncias antagônicas que acometiam esses preceptores, fazendo com que assumissem outras intervenientes etapas: das dores até os remédios específicos; e todos esses meios serviriam, basilarmente, de experimento para a aferição de novas aprendizagens, passando pelos treinamentos sinérgicos de muitos estágios!...
     Grupos escolares, por sinal, se envolveram no vocacional lento do processo de extinção dos tradicionais mestres-escola, os quais adentravam na descomunal obliteração do tempo. Desta forma, se opuseram a todos os outros meios indicatórios, capazes de rebuscar a poligrafia, quando aplicada de modo escorreito em suas diferentes aplicabilidades preservando-as como se fossem blandícias; dando-nos a falaciosa impressão do protótipo “maná” – sempre presente em regiões áridas e desérticas, abrangendo as variâncias de todos os aspectos físicos e químicos plausíveis na exposição de tantas outras argamassas, contendo seus diferentes componentes.
     O vocábulo mestre obliterou-se com o decurso do tempo, notadamente em relação aos sujeitos: imagem e contra-imagem, os quais exerciam ainda, reciprocamente, durante um período indeterminado, suas lidimas funções preceptoras.
     Essas efigies, nesta vacuidade hodiérnica, resolveram ad-rogar arquétipos de apostasia, com o intento de implantá-los no ambiente escolar; e, sem dilucidatórios plausíveis e convincentes, procurando características flagiciais e medrantes – de modo generalizante – existentes nas secretarias e nos ministérios das edudeseducações digressivas com relação aos incondicionamentos formativos da população escolar, que é cada vez mais carente, em se tratando de técnicas e métodos inequacionais quanto as suas reais necessidades basilares!...
    Senhores, vós saibais, convictamente, que o “Mestre dos Mestres”, é Jesus Cristo, filho de Deus-Pai, que é o “Senhor Absoluto do Universo”. Sim, não tenhais hesitação; pois, ele é onisciente, onipresente e onipotente.
     De fato, é lidimo corroborar quanto ao ato de exarar a sua sublimidade, qualificando-o como o “Salvador da Humanidade”. Por parte deste magnificente Mestre, indubitavelmente, não podemos perplexar as reiterativas providências redentoras – verificadas em quaisquer circunstâncias. Tanto assim, nas escrituras dos Filipenses reitera-se a expressiva frase: “Tudo posso, naquele que me fortalece!”. De fato, Jesus Cristo é o mais poderoso representante da humanidade, sendo o fundador de todas as escolas reinantes e dos demais aprestadores atinentes aos insólitos alumbramentos do saber racionalizante e equânime, em toda sua plenitude infinita!...
     Hodiernamente, as escolas não apontam a imprescindível presença do mestre. Nesse caso, de etiologia bastante controvertida e esquipática, os psicopedagogos não ad-rogam o mesmo parecer, pois chegam a confutar as constantes interferências dessas efígies medulares na aprendizagem dos discentes das diferentes áreas da graduação!...
     Não necessariamente, designariam as vacuidades estabelecidas nesses currículos, mudando apenas a rotulagem penduricalha de esclerosados conteúdos, -- reescrevendo-os sob a forma de neófitas paráfrases!
     E até o presente átimo, a escola permanece com especiosos paramentos oriundos de uma promiscuidade metodológica de proregressividade inconteste em sua dimensionalidade incognoscível!... Aglutinam-se inusitados elementos mórficos, como se tivéssemos na ânsia de produzir o que ainda não ocorrera, nestes tempos de hodiernismo pedagógico, que a laboração do inusitado conhecimento, coalescendo-o de tal forma, a fim de que o binômio: teoria e prática, ambos fossem aplicados de modo utilitário, servindo para ampliar as tecnologias, tornando-as mais acessíveis às diferentes classes sociais.
     Deveras, os diferentes mestrados baniram os antigos mestres-escola, reconduzindo-os para outros ambientes, tais como: salas especiais de laboratório, onde o mestre ostenta a precatação do conteúdo de sua tese – direcionada à formação de mestres, agindo estritamente em suas respectivas especialidades.
     Em princípio, deveriam regressar às salas de aula da simples graduação, para que pudessem acepilhar os métodos de maior plausibilidade àqueles que trilham veredas verossimilhantes quanto aos díspares âmbitos da erudição. De fato, os novos mestres não se posicionam corretamente, pois, afastam-se das graduações dos diversos cursos, e partem em direitura ao prosseguimento de novas teses, as quais lhe darão os crástinos doutorados e pós-doutoramentos! A partir daí, ficaram eximidos na condição basilar de ministradores de aulas teóricas e práticas. Doravante, o desiderato desses doutoríssimo está atrelado aos projetos de pesquisa, tendo por empeceres os antônimos: exequível e inexequível, dependendo, quase sempre, dos parâmetros de maior referencibilidade!...

     Esturdiamente, esses novos mestres percorrem os corredores dos educandários, portando óculos escuros e cartola, aparatando somente uma imagem demudada em seu continente perfunctorial, sem que mostrem o real serviço a ser prestado no implicado campo erudicional. Realmente, eles preferem preencher as vacuidades adquiridas ao longo da formulação de suas teses, reunindo egocentrismos exacerbantes em quaisquer âmbitos da cognosia advinda do formalismo exaustivo das cibernéticas!...

                                        Wilson Cerveira

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

MESTRES SEM ESCOLA

     Os autodidatas podem, dependendo dos seus desprendimentos volitivos, tornarem-se lídimos mestres dos seus denodos, desideratos e propendências, tendo por pináculo basilar a genética; e, também, a preponderância ambiental, somatorizando uma série progressiva e repleta de variegadas regressividades, somatorizando fatores atinentes às variâncias qualitativa e quantitativa, psicossomatimente.
     Heliodro, em sua insólita desideratividade de bruxo, auferira as primazias concernentes ao aspecto da autoaprendizagem, independendo de quaisquer entreveros aparatosos; sendo, nesse caso, vislumbrados à luz dos intercursos das vicissitudes inopinadas.
     O ato de saber escutar alumbra o preceptor, aduzindo-o ao ponto nevrálgico concentracional. Então, há apropinquação quanto à maneira de rever, através do sinergismo sensorial: sons, luzes, cores, odores, degustes e demais ostentatórios perceptivos.
      Os mestres sem escola estão eximidos de duas contundentes síndromes, sobretudo ocorrentes em dias hodiernos, que são: aprosexia e abulia. Decerto, para implexar, com percuciência estigmatizadoras, veem-se os obiciamentos de sendas e veredas remanescentes, estando inumadas sob os cabalísticos interregnos de sarças ígneas – as quais ostentarão diversas atresias ou estenoses de ductos interligantes contendo os arcabouços dos demais sistemas orgânicos.
     Em questões atinentes aos ritmos e melodias, assimilam-se novas decodificações, refocilando as omissões reservadas aos prognósticos concernentes aos diversificados paroxismos palindrômicos, – como se fossem gládios rompantes, determinando as sindromias existentes nas diferenças equacionais inseridas nas implexas reações orgânicas.
     Rubilota, nome esdrúxulo em sua estrutura etimológica, fora registrado num dos precários cartórios de uma pequena e simples cidade interiorana do Estado do Piauí. Jamais seria um Leonardo da Vinci, em sua expressão de maior relevância, conquanto fosse insidiado pelas ominosidades da má destinação. De igual modo, não haveria vaticínio capaz de lobrigar a ressumbração, por demais meritória, do que ele teria a condição de exercer no pragmatismo das atividades comezainas.
     Deveras, não há presságios nem cálculos probabilísticos que demonstrem a tendência de ser – ou não ser – em sua progenitura um gênio – já que este fato ocorre dificilmente – num interregno que pode ultrapassar dois milênios de espera, para que os cientistas possam devanear a probabilismo de uma crástina natividade.
     Gênio, em sua genialidade hiperindicatória, não abrangendo a capacidade generalizante de um Leonardo da Vinci, que se tornara um gênio em vários âmbitos do conhecimento humano. Este sim, como alguns outros, – em sua minoria, – são capazes de dispensar provedores, preceptores, mestres, escolas ou quaisquer instituições direcionadas ao binômio: ensino-aprendizagem. E, dessa forma, produzirão inusitadas cognosias – as quais seriam o sustentáculo basilar de novas invenções no campo especulativo do avanço científico; tanto como meio; e, também, na qualidade quantificativa da porvindoura destinação final, e, – sem arremedos, – para quem ainda pretenda seguir uma neófita vereda instrucional.
     Prescindir-se do lídimo meio de adquirir conhecimentos sistemáticos; e produzir inusitados saberes, requer, antes de quaisquer outros provimentos, laivos de espontânea genialidade divagatória prorrompante, demandando, destarte, recurso ciborguéticos locupletadores, com o propósito de encurtar distâncias e, em função do rendimento, aumentar a competência laborativa da prática redundante, dando uma extensibilidade irrestrita, sobremaneira no que concerne ao espaço erudicional consecutados, abrangendo todos os âmbitos diversificados e inerentes aos proliferantes eventos técnico-científicos mais recentes.

     Reitera-se que não é necessária a vinculação do mestre a uma determinada escola, pois a sua capacidade evagatória irrompante, em todos os quadrantes da sapiência, ascende aos píncaros de quaisquer apoteoses, mesmo que eclodam as vicissitudes mais compungentes. Então, se fôssemos prescindir de tudo isto, o mestre prosseguiria transpondo os óbices mais agrurosos, os quais estão atrelados em suas acrimônias oficializadas quanto ao ato referente ao descomunal empecer insólito, -- aparato postremeiro --, que é a representatividade autêntica da complexa transmissão do que se determina como sendo a arte inestimável do cognoscível!...

                                                           Wilson Cerveira

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

EDUCADORES SEM EDUCAÇÃO

   Educadores que se modernizam em seus comportamentos mirabolantes, de modo tartufo, implantando uma farisaica  educação, que é uma abstração desordenada de informações sobejantes, com exceção àqueles que já estejam, anteriormente sujeitos ao mecanismo aglutinante da codidecodificação!...
     Esses edudeseducadores saciam-se patologicamente, no exatorial em que presenciam o grassamento do inóculo em uma população de jovens estudantes narcotizados em todos os âmbitos do involucionismo, mediante o intrínseco do ser inumano – sobremaneira no átimo deflagratório de abrupta metamorfose degenerescente.
     Educadores plagiadores demonstram ao corpo discente, conquanto tentem absconditar-se em sucessivos velamentos, a transgressão exacerbante com relação aos direitos autorais. Não designam a leitura de livros inquisitoriais, mas apenas textos xerocopiados dos livros de poder aquisitório expressivo; assim também, sem dilucidação, revistas, dicionários, enciclopédias de grande vulto e tantos outros aparatos pertencentes ao vetusto sistema de uma maioria – que jamais seria capaz de conter a sanha desenfreada dos trabalhos sem textos nem coordenadorias de desorientações contundentes.
     Farisaicos educadores estão, decerto, à vista de muitos que os observam atentamente. Tentam dissimular quanto às notas dos trabalhos e provas, (se possível, o quantitativo); ao passo que o qualitativo, empregado em dias hodiernos, apenas oportuniza a passagem de débeis aprendizes – de uma serie para outra, numa visão estatística imerecida, na qual há demonstrações de inúmeras aprovações sem base, proporcionando um prosseguir sem resultado de acessar a probabilidade com relação ao adentramento ao concorrido mercado de trabalho.
     Edudeseducadores capazes de induzir a feitura de xerocópias – que se restrinjam não só a um especificado capítulo, mas abrangentes ao livro por inteiro, suscitando uma demonstração inequívoca de um plagio cabal, e que transgride as regras regulamentares dos direitos autorais. E, dessa forma, espera-se que seja feita a cominação aos violadores, até então visualizados, em detrimento dos que não praticam ações nequiciais de extremo repúdio. Quanto à prática da educação sentimental – muito dificilmente registrada nestes dias de predomínio dessentimental avassalador, preponderante em todos os diversificados ramos da atividade humana.
     Após o aprestamento de uma apostila volumosa, o dito mestre edudeseducador insinua ao discípulo a assinatura do seu próprio nome, constituindo um bizarro arquétipo de obra apócrifa (sem que haja redundâncias aparatosas de maiores corroborações) em estatutos inequacionais existentes nestes dias de entreveros injustificáveis.
     A carência educacional do educador (uma reinterpretação lacunosa e malévola quanto ao ato de ministração do conhecimento) faz com que ele não consiga, com aprazimento, ensinar aos discentes os artifícios evagatórios da arte paralela no sentido lídimo de empregar o recurso da paráfrase.
     Tergiversar, embora seja desconhecida a expressão ético-semântica, preenche o edudeseducador, o qual indemanda de recursos corretos – somente os que pertençam a ala dos esconsos – cujo tempo se predisponha no sentido de estigmatizar os préstimos proporcionados pela importância da divisão do tempo – de modo integral – para cada disciplina – estabelecendo o que se denominava de aula, e não apenas um lídimo embuste de cinquenta minutos de cabal expungimento simulacral.
     A tartufice – desses embaídos da leitura eletrônica, em grande antinomia abjeta, faz com que eles sejam representados sob a emblemática da ignomínia.
     Edudeseducadores normoanormais que privilegiam o trinômio que eles próprios ignotam, em face de uma cabal insipiência, estando relacionadas às suas parcas cognoscibilidades. Esses dadores de aula, em sua maioria, prendem-se, indistintamente, aos comodismos atrelados ao trinômio: fictício, factício, factível!
     Tais mestres sem ética tentam refutar os métodos que foram utilizados pela cognominada “Escola Tradicional, posto que não demonstrem nenhum tipo de evolução capaz de preencher as frinchas existentes nas proliferantes lacunas evidenciadas nos interstícios esfíngicos de uma aprendizagem presumidamente aplicada de modo errôneo, sobremodo no que concerne ao digladiante mercado de trabalho.
     Mestres sem maestria, buscando para si os aparatos do “Notebook”, “Netbooks”, “Tablet” – e de tantos outros penduricalhos e aplicativos ciborguéticos. De maneira escalafobética, sem que se ausculte a progressiva regressividade dos sentimentos remanescentes em meio às experimentações bombásticas, notadamente as que estão sendo executadas, tendo por direitura a profligação das inúmeras teorias inumadas, obliteradas, olvidadas – no decurso peremptorial de mais algumas décadas – em cabal ineficácia – sem que existam cumplicidades perseverantes e persuasivas.
     Que educador vem vindo aí, à sorrelfa, em nossa direção?... Seria, nesta manhã penumbrosa, a protótipa imagem perquiritória, revendo o comportamento inquisitorial do Diretor Doroteu, mestre dos mestres, -- sempre de terno azul-marinho, adendando em sua indumentária, de modo impecável, a borla e o capelo!...
     -- Senhor Diretor, -- dissera o Felipe --, ostentando um sobrecenho cerrado – como se quisesse reassomar os postremeiros laivos da palingenesia. E, entre uma confabulação e outra, adentra o Juvenílio, representando o próprio sistema simulacral dessa nova classe de educadores degenerados, hodiernamente, qualificada em função dos seus péssimos exemplos – haja vista um inusitado arquétipo execrável destes reclamantes, que, também, fazem parte integrante do sistema deseducacional na “Educação Brasileira”.
     Caros observadores da leitura, esses indivíduos serão algum dia educadores?!... Decerto, permanecerão na qualidade de embromadores dos novos conhecimentos – e sem postura nem base em conhecimentos gerais.

     Os conhecimentos pertinentes ao âmbito científico, de modo generalizante, demandam horizontes promissores, buscando várias tentativas no sentido de solucionar problemas psicossomáticos, cuja cronicidade vem ratificar os átimos agrurosos das brumas da insipiência renitente, nestes dias de crúcia acrimoniosa, onde novas drogas químicas proibidas, apenas na especiosidade contumácia, imperam o círculo vicioso implantado nas variegadas comunidades do orbe, causando uma série inopinada de síndromes nunca dantes vistas nos diferentes tipos de comportamento, decretando as piores degenerescências, com imprevisíveis consequências fatídicas!...

                                                                Wilson  Cerveira

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

BENEFÍCIOS DA OBLATA

   Um desconhecido adentra ao ônibus, e vem trazer alvíssaras independentemente do credo das demais pessoas já posicionadas em seus respectivos lugares no transporte coletivo. Dá-nos ares de quem se desvencilhou dos mais ferrenhos círculos viciosos ocupantes das variegadas estratificações sociais; malgrado a sua fisionomia passe despercebida diante dos semblantes ostentados pela maioria dos mais insensíveis seres humanos.
      O moço mesmo declara que houvera abandonado, com o auxílio da Divina Providência, o mundo das drogas vorazes – as que promovem a lidima deliquescência concomitante de ambos os meios: extrínseco e intrínseco.
     Lituano, em sua fleugma, vai deitando no colo das pessoas duas canetas encapadas, contendo como anteparos os exortativos presentes nas notificações de maior relevância, estando correlacionadas aos âmbitos educacionais. Ei-las, então: “A Instituição Social Manassés surgiu em São Paulo, no ano de 1997, hoje com, aproximadamente, dezessete anos de fundação, atuando em todo território nacional e internacional, quanto ao controle no que concerne ao tratamento de dependentes químicos, onde a população tomara lidimo conhecimento de que a epidemia do “CRACK” se alojou nas nossas cidades e com isso foi quando houve o aumento da violência”.
     E o moço vocaciona os presentes persuadindo-lhes  da importância referente ao ato de adquirir estes modestos produtos ao preço de apenas uma tartaruga, apresentada na cédula de R$2,00 (dois reais). Além do mais, como complementação, deparamo-nos com o salmo 91:7 exarando o seguinte: “Mil poderão cair ao teu lado, e dez mil à tua direita; mas tu não serás atingido”.
     No desaconchego das poltronas furadas e com alguns parafusos perdidos, e outros frouxos; pressente-se a presença de uma algaravia de deseducados – indivíduos provenientes de famílias desabridas – quase todos os ocupantes do ônibus, com raras exceções, vão devolvendo os simples objetos destinados à escrita. Como a maioria dos livros, esses preceptores de importantes informações não estão em voga, nestes cruentes tempos em que se refuta a escrita, numa tentativa de inaugurar uma crástina geração ágrafa. Não se confuta a forma do continente, mas o seu conteúdo vacuoso em substâncias oriundas do orbe, as quais aliciariam de passagem até os que não são viciados! Afigurar-se-iam sob o formato de cartuchos cerrados em suas extremidades – numa redundância geométrica de cilindros reminiscentes!...
     A população, em sua maioria, constituída por elementos insolentes, – de procacidade a toda prova –, justifica os atos de crueldade praticados por aqueles que se utilizam de meios esconsos, onde há outro  tipo heteróclito de linguagem, na qual os brutamontes seres preferem o gládio nequicial das armas brancas!... De fato, a tradução é protervial em toda a sua extensão incisória, ficando os órgãos da fala à descoberta – numa cabal mudez sepulcral!... Então, tem-se a primazia da arte esgrimista na delimitação das atitudes humanas, repletas de inumanidades corroborantes, quanto aos metamorfoseantes modos de comportamentos degenerativos – do menos ao mais agravante, com resipiscência de ratificativo desagravo!
     Como sentir nas profundezas d’alma o bem-estar proporcionado pelos benefícios da oblata? – Alguém desideraria desenvolver e disseminar o ato de autoajuda, propiciando a remição dos que conseguiram os banimentos dos círculos viciosos de muitas drogas coligidas – num conflagrar de superdosagens.
     Como se tornaria utilitário adquirir esses pequenos objetos, despendendo somente uma cédula correspondente a uma simples tartaruga! Que deseducação reinante vem se implantando, nestes cruciais dias hodiernos, no que concerne ao modo de refutar o que é lídimo exequir ou inexequir no sentido benfazejo!
     Estou a defender, de maneira acirrada, tudo o que é de bom alvitre exarar a respeito  das benemerências atribuídas à Associação Manassés, veridíssima instituição social, que é, na legitimidade exatorial do vernáculo, uma ONG (organização não governamental), simbolizando, de modo expressivo, um conjunto de casas de recuperação para dependentes químicos e alcoólicos, advindos de várias plagas, sem que haja fins lucrativos, e, ainda, oferecendo um tratamento com duração total de nove meses sem cobrança de mensalidades.
     É conveniente reiterar, de maneira intemerata, -- diz o interlocutor, – ao adentrar, e, em direitura surpreendente, percorre em sentido longitudinal – o corredor da locomotiva: Caros Patrícios e Irmãos em Cristo Jesus, eu quero dizer-lhes que, por milagre de Deus, consegui me libertar do mundo das drogas; e, destarte, pretendo permanecer remido, -- dissera o Aquiles --, tacitamente, com a vênia do “Divino Mestre” – em sua onipresença, onisciência e onipotência infinita!...
     As pessoas, de modo genérico, em seus empedernimentos ramerréicos, se deixam entregues aos pronunciamentos aleatórios, sem finalidade educacional convincente, como se ninguém pudesse lhes dar um minuto sequer de atenção – antes de saírem pelas portas laterais dos transportes coletivos.
     Reiteradamente, desideraria de que me ouvissem, caso haja educação para tanto!..., conforme exarara o Aquiles --, um pouco antes da parada do veículo. Eis, então, o mais dilucidatório de todos os proferimentos até hoje ministrados com sapiência espiritual, sob o alumbramento acendrado da “Divina Providência”.
     A casa de Manassés, senhores, corrobora pela milésima vez o senescente Nicolau --, nunca recebeu ajuda de órgãos municipais, estaduais e federais. Nesse caso, necessita da sua colaboração para manter os umbrais abertos; e, assim, continuar resgatando jovens e pais de família, os quais vivem soçobrados no submundo das drogas e do alcoolismo.
     Jamais pensara de modo antinômico, porquanto a sua oblata servirá para o pagamento de todas as despesas, tais como: alimentação, contas de água, luz, telefone, aluguel, e tantos outros dispêndios que podem ocorrer no decurso do tratamento a ser realizado com certo grau de premência imprescindível!...
     E é nesta hora sacrossanta, de percuciente meditação, que se pode vislumbrar a insólita operação divina, dando ensejamento aos dois principais mandamentos, fundindo-os de forma coalescente: “Ama a Deus e ao Próximo, como se foras amar a ti mesmo”. Nesse caso, de modo genérico, ampliarás a prédica do Bom Pastor – em sua benfeitoria esplendorosa!...

                                           Wilson Cerveira


quinta-feira, 20 de novembro de 2014

ALÉM DO LIMITE DA DOR PSICOSSOMÁTICA

Para transigir o recrudescer da estremadura sobejante, da dor psicossomática, – dissera a negra Carmosina, – após meditar as palavras sacrossantas de Santa Catarina de Sena, no momento em que avocou o seguinte pensamento: “O sofrimento é um sacramento”. De igual maneira, é preciso ter fé – uma fé capaz de remover montanhas, e que reúna as máximas condições de jugular as síndromes paroxísticas palindrômicas.
     É de plangenciar a cominuição da parte física, com percucientes estropiamentos, podendo aduzir a ilações onde a terapia se torna muito difícil quanto ao nível de consecução plausível!...
     Na extremidade direita da mesa principal, o senecto Antonito, – num suspirar copioso de quem ainda arquejava laivos vitais –, tentava repuxar-me pela camisa, enfiando os seus dois dedos de maior diâmetro em meu colarinho, como se quisesse trazer-me rapidamente para junto de si, na tentativa imperiosa de obedecê-lo integralmente, em gênero, numero e grau.
     De fato, ele, ainda, não demonstrava o anelo de ficar preso aos exercícios de anteparação da musculatura dorsal, não desiderando as exatoriais estremaduras requerentes ao período de tempo suficiente, abrangendo todos os quadrantes horários, e que tivesse por finalidade o arrefecimento das fibras nervosas tensionais, cujos centros energéticos se fizeram acumular no decurso impiedoso proporcionado pela inexorabilidade do tempo oxidativo, que sempre ostentara a competência de carcomer os postremeiros laivos resultantes do mecanismo da oxirredução – de ampla ação expungitiva!...
     Deveras, não havia meios de eximição cabal, – conforme Pulu --, já que a violência exacerbara a cada dia, remanescendo os resquícios crônicos do próprio cerceamento – numa hermetização nunca dantes presenciada – dando o aspecto fantasmagórico de um círculo ígneo de intransponibilidade reversível!
     As dosagens medicamentosas que mitigam as implexas disfunções orgânicas devem ascender gradativamente, sobremodo no que concerne ao doseamento concentracional da droga trapaceada, isto é, a mesma que está sendo indicada através de uma prescrição médica a ser obedecida por um determinado prazo de regularidade funcional no organismo.
     Consoante pesquisas realizadas no âmbito cientifico, isso não impossibilitaria a morte por iatrogenia. Em farmacologia, o termo iatrogenia refere-se a doenças ou alterações patológicas causadas por efeitos colaterais dos medicamentos. Do ponto de vista sociológico, a iatrogenia pode ser clinica, social ou cultural. Malgrado o vocábulo, em sua semântica protótipa, esteja correlacionado às consequências de ações danosas exercidas pelos preceituários médicos, os efeitos iatrogênicos podem, igualmente, ser as resultantes proporcionadas por outros profissionais, tais como: psicólogos, terapeutas, enfermeiros, nutricionistas, dentistas etc.
     Podemos enumerar as fontes de iatrogenia, sobremaneira as responsáveis pela mortalidade iatrogênica. Ei-las: erro médico; negligências ou procedimentos com falhas; suicídio assistido, que é a mesma eutanásia; má caligrafia nas prescrições; interações medicamentosas; efeitos adversos ou colaterais dos medicamentos; má utilização dos antibióticos, aduzindo a formação de inusitadas resistências bacterianas; tratamentos radicais por tempo indeterminado; erros crassos referentes a diagnósticos protraídos; infecções nosocomiais adquiridas através de inóculos presentes em colchas, colchões, travesseiros e demais objetos não esterilizados, e que estejam de acordo com as necessidades dos diferentes graus térmicos; transfusões de sangue sem os critérios exigidos pelos regulamentos estabelecidos conforme a padronização da higidez.
     Lázaro já havia sido pranteado por suas duas irmãs: Marta e Maria, como sendo um adeus patético de uma crástina cerimônia com sinal de eterna despedida!
     De repente, com a presença de Jesus, outro hálito se formara na própria edificação da fé verdadeira, que é aquela que faz saltar oceanos!...
     Lázaro fora ressuscitado por Jesus Cristo, mesmo já se encontrando organicamente num estado de putrefação correspondente ao quarto dia, após a lídima decretação da morte física.

     Somente Cristo, em seu poder infinito, é capaz de aniquilar os dois fundamentais componentes do indivíduo: o corpo e a alma. Nesse caso, deveríamos plangenciar a defecção existente em nós mesmos, no ínterim em que estatuímos a sucumbência de nossos ideais – símbolos nutridores de esperanças redivivas em toda sua plenitude, sobremaneira na essência da palingenesia, que é o eterno retorno de todas as experimentações vividas e sofridas no decurso temporal, representando o somatorial das vacuidades colhidas no peremptorial estigmatizante das coligidas consumações!...

                                                   Wilson Cerveira

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A MÁXIMA DEGENERESCÊNCIA DO COMPORTAMENTO HUMANO

     Anteriormente, Nilda, reexamina o prístino – em toda a sua dimensão transformista – e chega à ilação acerca do ato de degenerescer (onde o individuo vai, pouco a pouco, perdendo a lidimidade de suas protótipas características). Esses caracteres são perlustrados em várias dimensões, podendo abranger aspectos positivos, negativos, normais, seminormais, anormais, normoanormais (os que remanescem nas estremaduras do plausível!...)
     Elieudo pensara que as degenerescências seriam gradativas, e o somatorial dos seus efeitos ocorresse em proporções definidas; como se obedecesse a um sucumbir cumulativo ao longo das cronologias registradas com o percucientar do tempo de uso e desuso, constante e reiterativo.
     Ninguém ressumaria, abruptamente, uma conotação fenotípica nunca dantes deslumbrada pelos arroubos de especiosidade espasmódica, verificada, de modo ratificante, em toda a sua extensibilidade comprobatória.
     Hodiernamente, as barbáries atinentes ao comportamento humano têm sido as mais aviltantes de todos os tempos vividos no telúrico, ultrapassando quaisquer limites de respeitabilidade. Protrai-se a aréola, despercebidamente, como se fosse outro arquétipo de premente caráter vocativo!...
     Em todos os estigmas remanescidos, ressumbra-se o desiderato de detectar o de maior concentração, exatamente o que reminiscenciou o postremeiro aparato. E, desse modo abstruso, recrudescem as sucumbências físicas, psíquicas, espirituais e sociais, – as quais estão todas coligidas nos absconsos escaninhos do subconsciente estertorado de traumas acumulativos e irreversíveis.
     Os labéus de caráter imputabilizam as pessoas, – de modo ignominioso –, somente se elas não tiverem o respaldo das facínoras leis compactuadas pelos três podres poderes – “Executivo, Legislativo e Judiciário”.
     Nunca a vi tão degenerescente! – dissera o Nicolas –, antes mesmo que uma descomunal toalha lhe envolvesse por inteiro o corpo, ainda mádido pelos postremeiros pingos de água, provindos do vetusto chuveiro, sempre pronto no sentido de amainar a recrudescências bochornais reiterativas, oriundas das derradeiras temperaturas oscilantes – no que concerne ao ato da concretização das patologias de caráter fatalístico.
     Nestes tempos de desnudez, a camareira Dulcinéia havia implantado o tetraquini – óculos escuros, chapéu, esteira e chinelo, abdicando as demais peças do vestuário, sobremodo as concernentes às estruturas extrínsecas, ainda perlustradas no decurso longitudinal das diversas porciúnculas corporais.
     As mutabilidades desabridas e demudatórias do comportamento humano-inumano ascenderam de maneira reptante; e, hodiernamente, não se sabe pesquisar o encetar atinente ao mínimo estado degenerativo. Desse modo, o limiar dos distúrbios tendem para a ilação peremptória dos desvios somatorizados no decurso do tempo inexorável. As nequícias são de equipolências milimétricas, não se podendo mais aquilatar as disfunções que aduziram um expiar cominatório mais objurgativo.
     É deplorável premonicia o escatológico de uma humanidade submissa aos preceitos iníquos do inumano. Não se pode discernir quem está ao lado da razão, pois a instabilidade nos reina mais variegados âmbitos das mesmas sinonímias exaustoriais: futilidade, frivolidade, leviandade!... O teu indicador de maior precisão está suscetível de demudações abruptas e inelucidáveis em cabais lobrigações detectáveis.
     O conversor da amizade é amplamente reversível em dias hodiernos, tendo inclinações para a subversão dos valores psicossociais e espirituais. A inconformação baseia-se nos despautérios ocorrentes nestes dias de crúcia compungente.
     Todos os desideratos são apregoados no reverso de todas as veracidades. Não se assinam as assertivas de quaisquer naturezas. São, por si só, hesitantes, estando a olhos vistos e quase sempre em gládios metamorfoseantes irreversíveis. Assim sendo, os modelos obliteram-se no decurso dos tempos, onde horas, minutos e segundos são vítimas de uma carcoma ilididora; e, nesse caso, não remanescendo os laivos de suas componências psicossomáticas.
     A mesma pessoa que vem lhe ofertar flores nos epinícios, decerto, é capaz, em outro momento, de demudar-se colapsalmente; e, em detrimento de tudo o que ela fizera de benemerência, e, também de reagir, de modo heteróclito, sacando uma pistola automática – de alta precisão – em sua direção, acertando-a fatalmente!...
     Quem são essas criaturas?!... São as que ostentam atitudes benéficas, maléficas e estroinas!..., – em tempos distintos --, ou, então, em concomitância alarmante em todos os quadrantes da passionalidade humano-inumana!...
     Então, as atitudes sofrem variabilidades escalafobéticas diuturnamente. A mesma criatura que você viu amanhecer, aparatando um tipo de personalidade, demudou-se de maneira cabalística e impressionante; nada mais remanescendo de suas características protótipas. Diante dessa vacuidade estúrdia, revemo-la sob outro prisma – cabalmente esquipático – fazendo com que ela se tornasse irreconhecível no âmbito do conhecimento da mente humana, que continuará sendo antinomicamente polemizada em todas as averiguações teórico-práticas!...

                                        Wilson Cerveira


terça-feira, 28 de outubro de 2014

COMUNICAÇÃO SEM DEFERÊNCIA


     Eliseu, randomicamente, passou a ser o detetive das inúmeras comunicações sem deferência. Às vezes, utilizando um olhar de esconso, vislumbra, lateralmente, o telefone celular do vizinho, e, para caracterizar o heteroclitismo arroubante, observa, através do binóculo, o não atendimento ao vocativo estentórico; e, consequentemente, o fenecer da ligação, tendo por parâmetro improvisado – a palma da mão do sujeito energúmeno, que, nesse átimo, revelava não possuir o que ainda se chama de princípios basilares da polidez e da etiqueta.
     Em detrimento instrucional, as escolas do modernicismo resolveram implantar as prerrogativas das protraídas volições do prístino, representando os pródromos dos diversos sistemas de espairecimento das várias atividades recreativas, tendo por cerne o fanatismo da pelota, reduzindo dessa forma as descomunais vicissitudes turbilhonárias do crástino. Isso tudo é tartufice, simbolizando um tipo de integralização que se fecha hermeticamente, reduzindo ainda mais o tempo remanescente, que é necessário ao manuseio diuturno das habilidades cognitivas imprescindíveis, sobremodo com relação a quem pretenda aprender o mínimo das disciplinas básicas – as quais compõem a maioria de todos os concursos efetuados nestes dias de priscas nequícias!...
     De fato, a comunicação embuçalada cerra-se no precipício da própria vacuidade. Então, a delação ficará interaliada ao fantasmagórico, pois a emissão do conteúdo, que fora antes retratado, restará para perfazer, concomitantemente, os volitivos atinentes aos elementos integralizantes: expedidor e destinatário.
     Nesse caso esdrúxulo, -- de virtualidade corroborada, – o virtual, onusto de espectros, cujas inserções vão se dispersando gradativamente ao longo dos eixos evagatórios, empeçando os contornos periféricos e os escorços – figuras geométricas localizadas no decantado plano de épura!...
     Eis o assomamento do continente, capa rebuscada contendo um impressionismo especioso, deludindo, subitamente, a visão ofuscada, uma vez que, sem tartamudeios, o intrínseco tecnológico permeia nos intricados mecanismos existentes em todos os requintados dispositivos móveis repassados para estes tempos de cibernetismo exacerbado.
     Então, entre o lúgubre e o álacre, vaticinam-se os laivos do vacuimento da linguagem fotoacústica, à medida que os aparelhos se amplificam sobejamente, como se quisessem atender ao concomitante mixordismo acústico açambarcante quanto ao somatorial de vias orais, escritas e imagéticas, num diversificismo ininteligível – no portentoso âmbito da polimatia.
     Logopéias são construídas com o propósito de despertar uma motivação adequada, propiciando circunstâncias de ascendência plausível quanto aos variegados caracteres fenotípicos e genotípicos, isto é, genofenotípicos, mormente os que foram herdados através de bizarras manifestações atávicas inelucidáveis no que se refere aos inúmeros desvairos etológicos, evidenciados nestes inextrincáveis dias de recrudescências hediondas, sobrevindas de todas as inumanidades coligidas no ramerrão existencial. 
     Agora mesmo, nestes átimos inexprobratórios, o monsieur Elisandro, um baita voguista aturdido, teve o desplante heteróclito de ad-rogar uma mensagem sem texto; ou, então, um texto sem mensagem?!... Abismaticamente, o sujeito em apreço reconditou-se aos pontos nevrálgicos dos maiores despenhadeiros das ligações frustrantes, nas quais o expedidor e o destinatário, ambos estão a percorrer sendas estúrdias, regidas por sistemas operacionais em constante paradoxismo.
     Em outros antanhos, reitera-se que, em se tratando de uma possível geração ágrafa, surdirão energúmenas mensagens sem texto; ou, então, mentecaptos textos sem conteúdo – em cabal dislate --, e, mesmo assim, se processarão, gradativamente, ao largo clamoroso desta imane e disturbiante comunicação sem deferência compatível!
     Destarte, as imagens simbolizam, nesta especiosa hodiernidade, continentes sem conteúdo. Apenas servem para impressionar, com falácia, a sensória da visão estática, – e não estética –, com relação ao referencial do colimador.
     Desídias injustificáveis ressumbram o grau de deseducação do receptor incipiente, e, sobremaneira, no que concerne ao arauto, sem que – “o mesmo apresente interesse” quanto ao ato de lê-lo e relê-lo, amiúde. Outrossim, caso o desagrado seja corroborado, o interlocutor, mal sucedido, deleta-o completamente, e, por vezo, tenta ratificar a imputabilidade da “Operadora X”, que está atrelada ao sistema computadorizado, sendo, nesse caso, acoimada pelo não repassamento do excerto.
     A comunicação sem deferência pode estar presente nas diversas formas redacionais – as mais obsoletas até as mais recentes, sobremaneira as que sobrepujam os níveis de quintessência. De igual modo, teremos os êmulos dos parâmetros paradigmáticos: a venusta missiva (conduzida por estafeta); telegramas (com número de letras restritas); SMS; Facebook; Twitter; Skype; Whatsapp e tantos outros arranjos e desarranjos proporcionados por uma moderníssima tecnologia, onde as pessoas, de modo geral, empregam uma lúgubre comunicação sem deferência!... E, de quando em quando, uma voz estentórica perscruta o seguinte: “Estás a ressumbrar alguma apoplexia heteróclita?!...”

     Logo, hás de concluir – sem protraimentos hesitatórios – que liguei e religuei para o teu numero da OI; e, de modo nequicial, execraste com iracúndia o neófito vocativo!... E, caso remanesça alguma educação, requesto redarguimento plausível.

                                                     Wilson Cerveira

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

A INVERSÃO DEGRADANTE DOS VALORES ÉTICOS

  As pessoas, hodiernamente, apresentam a capacidade estróina de aceitar o errado como acerto. Ambos os parâmetros, acima mencionados, se confundem de tal maneira, tornando difícil o ponto basilar de tangenciamento referencial. 
     A deseducação medra nos lares, onde os pais oferecem os piores exemplos. Chefes de família chegam a matar seus próprios filhos, e, vice-versa, tendo a ousadia de jogá-los pelas janelas, inumando-os no lixão, ou, então, fazendo-os de reféns!...
    Decerto, com muito contristamento, os valores morais estão completamente vilipendiados! Num átimo de animosa crucia, lobriga-se uma mãe megera, que é praticante de abortos e, também, de maus tratos, portando índole perversa. É considerada como se fosse uma lúrida heroína das liberdades hediondas. Um pai que expende seu filho, ainda de menor idade, induzindo-o ao âmbito compulsivo da promiscuidade sexual, e é visto na condição de um tipo de herói maculatório, que é o da progressividade degenerescente.
      Hoje, de modo insólito, nada mais assusta o perlustrador experto, pois, de maneira inquestionável, tudo se encontra cabalmente invertido. Outrora, o que se considerava anormal, passou a ser falaciosamente normal quanto aos símbolos das variâncias existentes na essência da normoanormalidade plausível.
     Estamos a vivenciar o tempo da exacerbante degradação moralista. Aliás, aquele que predica a ética – em momentos de altercação – pode ser o mesmo que não a pratica! Nesse caso, o escatológico vaticinará um porvir lúgubre, no qual presenciaremos o degenerescer peremptório: físico e mental do ser humano, -- aparatando, de igual modo, inúmeras características inumanas!
     Hodiernamente, muitos pais são governados pelos filhos, ou, então, temem exercer seu paternal senhorio. De fato, o desrespeito aos mais provectos tem sido o estigma basilar de uma juventude desorientada e extremamente carente, sobremodo com relação ao sentido lidimo, melhor aclarando, do que se denomina de sistema deseducacional!...
     O patriotismo há muito foi abolido das escolas, e, nesse caso, não existe mais quem se emocione frente a um desfile cívico, a uma solenidade frustrada de hasteamento da “Bandeira Nacional”. Poucos são os que sabem cantar o hino da “Pátria Brasil”, e, concomitantemente, identificar, através dos desenhos, os símbolos nacionais!...
     Reitera-se do exposto, sem hesitação, que até os “suvenires”—em dias de hodierna crúcia -- têm sido obliterados. Houve descaracterização do objeto e do lugar! O esquecimento passou a ser arguido como sendo a justificativa maior das superocupações infrenes!
     Os mais idôneos assistem contristados à sucumbência do senhorio nestes dias de cruência!... Tudo o que se presumia faz reminiscenciar os pródromos do soçobro renitente!... De fato, eles estarão sob forma de pequeníssimos fragmentos, disseminando ideologias concernentes ao telúrico e seus díspares íncolas!...
     Os incipientes estrugem o tipo de deblateração sem estremaduras cerceantes. Partem em direitura ao vácuo propelitivo, e, nesse interregno, demandam seriíssimos defeitos conflagratórios.
     A blasonaria grassa em todos os âmbitos multidirecionais, impondo ditames preceptores cuja intenção ominosa é a especiosidade persuasiva.
     O vestir não mais obedece ao local apropriado, ficando à mercê da anuência do uso e desuso, indiferentemente. E, então, a indumentária do “sem roupa”, abrangeu espaços cerrados quanto à coibição do uso, tais como: em repartições públicas, escolas, universidades, tribunais, palácios etc.
     Nesse caso, o que está em voga é a desnudez ou a sobeja tacanhez a todo custo, vindo a ser corroborada à guisa de provas cabalizantes.
     O mais senecto permanece à deriva, extorquindo-se-lhe tudo o que possuíra – desde o tratamento até o direito lídimo de gerir o que ainda lhe pertence neste telúrico, após vários anos de gládio trabalhista. O estipêndio não lhe chega ao bolso, pois, -- sem perplexidade – o acolitante torna-se usurpador ao máximo da pecúnia alheia, mesmo havendo a presença da carteira vinculatória, – em virtude de ter exercido a sua função de exator da Fazenda Nacional, até o átimo em que completara sete décadas. Daí, por diante, os emolumentos passaram a ser lobrigados fortuitamente, não se sabendo os motivos esconsos dessa afoiteza comportamental heteróclita!...

                              Wilson Cerveira

terça-feira, 7 de outubro de 2014

A IMPACIÊNCIA DO PACIENTE

     Parece ser paradoxismo justificável apenas na grafia!... Em se tratando dos fatos, das ações e reações comportamentais, é plausível ressaltar a veracidade existente de modo generalizante – atribuindo-se, de maneira cabal, somente os beneplácitos compungenciais para todos aqueles que expiam as lancinações das enigmáticas patologias.
     Porventura a síndrome do paciente agônico, em vez de outra qualquer, – seja menos permissiva –, não havendo a mínima probabilidade da presença de atresias em órgãos e sistemas orgânicos.
     Zebum era o cachimônia de maior vulto, pois herdara as intrinsidades das características genotípicas e fenotípicas dos dominantes; conquanto a razão nem sempre seja propícia, abrangendo também os caracteres imprevistos dos elementos recessivos, podendo ser ressumados após um seriado de várias centúrias de cabal reconditismo!...     
     Com relação ao óculo usado pelos ícones dos sazonalizados profissionais de diversas áreas do conhecimento; de fato, presume-se que a maior das efígies pertence ao insólito doutoríssimo, que era o mestre dos mestres, estando sempre acolitado dos seus aparatos, além de ostentar constantemente borla e capelo!
     À medida que o individuo não transija as estremaduras da dor, renuncia verazmente o estado de paciente que lhe fora atribuído naquele interregno de percuciente lancinância. E, desse modo, em caso de emergência, o paciente é visto discriminadamente, ocupando posicionamento impróprio – no pensar errôneo de determinados especialistas –, e, então, passam a exercer – de maneira coercitiva – uma dimensão secundária, na qual os meandros das sendas impérvias obiciam todas as clarividências proféticas.
     Através dos tais planos de saúde, e, também, do SUS (Sistema Único de Saúde) e de outros credenciamentos, o paciente se sente extremamente subordinado, e, às vezes, incorrendo em planificações de cunho – terciário ou quaternário, conforme as suas possibilidades financeiras..., sendo, nesse caso, lobrigadas por meio de patamares estabelecidos nas tabelas pecuniárias, onde o registro vale mais do que quaisquer vaticínios perfunctórios!
     A morbidade do individuo exacerba-se quando recebe uma noticia, exarando que sua conduta seja procrastinada, com indicação de regresso para o limite temporal de cento e oitenta dias, após serem consignados os pródromos orgânicos!...
     De súbito, para surpreedimento generalizado, surdem do nada, indirecionalmente, os estúrdios argumentos, estorvando, de modo cabal, os desvalimentos, quase todos sendo ressumados através de percalços terapêuticos; ou, por intermédio de hesitantes recursos paliativos, tendo por objetivo a prospecção de quaisquer imbróglios catastróficos iminentes.
     Para quem, decerto, serviriam as afamadas amostras grátis dos medicamentos, ora em testes qualitativos e quantitativos, na produção industrial dos diversos fármacos, cuja iminência se dá quanto ao atendimento das mais categorizadas provações patológicas?!...
     Quem receberia a devida outorgação, uma vez que os impostos recolhidos têm sido escamoteados e dispersos, sorrateiramente, nas contas que se dizem pertencer ao flagelado erário da população dos mais humildes servidores – credenciadas por “Bancos” especializados quanto ao ato contínuo e constante do surrupiamento esconso?!...
     Qual seria o real direito do paciente? Ele suportaria as dores oriundas dos descomunais padecimentos, e, na condição precária de representar, de forma concomitante, um ser humano-inumano, teria suporte suficiente para aguentar as acrimônias, as agruras e tantos outros infortúnios, que estão absconsos nas mais ferrenhas adversidades!...
     Com relação ao doente, a sua terapia é caríssima, indo além do estipêndio plausível, exigindo sempre novos procedimentos comutativos e capazes de jugular os paroxismos palindrômicos da enigmática moléstia que o acometera abruptamente.
     Os efeitos colaterais dos medicamentos se manifestam no momento em que são administrados a um organismo sensível, com capacidade de rejeitar ao tratamento reivindicatório, estando este em direitura ao interregno prolativo almejado para seu cabal restabelecimento.
     Finalmente, quais são os hospitais que ostentam maiores ou menores condições de acolhimento, para que haja o devido credenciar de aceitabilidade, visto que, em sua maioria, não atendem como deveriam fazê-lo, mormente as classes sociais que aparatam parcos recursos financeiros.

     De fato, há hospitais que ostentam verossimilhanças com os hotéis de luxo, porquanto, sem motivo aparente justificável, cobram diárias extorquidores. Entretanto, os pacientes não chegam a detonar a sua iracúndia no “Governo”, que é o acoimador de todas as circunstâncias paradoxais vigentes, deixando – quase sempre – uma imane vacuidade em todos os sujeitos que se predispõem ao atendimento do doente; conquanto sejam exíguos os que ainda aparatam suas reservas éticas adquiridas no decurso inexorável do longo período educacional!...

                                                          Wilson Cerveira

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ESTIGMATIZADORAS IMAGENS PSICOSSOMÁTICAS

     As variabilidades do etológico orgânico estão a propender a partir do nível gradacional das respostas relacionadas aos produtos químicos – no decurso temporal dos seus respectivos estados assimilatórios, podendo ser lentas, graduais, proporcionais ou equivalentes a algumas velocidades de reação; ou, até mesmo, ultrapassando as estremaduras acelerativas dos reagentes que as integralizam cabalmente. Nesse caso, essas diversas substâncias químicas, tendo por basilamento os parâmetros – qualitativo e quantitativo --, abrangendo suas específicas concentrações reacionárias quanto aos limites máximos e mínimos que estejam apropriados aos mais contundentes e paradoxais comportamentos orgânicos!...
     De fato, as estigmatizadoras imagens da psicossomática dependência promanam dos organismos que sindromiam determinada carência, conquanto a ciência hodierna – por maior auxílio que tenha auferido no âmbito dos avanços tecnológicos, ainda enigmatize as disturbiantes causas relacionadas a essas indefinidas carências; ora de etiologia basilar física, ora de natureza psíquica, ou, então, coalescendo para os abstrusos meandros do psicossomatismo cabalístico!...
     Porventura, a depender da probabilística, esses seres tenham seus lídimos etológicos a partir da vida intrauterina, de onde passam a submeter-se direta e indiretamente do organismo materno, malgrado o sangue fetal independa do sangue materno.
     Há criaturas propendentes ao consumo exacerbado de drogas lícitas, ilícitas ou por meio de prescrições médicas acompanhadas de guias, as quais são repassadas pelos clientes aos profissionais farmacêuticos – técnicos responsáveis --, no que concerne ao arquivamento desses formulários nos respectivos armários dos estabelecimentos de saúde, estando esses móveis guarnecidos por cadeados, chaves e demais meios protecionais. E, então, é uma forma de controle dos produtos químicos sujeitos à retenção, já que, em detrimento aos efeitos deletérios causados no humano, determinam ainda uma percuciente dependência psicossomática, recrudescendo com as dosagens a serem administradas no decorrer de um tempo aparentemente vertiginoso.
     Os dependentes digladiam-se, diuturnamente, e atravessam várias fases – desde a mais eufórica, em que pese aos diferentes tipos de palindromia, até o fastígio estrugidor dos sindrômicos atinentes ao etológico delírio-alucinatório.
     As fantasmagorias imagéticas proliferam-se infrenemente, sem que existam sofreamentos necessários aos emergentes provimentos, abrangendo as causas, os efeitos deletérios e tantas outras consequências inopinadas.
     De fato, as amarras estigmatizantes, sendo dimanadas – quase todas – da dependência psicossomática, independente da faixa etária, não estão submissas aos comportamentos compulsivos, com vistas às dispares gradações (evoluções involuções, progressividades, regressividades) –, mormente as que estão no limiar do sistema assimilatório orgânico.
     Há grupos de viciados que, inexplicavelmente, reagem de modo heteróclito. Eles não conseguem parar com o uso da droga, e, geralmente, são excruciados pelos paroxismos palindrômicos da severa abstinência, porquanto não são cognoscíveis os motivos que os aduziram a proceder de conformidade com os códigos científicos, e, também, com referência a leis que preferem preservar cincadas reiterativas, as quais se perpetuam através de convivências ominosas, impossibilitando quaisquer reações que visem à devida reabilitação daqueles que travam um árduo duelo bélico entre o seu organismo e a droga – talvez essa seja a mais lancinante – e com maior número de efeitos colaterais deletérios. Assim sendo, com o prosseguimento contumaz e recrudescente, chegar-se-á ao período irremediável e peremptório do fatalismo de muitas vidas que se degeneresceram ao máximo, provocando hecatômbicos distúrbios nos interstícios de uma sociedade convalescida!...
     Destarte, se as reações resilienciais oscilassem gradativamente, poderiam deludir os prováveis efeitos abstraídos de vários narcóticos, mormente os de ação prolongada, ressumando alta concentração basilar. Alguns organismos – sobremaneira os mais resistentes – suportariam os riscos – benefícios proporcionados por todos esses medicamentos, provocadores de reações imprevisíveis!...
     Se bem que o cordão umbilical seja o nosso protótipo ergástulo, representa o meio de imprescindibilidade do feto à sobrevivência no útero materno; pois, com o seu beneplácito, teremos sempre a estrutura anatômica adequada, tendo por objetivo a aplicabilidade adutória dos nutrientes absorvidos pela mãe; e, posteriormente, trasladados para o organismo fetal.
     Infelizmente, não nos libertamos ao nascer, após a laceração do cordão umbilical; pelo contrario, contraímos uma dependência maior no exatorial átimo em que edificamos uma masmorréica pirâmide mamilar – principal fonte sugatória, capaz de mitigar os mais variegados desideratos, alcançando o somatorial e a psique! Ambos são elementos binomiais atrelados às percuciências saciatoriais do “ser”, à medida que sinergismos multidirecionais emanarem de raízes interativas, mantendo o contato com a trilogia absoluta: nascer, viver e morrer!..., que é o produto representativo da fundamental essência existencialista, onde o aspecto da sucumbência, irrestritamente, expunge para sempre os grilhões das estigmatizadoras imagens da psicossomática dependência!...

                                         Wilson Cerveira


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

REMINISCÊNCIAS REMANESCENTES

     É de se presumir em qualquer apêndice, sem muitos protraimentos, que o encetamento, de modo subitâneo, encontra-se nas percuciências dos pródromos nostálgicos. Então, para melhor reiteramento, surdem fortuitamente nas vacuidades pertinentes ao tempo, e permanecem arraigados em suas globalizações ostentórias – em estado de cabalística latência!...
     De fato, estas impressões não promanam de cenestesias cumulativas, pois, com o decurso exacerbatório do tempo, não chegariam ao fastígio somatorial desiderado. E, deveras, neste repassar de imagens e mensagens, aparatando velocidades acelerativas correspondentes a uma “Era” de “psicodélico cibernetismo sobejante”, na qual se localizariam as lembranças estigmatizantes positivas e negativas..., contendo assertivas hesitantes no decorrer da trajetória vocabular vulnerável quanto à demanda constante de novos derivamentos semânticos!...
     Temos, entretanto, como meio de lancinâncias e contristamentos – abrangendo vários caracteres concomitantes, – segundo o senecto Laerth, – no sentido de poder auferir as lídimas reminiscências remanescentes!...
     Se, realmente, a educação fosse adquirida, Laerth desideraria cognoscer o que remanescera para si, alcançando também os ícones inseridos na submissão de descomunal égide, podendo ser de caráter benévolo, malévolo ou benemalévolo – em sua amplitude aplicativa, estando sujeitos ao ato de irrestrição do pragmatismo hodiérnico perquirido, em âmbito semicerrado, e tendo por embasamento similar os meios propícios e atinentes aos respectivos esquadrinhamentos!...
     Quem seria o vaticinador, nestes dias hodiernos, – de grandes abstrusões antinômicas, já que esses arautos tendem à obliteração; ao passo que – algumas ideias de menor expressividade, no exarar, ostentam um tipo heteróclito de resiliência com relação ao ato sucumbidor e irreparável de determinados neurônios; enquanto outros prosseguem indenes durante o descrever atemporal e enigmático das circunstâncias premonitoriais esquipáticas!
      Remanesceriam, de modo indelével na memória nostálgica de quaisquer saudosistas – por menor excelência simbolizante – as primícias da infância, sobremaneira as dimanações dos átimos singelos, sobremodo os que compuseram o plangente e inefável álbum de recordações inolvidáveis.
     Se essas recordações chegassem ao cerne dos desfechos fatídicos; porventura, as parcelas da memória tornar-se-iam obliteradas em terço maior; ou, então, revocacionadas pela mídia, especialmente se houvesse a inclusão nefasta de figuras atinentes aos três degenerescentes poderes corruptíveis: “Executivo, Legislativo e Judiciário”.
     As pequenas ações, os diminutos gestos, as palavras de carinho, os sentimentos espontâneos, a amizade, o amor – sobremodo em âmbito ampliado; isto é, todo este somatorial tem sido estropiado ao lobrigar do cronológico, buscando, nesse caso, uma forma especialíssima – sem hesitações convincentes – já que promanaram de bocas sem lábios, estatizadas a meio passo de inusitadas expressões vocabulares. E, ainda, no bruxulear das luzes de candeeiros e lamparinas – quase em cabal penumbra – o salão central da biblioteca parecia ressudar as probabilidades de uma possível asfixia pertencente a uma porvindoura geração grafo-anômala.
     Longânimes ascendentes de um longínquo prístino, perlustraram-lhes as imagens lúridas, neste ínterim, precatado nos esconsos de determinado prisco incólume, – mesmo banido a partir dos laivos de um pretérito inumado; -- em presença de suas esfinges nostálgicas, as quais traziam absconditadas no interior dos bolsos das suas indumentárias do passado as seguintes exornações: apontamentos de trajetórias percorridas, através de impérvias sendas; missivas declinantes, e tantos outros criptogramas jamais ressumbrados no decurso inclemente das próprias obliterações constatadas, – sobretudo as que se rediviviam por meio das resipiscências cinéreas, tal qual as efígies de uma fênix, de um ícaro ou de quaisquer símbolos perenes atrelados a uma inolvidável mitologia, que rebuscasse, com minúcias,  as suscetibilidades de todos os coligidos átimos palingenésicos!...
                    
                               Wilson Cerveira


sábado, 13 de setembro de 2014

AMARÍSSIMAS PROVAÇÕES DO ESPECIALISTA

       Primazias variam conforme as gradações dos amaros, e dependem do nível da educação que lhe foi proporcionada pelo ambiente e demais pessoas com as quais convivera – dentro e fora de casa. De fato, à cata recrudescente de inusitados distúrbios, esconsos em cabalíssima incógnita inefável, todos, – sem exceção – estando a demandar de uma série exaustiva de exames...
     Há várias morbidades pertencentes ao mesmo lote valetudinário; entretanto, ostentam etiologias incognoscíveis. Nesse caso – deveras bizarro – o especialista encontrar-se-á à mercê das circunstancias surpreendentes, principalmente quando se considera especialíssimo, dando-nos a tartufa premonição de que auferiu o ponto fastigioso do sistema imunológico, contraindo um arquétipo esquipático de invulnerabilidade implacável!
     Quando o especialista expia os mesmos excruciamentos do paciente, aduzindo para si (intrínseca ou extrinsecamente) o pródromo de uma abscôndita patologia inidentificável para alguns autores; e, controvertidas quanto a porvindoura existência de síndromes palindrômicas.
     Realmente, a especialidade abduz o aprendiz profissional – apenas um amador em estado de experimentação diuturna, que faz com que o organismo somatorial – sem hesitação – aduza-o para o cerne sapiencial específico, ensanchando em direitura, buscando meios horrendos de percuciente perquirição.
     A presunção deveria ser diligenciada ao longo dos pontos meândricos que formam a cabalística fita tangencial das circunstancias, precatada em âmbito constituído por escaninhos labirínticos, tendo uma margem gradualesca quanto à aplicação do impolêncio antagonismo discricionário.
     O especialista pode ser provado de várias maneiras, sendo uma delas – a mais pungente de todas – a que incorre no seu próprio organismo, como se fosse um tributo expiatório no âmbito da especialização opcionada.
      Biblicamente, eis o aforismo contundente: “Médico, cura-te a ti mesmo”; faze também aqui na tua pátria tudo o que fora feito em Carnafaum. E, uma vez que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria, surdirá – de inopino – o fatídico tal qual uma Jerusalém que apedreja os seus profetas!...
    Um ortopedista não gostaria – de hipótese alguma – vaticinar as probabilidades de algum dia, no percucientar da senectude, encontrar-se sob os escarmentos proporcionados por uma cadeira-de-roda. Destarte, o ideal de ser útil, para si e demais criaturas, estaria no soçobro de quaisquer onirismos idealistas. Nesse caso, paciente e profissional estariam a ocupar mesmas condições de invalidez. Arrostadamente, a diferença existente entre ambos, mostrar-se-á no valor pecuniário do material móvel a ser exibido diante das perlustrações realizadas pelas pessoas de enxerimento mais aguçado.
     O especialista cercar-se-á de outros especialistas, pois o seu estado depressivo requererá a preceptoração de neurologistas e psiquiatras. A depressão nervosa induzirá o paciente quanto ao ato de experimentar solicitudes terapêuticas diversificadas.
     O estudioso, de quaisquer áreas do conhecimento, -- notadamente o que se primazia na qualidade de especialíssimo, deverá buscar meios concretos – quase inexpugnáveis --, no sentido de reaver com libração o que deixara expungir em sobejo, simbolizando o trágico de si mesmo, que é a redundância malévola da soberba!...
     É mais coerente o plangenciar do cliente, no exatorial átimo em que perlustra o especialista, indistintamente, a aparatar determinada inutilidade física psicomotora. Eis, então, o nefrologista – o mesmo que atendera ao Petrônio --, e que fora, posteriormente, submetido a três sessões de hemodiálise semanalmente!... Mais adiante, num êxtase macabro, virando o corredor à esquerda, deparamo-nos com um pneumologista – de menos de meia centúria --, sob os auspícios dos mais modernos aparelhos tecnológicos, os quais lhe proporcionavam o postremeiro arquétipo no âmbito da respiração artificial!... Ascendendo, em seguida, ao andar seguinte, vislumbramos com tristura a esquálida imagem de um cirurgião – plástico, sendo trasladado com urgência ao centro cirúrgico, para que pudesse se submeter a um suscetível transplante de pele, já que fora vítima de um processo crestatório gravíssimo, estando na ordem de terceiro grau!... E, assim, os especialistas iam desfilando os excruciamentos probatórios dentro de suas próprias especializações!...
     Não haveria arrebatamentos contundentes com relação ao devir, se esses moços não se engalanassem de borla e capelo, partindo em direitura ao estado consumatório, e, de modo a ostentar as efígies exornadas de laivos crematoriais – compondo dessa maneira os demais ícones, remanescentes e estrambóticos, que se farão pertinentes a um crástino longínquo, tendo por estigmatizações um número exacerbante de fantasmagóricos onirismos!...               

                        Wilson Cerveira