segunda-feira, 29 de setembro de 2014

ESTIGMATIZADORAS IMAGENS PSICOSSOMÁTICAS

     As variabilidades do etológico orgânico estão a propender a partir do nível gradacional das respostas relacionadas aos produtos químicos – no decurso temporal dos seus respectivos estados assimilatórios, podendo ser lentas, graduais, proporcionais ou equivalentes a algumas velocidades de reação; ou, até mesmo, ultrapassando as estremaduras acelerativas dos reagentes que as integralizam cabalmente. Nesse caso, essas diversas substâncias químicas, tendo por basilamento os parâmetros – qualitativo e quantitativo --, abrangendo suas específicas concentrações reacionárias quanto aos limites máximos e mínimos que estejam apropriados aos mais contundentes e paradoxais comportamentos orgânicos!...
     De fato, as estigmatizadoras imagens da psicossomática dependência promanam dos organismos que sindromiam determinada carência, conquanto a ciência hodierna – por maior auxílio que tenha auferido no âmbito dos avanços tecnológicos, ainda enigmatize as disturbiantes causas relacionadas a essas indefinidas carências; ora de etiologia basilar física, ora de natureza psíquica, ou, então, coalescendo para os abstrusos meandros do psicossomatismo cabalístico!...
     Porventura, a depender da probabilística, esses seres tenham seus lídimos etológicos a partir da vida intrauterina, de onde passam a submeter-se direta e indiretamente do organismo materno, malgrado o sangue fetal independa do sangue materno.
     Há criaturas propendentes ao consumo exacerbado de drogas lícitas, ilícitas ou por meio de prescrições médicas acompanhadas de guias, as quais são repassadas pelos clientes aos profissionais farmacêuticos – técnicos responsáveis --, no que concerne ao arquivamento desses formulários nos respectivos armários dos estabelecimentos de saúde, estando esses móveis guarnecidos por cadeados, chaves e demais meios protecionais. E, então, é uma forma de controle dos produtos químicos sujeitos à retenção, já que, em detrimento aos efeitos deletérios causados no humano, determinam ainda uma percuciente dependência psicossomática, recrudescendo com as dosagens a serem administradas no decorrer de um tempo aparentemente vertiginoso.
     Os dependentes digladiam-se, diuturnamente, e atravessam várias fases – desde a mais eufórica, em que pese aos diferentes tipos de palindromia, até o fastígio estrugidor dos sindrômicos atinentes ao etológico delírio-alucinatório.
     As fantasmagorias imagéticas proliferam-se infrenemente, sem que existam sofreamentos necessários aos emergentes provimentos, abrangendo as causas, os efeitos deletérios e tantas outras consequências inopinadas.
     De fato, as amarras estigmatizantes, sendo dimanadas – quase todas – da dependência psicossomática, independente da faixa etária, não estão submissas aos comportamentos compulsivos, com vistas às dispares gradações (evoluções involuções, progressividades, regressividades) –, mormente as que estão no limiar do sistema assimilatório orgânico.
     Há grupos de viciados que, inexplicavelmente, reagem de modo heteróclito. Eles não conseguem parar com o uso da droga, e, geralmente, são excruciados pelos paroxismos palindrômicos da severa abstinência, porquanto não são cognoscíveis os motivos que os aduziram a proceder de conformidade com os códigos científicos, e, também, com referência a leis que preferem preservar cincadas reiterativas, as quais se perpetuam através de convivências ominosas, impossibilitando quaisquer reações que visem à devida reabilitação daqueles que travam um árduo duelo bélico entre o seu organismo e a droga – talvez essa seja a mais lancinante – e com maior número de efeitos colaterais deletérios. Assim sendo, com o prosseguimento contumaz e recrudescente, chegar-se-á ao período irremediável e peremptório do fatalismo de muitas vidas que se degeneresceram ao máximo, provocando hecatômbicos distúrbios nos interstícios de uma sociedade convalescida!...
     Destarte, se as reações resilienciais oscilassem gradativamente, poderiam deludir os prováveis efeitos abstraídos de vários narcóticos, mormente os de ação prolongada, ressumando alta concentração basilar. Alguns organismos – sobremaneira os mais resistentes – suportariam os riscos – benefícios proporcionados por todos esses medicamentos, provocadores de reações imprevisíveis!...
     Se bem que o cordão umbilical seja o nosso protótipo ergástulo, representa o meio de imprescindibilidade do feto à sobrevivência no útero materno; pois, com o seu beneplácito, teremos sempre a estrutura anatômica adequada, tendo por objetivo a aplicabilidade adutória dos nutrientes absorvidos pela mãe; e, posteriormente, trasladados para o organismo fetal.
     Infelizmente, não nos libertamos ao nascer, após a laceração do cordão umbilical; pelo contrario, contraímos uma dependência maior no exatorial átimo em que edificamos uma masmorréica pirâmide mamilar – principal fonte sugatória, capaz de mitigar os mais variegados desideratos, alcançando o somatorial e a psique! Ambos são elementos binomiais atrelados às percuciências saciatoriais do “ser”, à medida que sinergismos multidirecionais emanarem de raízes interativas, mantendo o contato com a trilogia absoluta: nascer, viver e morrer!..., que é o produto representativo da fundamental essência existencialista, onde o aspecto da sucumbência, irrestritamente, expunge para sempre os grilhões das estigmatizadoras imagens da psicossomática dependência!...

                                         Wilson Cerveira


sexta-feira, 19 de setembro de 2014

REMINISCÊNCIAS REMANESCENTES

     É de se presumir em qualquer apêndice, sem muitos protraimentos, que o encetamento, de modo subitâneo, encontra-se nas percuciências dos pródromos nostálgicos. Então, para melhor reiteramento, surdem fortuitamente nas vacuidades pertinentes ao tempo, e permanecem arraigados em suas globalizações ostentórias – em estado de cabalística latência!...
     De fato, estas impressões não promanam de cenestesias cumulativas, pois, com o decurso exacerbatório do tempo, não chegariam ao fastígio somatorial desiderado. E, deveras, neste repassar de imagens e mensagens, aparatando velocidades acelerativas correspondentes a uma “Era” de “psicodélico cibernetismo sobejante”, na qual se localizariam as lembranças estigmatizantes positivas e negativas..., contendo assertivas hesitantes no decorrer da trajetória vocabular vulnerável quanto à demanda constante de novos derivamentos semânticos!...
     Temos, entretanto, como meio de lancinâncias e contristamentos – abrangendo vários caracteres concomitantes, – segundo o senecto Laerth, – no sentido de poder auferir as lídimas reminiscências remanescentes!...
     Se, realmente, a educação fosse adquirida, Laerth desideraria cognoscer o que remanescera para si, alcançando também os ícones inseridos na submissão de descomunal égide, podendo ser de caráter benévolo, malévolo ou benemalévolo – em sua amplitude aplicativa, estando sujeitos ao ato de irrestrição do pragmatismo hodiérnico perquirido, em âmbito semicerrado, e tendo por embasamento similar os meios propícios e atinentes aos respectivos esquadrinhamentos!...
     Quem seria o vaticinador, nestes dias hodiernos, – de grandes abstrusões antinômicas, já que esses arautos tendem à obliteração; ao passo que – algumas ideias de menor expressividade, no exarar, ostentam um tipo heteróclito de resiliência com relação ao ato sucumbidor e irreparável de determinados neurônios; enquanto outros prosseguem indenes durante o descrever atemporal e enigmático das circunstâncias premonitoriais esquipáticas!
      Remanesceriam, de modo indelével na memória nostálgica de quaisquer saudosistas – por menor excelência simbolizante – as primícias da infância, sobremaneira as dimanações dos átimos singelos, sobremodo os que compuseram o plangente e inefável álbum de recordações inolvidáveis.
     Se essas recordações chegassem ao cerne dos desfechos fatídicos; porventura, as parcelas da memória tornar-se-iam obliteradas em terço maior; ou, então, revocacionadas pela mídia, especialmente se houvesse a inclusão nefasta de figuras atinentes aos três degenerescentes poderes corruptíveis: “Executivo, Legislativo e Judiciário”.
     As pequenas ações, os diminutos gestos, as palavras de carinho, os sentimentos espontâneos, a amizade, o amor – sobremodo em âmbito ampliado; isto é, todo este somatorial tem sido estropiado ao lobrigar do cronológico, buscando, nesse caso, uma forma especialíssima – sem hesitações convincentes – já que promanaram de bocas sem lábios, estatizadas a meio passo de inusitadas expressões vocabulares. E, ainda, no bruxulear das luzes de candeeiros e lamparinas – quase em cabal penumbra – o salão central da biblioteca parecia ressudar as probabilidades de uma possível asfixia pertencente a uma porvindoura geração grafo-anômala.
     Longânimes ascendentes de um longínquo prístino, perlustraram-lhes as imagens lúridas, neste ínterim, precatado nos esconsos de determinado prisco incólume, – mesmo banido a partir dos laivos de um pretérito inumado; -- em presença de suas esfinges nostálgicas, as quais traziam absconditadas no interior dos bolsos das suas indumentárias do passado as seguintes exornações: apontamentos de trajetórias percorridas, através de impérvias sendas; missivas declinantes, e tantos outros criptogramas jamais ressumbrados no decurso inclemente das próprias obliterações constatadas, – sobretudo as que se rediviviam por meio das resipiscências cinéreas, tal qual as efígies de uma fênix, de um ícaro ou de quaisquer símbolos perenes atrelados a uma inolvidável mitologia, que rebuscasse, com minúcias,  as suscetibilidades de todos os coligidos átimos palingenésicos!...
                    
                               Wilson Cerveira


sábado, 13 de setembro de 2014

AMARÍSSIMAS PROVAÇÕES DO ESPECIALISTA

       Primazias variam conforme as gradações dos amaros, e dependem do nível da educação que lhe foi proporcionada pelo ambiente e demais pessoas com as quais convivera – dentro e fora de casa. De fato, à cata recrudescente de inusitados distúrbios, esconsos em cabalíssima incógnita inefável, todos, – sem exceção – estando a demandar de uma série exaustiva de exames...
     Há várias morbidades pertencentes ao mesmo lote valetudinário; entretanto, ostentam etiologias incognoscíveis. Nesse caso – deveras bizarro – o especialista encontrar-se-á à mercê das circunstancias surpreendentes, principalmente quando se considera especialíssimo, dando-nos a tartufa premonição de que auferiu o ponto fastigioso do sistema imunológico, contraindo um arquétipo esquipático de invulnerabilidade implacável!
     Quando o especialista expia os mesmos excruciamentos do paciente, aduzindo para si (intrínseca ou extrinsecamente) o pródromo de uma abscôndita patologia inidentificável para alguns autores; e, controvertidas quanto a porvindoura existência de síndromes palindrômicas.
     Realmente, a especialidade abduz o aprendiz profissional – apenas um amador em estado de experimentação diuturna, que faz com que o organismo somatorial – sem hesitação – aduza-o para o cerne sapiencial específico, ensanchando em direitura, buscando meios horrendos de percuciente perquirição.
     A presunção deveria ser diligenciada ao longo dos pontos meândricos que formam a cabalística fita tangencial das circunstancias, precatada em âmbito constituído por escaninhos labirínticos, tendo uma margem gradualesca quanto à aplicação do impolêncio antagonismo discricionário.
     O especialista pode ser provado de várias maneiras, sendo uma delas – a mais pungente de todas – a que incorre no seu próprio organismo, como se fosse um tributo expiatório no âmbito da especialização opcionada.
      Biblicamente, eis o aforismo contundente: “Médico, cura-te a ti mesmo”; faze também aqui na tua pátria tudo o que fora feito em Carnafaum. E, uma vez que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria, surdirá – de inopino – o fatídico tal qual uma Jerusalém que apedreja os seus profetas!...
    Um ortopedista não gostaria – de hipótese alguma – vaticinar as probabilidades de algum dia, no percucientar da senectude, encontrar-se sob os escarmentos proporcionados por uma cadeira-de-roda. Destarte, o ideal de ser útil, para si e demais criaturas, estaria no soçobro de quaisquer onirismos idealistas. Nesse caso, paciente e profissional estariam a ocupar mesmas condições de invalidez. Arrostadamente, a diferença existente entre ambos, mostrar-se-á no valor pecuniário do material móvel a ser exibido diante das perlustrações realizadas pelas pessoas de enxerimento mais aguçado.
     O especialista cercar-se-á de outros especialistas, pois o seu estado depressivo requererá a preceptoração de neurologistas e psiquiatras. A depressão nervosa induzirá o paciente quanto ao ato de experimentar solicitudes terapêuticas diversificadas.
     O estudioso, de quaisquer áreas do conhecimento, -- notadamente o que se primazia na qualidade de especialíssimo, deverá buscar meios concretos – quase inexpugnáveis --, no sentido de reaver com libração o que deixara expungir em sobejo, simbolizando o trágico de si mesmo, que é a redundância malévola da soberba!...
     É mais coerente o plangenciar do cliente, no exatorial átimo em que perlustra o especialista, indistintamente, a aparatar determinada inutilidade física psicomotora. Eis, então, o nefrologista – o mesmo que atendera ao Petrônio --, e que fora, posteriormente, submetido a três sessões de hemodiálise semanalmente!... Mais adiante, num êxtase macabro, virando o corredor à esquerda, deparamo-nos com um pneumologista – de menos de meia centúria --, sob os auspícios dos mais modernos aparelhos tecnológicos, os quais lhe proporcionavam o postremeiro arquétipo no âmbito da respiração artificial!... Ascendendo, em seguida, ao andar seguinte, vislumbramos com tristura a esquálida imagem de um cirurgião – plástico, sendo trasladado com urgência ao centro cirúrgico, para que pudesse se submeter a um suscetível transplante de pele, já que fora vítima de um processo crestatório gravíssimo, estando na ordem de terceiro grau!... E, assim, os especialistas iam desfilando os excruciamentos probatórios dentro de suas próprias especializações!...
     Não haveria arrebatamentos contundentes com relação ao devir, se esses moços não se engalanassem de borla e capelo, partindo em direitura ao estado consumatório, e, de modo a ostentar as efígies exornadas de laivos crematoriais – compondo dessa maneira os demais ícones, remanescentes e estrambóticos, que se farão pertinentes a um crástino longínquo, tendo por estigmatizações um número exacerbante de fantasmagóricos onirismos!...               

                        Wilson Cerveira
                      


terça-feira, 2 de setembro de 2014

REMANESCÊNCIA PEREMPTORIAL

Depreende-se, abstrusamente, que as lembranças e relembranças, parcelas transitórias da memória, vão – de modo paulatino – se expungindo no recrudescer da senescência. Por que a provectude é o depositário implacável de tantos enigmatismos ininteligíveis?!... Não se consegue redarguir, de maneira saciatória, tantos mistérios que se distanciam da capacidade de compreensão humana; e, somente Deus, em sua plenipotência, ressumbrará o alumbramento necessário, tendo por finalidade precípua o aclararamento das heteróclitas e antinômicas circunstâncias inerentes aos inopinamentos vitais.
      O tempo, punhal de dois gumes, é inexorável em todo o seu cabalístico percurso pontilhado de oscilações existenciais. Ele é réprobo em toda a sua mensuração; constrói e desmorona com a mesma habilidade de um maestro que, com o passar inclemente do tempo, vai perdendo langorosamente os compassos rítmicos e harmônicos, que são binômios específicos e inerentes ao regencial sincrônico da orquestra.
     Sucumbe a cada dia, no intrínseco de cada ser, uma mínima e significativa porciúncula do seu próprio estado psicossomático. E, num somatorial lento e compassivo, muito dificilmente se chegará a perceber o ínterim em que os fatores adicionais – de caráter infenso – extrapolam todas as estremaduras, abrangendo desde as ínfimas até as máximas variâncias atinentes aos mecanismos orgânicos de uma implexa homeostasia.
     Com o recrudescer da senescência, iremos propugnando os gládios das obliterações lancinantes. De repente, perguntar-nos-emos quase em estado de percuciente aparvalhamento: “Onde estará o Mestre Caetano?” – que era o autêntico catedrático dos algarismos, dos cálculos aritméticos e dos problemas abrangendo as quatro operações!... Decerto, transpôs há mais de três decênios os umbrais da eternidade; e, hoje, lá no espaço etéreo onde se encontra, resolveu aprender o que lhe faltava saber com proficiência convincente, que era o estudo pormenorizado da labiríntica geologia dos campos santos!...
     O Homo sapiens, em sua crassa insensatez, não é capaz de vislumbrar, de modo suscetível, as vicissitudes decorrentes dos bruxuleios obliterativos! Nesse caso, no incrementar patológico dos distúrbios neuronais, estropiam-se sincopadamente os laivos de discernimento da insólita magnificência divisional do tempo registrado – de maneira exatorial – em toda a sua extensibilidade assimilatória. De fato, tudo poderia ocorrer fortuitamente, dando a impressão de que não houvesse termo regulador com especificadas indicações, abrangendo um somatorial de palingenesias priscas, que jaziam em completa latência inumatória. Realmente, o ato prolativo determinará as circunstâncias infensas de neófitas apropinquações centuriais!...
     Extinguem-se laivos de ternura em meio a uma comunicação inimaginável, que vive somente de aparatos espectrais – onde o fictício impera em multidireções vetoriais vigentes!
     Donde promanam esses prodrômicos instintos animais, constituintes protótipos da anfimixia do óvulo com o espermatozoide?!... Decerto, estão sendo assistidos à luz de um probabilístico e hesitante sistema educacional, que jamais tivera a sua etiologia, no mais percuciente esquadrinhamento, encetada a partir do terço médio das “trompas de Falópio”.
     Não há regras que asseverem o regalo dos tálamos, mantendo-os sob o estrito estatuto das leis cartoriais e cristãs que regem, em seus especiosos juramentos infringíveis, os tartufos direitos e deveres matrimoniais!... Não há como conter as pressões infrenes, das imanes lassidões, que se apoderam aliciativamente dos neurotransmissores – substâncias hormonais que estabelecem a sanha pungente de sucessivas inoculações fruitivas!...
     Um escorço seria suscetível, para que se ressumasse, de fato, sem hesitações, de que tudo isso representa o simulacro incontesti da descomunal deseducação em dias hodiernos, notadamente em se tratando dos falaciosos sistemas, regidos por leis ministeriais e secretariados, visando apenas a aprovação dos discentes. Os indivíduos, de modo generalizante, precisam ser educados em todos os quadrantes e faixas etárias coalescentes, independentemente dos seus níveis de escolaridade; para que as sensórias externas se metabolizem, de maneira anabólica, aos estímulos-resposta, provindos das intrinsidades das células, tecidos, órgãos e sistemas orgânicos.
     O palmilhar primicial não obedece ao ritmo de uma necessária educação postural. Se assim o fosse os pequenos desvios do eixo vertebral seriam, de imediato, postos em observação reparadora, propiciando um espaço de tempo suficiente para corrigi-los. Destarte, evitar-se-iam novas cincadas, se existisse um adendo minucioso de anomalias somatorizantes!
     O sentar, em seu ensaio principiante, requereria outros acuramentos – simbolizando inusitados adendos, expendendo maior rigor quanto ao cumprimento sequencial, tanto dentro quanto fora do ambiente escolar, obedecendo ao condicionamento de um valhacouto supervisionado, de modo qualitativo, não podendo digressionar sua lídima destinação, que é o acepilhamento do saber aplicado em diversos ramos da atividade humano-tecnológica!
     Afinal, esqueceremos os cálculos mais complexos, os caminhos ínvios, as operações vitais mais abstrusas. E, desse modo sorumbático, a senilidade tomará o leme do meândrico e fantasmagórico bote, e nunca mais teremos a ensancha de participar da ação timoneira de nossas labirínticas destinações!...

     Perderemos o fidedigno sotaque das línguas, sobretudo as neolatinas... Obliteraremos, tacitamente, -- de modo sutil – a etimologia dos radicais híbridos e incognoscíveis. Olvidaremos, por tempo indeterminado, as proliferantes terminologias semânticas – extensivas e transformantes – no transcorrer especioso das centúrias, anos, meses, dias, horas, minutos e segundos!... Afinal, na cerimônia do eterno adeus, restar-nos-á, segundo Albert Einstein, caso tenhamos conseguido no princípio da nossa formação vital, o que há de mais significativo e precioso – dentre todos os valores conhecidos – que é a educação!...


                                                             Wilson Cerveira

ABRUPTAS MUTABILIDADES REPTANTES

     Z, quando lobrigou os traços fenotípicos do retrato do seu trisavô, afixado na parede, a partir de uma primogênita temporalidade palingenésica, ainda, de modo atônito, ressumava uma etologia especiosa, denotando amplamente a probabilidade de uma possível normoanormalidade. Outrossim, o mesmo Z, sem motivo algum, degenerescia, de modo cretinizante, sem que quisesse perceber a o recrudescimento gradativo do tresvario!... E, após descompensações detectáveis, renega a encalistrada cominação de agrilhoamento...
     Assim sendo, num rasgo elucubrático, surde o ícone do elemento Y, em progressiva cominuição, tendo por fração inusitada a amostragem descaracterizada dessa própria esfinge, acima citada, ostentando os seus prodrômicos psicodélicos...
     Irenilda, mulher de várias etologias implexas e enigmáticas, não responde aos sentimentos de pêsames, a despeito de detectar um transtorno agindo, à sorrelfa, no intrínseco meândrico do seu surpreendente organismo. Essa senhora, em sentido antinômico, redargue ao heteroclitismo etológico dos demais caracteres mutáveis existentes nas demais circunstâncias personativas.
     Hoje, essas criaturas parecem ser as representantes lídimas dos demais paradigmas, num percentual mínimo, estando bem intencionadas, em função do contristamento presencial de uma inopinada palinódia – de um antinomismo insólito – de quem dissera, patologicamente, em data prístina o reverso dos reversos esdruxulantes!
     Também, Arnoldo ficou estupefato quando a porta da livraria se expendeu subitamente, proporcionando o devido ensejo ao cerramento do seu espesso madeirame, precisamente naquele estrito átimo exatorial, em que surdiu o ínterim de adentramento ao salão principal de leitura contendo os mais diversificados livros e enciclopédias. Enfim, para surpresa estarrecedora, deparou-se com o etológico heteróclito...
     Rivaldi, um reminiscente de datas priscas, aderiu ao pensamento que exara a confutação do expungido expenditório da polimatia. E, por sarcasmo, então, dissera o seguinte: “Donairosamente, requesto redarguimento premente”. A frase final não surtira efeito, permanecera na ineficácia crônica da deseducação, pois o desiderato estava naquele interregno, além de quaisquer felações e cunnilingus perpetrantes. A manutenção da imagem tartufa sobrepujava a exuberância secretória, a que fazia confluência na externalidade epidérmica de ambos os fêmures...
    Em plena voga comunicativa algaraviada, implantou-se estarrecidamente uma ad-rogação atrelada ao estágio de soledade esfíngica, provinda de um arquétipo recrudescido quanto ao grau de obsoletismo.
     Hodiernamente, sob os auspícios de uma realidade ignominiosa, ainda se perquire sobre a data natalícia, mesmo se vivendo as agruras de uma realidade ignominiosa, a qual ressuda o desaire de todas as condolências coligidas...
     A maioria, em dias atuais, não tem mais por vezo manter as prístinas amizades, como se fazia nos tempos do Mestre, excelso mestre, denominado de Antanho. Até as frases contendo mensagens e referenciais bíblicos, quando são enviadas em datas especiais para determinadas comunidades; mesmo assim, não são respondidas, dando provas cabais e irrefutáveis de deseducação!...
     Antanho, bastante consternado, inquire o seguinte: “De onde sobreviera o vocábulo que me contristou?” Acredito, de modo incrédulo, que jamais proviera da mesma boca e dos mesmos lábios, os quais me oscularam, me abençoaram e anatematizaram, nas ausências de quaisquer broquéis!...
     Será que ainda sofres suscetibilidades perante os arautos repletos de blandícias da mais acendrada singeleza? Decerto, preferes os reclames dos transtornos, das palavras vituperantes e das atitudes vilipendiantes.
     Por que não dizes o que deveras sentes; e, de modo presumido, recorres aos artifícios das palinódias, digressionando rumos e assertivas prístinas! Partes do regresso, trazendo o reminiscencial de um pretérito longínquo; e, ainda assim, demandas a lobrigação da imagem em bruxuleio.
     Priorizas as ad-rogações dos buçais de Tartufo, como se fosse o fio gerador dos óbices acumulados no decorrer causticante de todas as desabridas antinomias, coligadas no ramerrão acidulante dos distúrbios que, fortuitamente, adentram e eclodem dos mais estrambóticos comportamentos – humanos e inumanos.
     Onde estavas, oh criatura de Deus, que não respondeste ao meu postremeiro arauto?!... É de surpreender o fato de o lídimo sentimento ainda dimanar suscetibilidades diversificadas!..., mesmo estando em uma situação de percuciente latência enigmática em todas as direções e sentidos vetoriais!...
     Mesmo agradecendo, ainda se escuta o estrugido de alguém a deblaterar sucessivas porras consecutivas, como sendo os primordiais indicativos execráveis das contundentes aporrinhações acumulantes...


                        Wilson Cerveira