quinta-feira, 25 de maio de 2017

ESCOLA SEM REGULAMENTOS



     Deveras, em dias hodiernos, a escola emana eflúvios de cabal degenerescência!... De fato, ela é ocupada por alguns alunos que pertencem a facções criminosas. Há uma promiscuidade entre discentes com educação, e, tantos outros, que não a adquiriram...
     Os alunos chegam fora de hora, não obedecendo aos horários aprazados para cada disciplina. E, quando aprontam, vem trazendo hábitos heteróclitos, que não correspondem aos anseios de algumas famílias que gostam de ver o filho em posição de relevância relativa.
     Eles, os próprios alunos, ressumbraram o desiderato quanto à titulação do estabelecimento de ensino. Ninguém poderia evagar a descomunal proposta libertina! Não queriam fazer nada com a orientação do estatuto do magistério. Acham-no caduco, e, em iminência – quase sem jeito – a sede estudantil. Tudo funcionaria de repente, dando a ideia de eximição em toda a sua extensibilidade vocabular, e, em cuja acepção estivesse centrada o âmago do arauto expedido em hora incerta, com a finalidade de resolver todas as minúcias!...
      O aluno poderia vir diretamente da praia portando triquini ou calção!... Nesse comenos, iria sentar-se quase desnudo ao lado do mestre, com porte de total engalanamento! Não há justificativas plausíveis para fazer do colégio um momento qualquer.
      Com a cibernética a desvelar várias sendas de detectação, poderíamos demandar recursos capazes de identificar os dissimulados alunos, notadamente em se tratando da inoculação de drogas potentes, sobremaneira por via parenteral.
     Eles, a maioria, chegam dopados, e não sabem colimar as suas atitudes de protesto e repulsa. Querem, de qualquer modo, auferir a sopa contendo algumas dosagens de entorpecentes.
     Nessa ensancha, o aluno não é examinado antes de adentrar ao educandário. Alguns, sem o pundonor, vem sem roupas íntimas, numa provocação cominatória impressionante! O aluno pode se fazer acompanhar de ideias esdruxulas, de altíssima obsessão compulsiva.
     Nesses centros educacionais, sem maiores esforços, eles fazem vistas grossas, impossibilitando a ação dos mais emergentes!... Não sabemos onde estamos, apenas vislumbramos um sistema anárquico e permissivo em todas as direções e sentidos, sem que saibamos a percorrência do rumo certo e seguro.
     Os alunos são omissos, em sua maioria, e não tem afinidade pelas disciplinas ministradas. Se perguntarmos, qual a mais atraente, são capazes de redarguir: “nenhuma”. Assim, sem dubiedade, estamos fazendo o escorço de uma realidade presente nos centros educacionais, não importando o grau de classificação: do 1º ao 5º grau, caso queiramos classificá-los. Outrossim, lobrigam-se as vagas empreendidas, enquanto as condições adversas passam para o protótipo planos dos desideratos inconclusos.
     Ninguém guarda os livros, somente o tempo inexorável em toda a sua extensão de deleteriedade, e vai consumando-os aos poucos, através de vários agentes exterminadores implacáveis! E, às vezes, passa para o corpo, disseminando-os em muitas regiões anatômicas do organismo, caso estejamos em contato percuciente...
        Dispositivos eletrônicos deveriam ser implantados em diversos locais do prédio, que, improvisadamente, está servindo como estabelecimento educacional. Destarte, poderíamos vislumbrar os indícios de alguma ação sinistra.
     Não são mais confiáveis os ambientes, de modo generalizado, e, em todos eles, sem exceção, estão os responsáveis pelas fatídicas ocorrências existentes no ramerrão existencial!...
     Todos, realmente, estão fadados quanto ao ato de presságios ominosos; entretanto, de repente poderá emergir um Judas, um malévolo, com o propósito de aniquilar, de uma só vez, todos os presentes, malgrado não os conheça, achando aversão patológica em todos eles, num teste inequívoco – de súbita anomalia mental!...




                                      Wilson Cerveira

     

terça-feira, 16 de maio de 2017

DESCOMPASSO EDUCACIONAL



     De fato, esse estado de descontrole aduz a atitudes controvertidas. Por isso, observam-se comportamentos diversificados em todos os setores, tendo como basilar referencial o redarguimento.
     Há pessoas que leem a mensagem (arauto) mas não respondem. Outras, no entanto, montam um dispositivo eletrônico simulacral, que é capaz de exarar o seguinte: muito obrigada pelo seu arauto; e, em breve, dar-lhe-ei um retorquimento sobre o que está sendo mencionado. Antinomicamente, você não terá o redarguimento correspondente, independendo do tempo decorrido!...
     Você ao adentrar a uma sala de aula, nestes dias em que a especiosidade do ensino recrudesceu em vários sentidos e direções, e que não se pode reagir, dissimulando com relação aos discentes mais insolentes!...
     Revolvi fazer-lhes uma simples experiência teórica no dia do amigo – vinte de julho. A turma, nesse dia, se não me engano estava toda presente; e, de repente, prorrompi a frase que evagara em meu subconsciente a noite inteira. Ei-la: “Aprenda a ser amigo!...” Logo em seguida, sem que houvesse reflexão por parte dos ouvintes, irrompeu uma gargalhada escarnecedora.
     Os discentes reunidos numa pequena sala, vociferaram com voz estentórica: “Hoje, nestes dias de roubo constante, tendo a exploração como meta, é preferível aprender a arte de se defender dos Judas Escariotes”, que povoam o mundo – que são inimigos gratuitos, podendo nos ceifar a vida, sem motivo, apenas por uma patológica ojeriza de natureza estritamente pessoal!... Que alunos são esses que estão ali, naquele local ermo, a aprestar o último trago de uma possível bagana de cigarro?!...
     Naquele tempo, o ato de fumar era estimulante, mormente para os organismos em fase de adolescência compulsiva. Hodiernamente, de modo indubitável, os discentes submeteram-se a um estado de degenerescência, descaracterizando as normativas virtuosas que ainda servem de estatuto de muitas escolas. Mortificaram-se os vocábulos de ordem, já que a subversão campeia em todas as extensões: horizontais e verticais!
     O aluno seduz ao ambiente escolar objetos heteróclitos, cujo objetivo é perpetrar deleteriedades em quaisquer direções – de maneira estúrdia. O lente é desrespeitado a cada instante por alunos que deixaram sucumbir cabalmente o que se cognominava de educação!...
     Em cada boca há estrugidos desabridos por parte daqueles que aparatam educação tendenciosa no que diz respeito à presença do mestre. Deveras, o preceptor foi vítima da expansão do senhorio – em toda a sua extensão.
     Quem impera é o implicante do ouvinte. E, com isso, o professor fica submisso aos caprichos dos alunos que ostentam um falacioso saber. Querem mandar e desmandar, sem que aparatem méritos!... Nada demonstram no âmbito da cultura; pelo contrário, são o fim de uma jornada decadente!
     O discente, em sua arrogância de vacuidade, tem por objetivo abjetar o mestre numa tentativa patológica de pretender expurgá-lo de sua função. Eles ficam submetidos a um clima de anarquia ditatorial abrangente! Quem os observa a longa distância, é incapaz de declinar a conturbação que estão a promover sub-repticiamente, num estrupício cabal.
     O sistema educacional, especioso concede essas energúmenas atitudes de pseudos-alunos cujo objetivo é alvitar as condições daqueles que ainda são lídimos ministradores de alunos! Se o educador está nos afazeres da laboração dos exercícios – como meio de fixação da aprendizagem – surdem vários gaiatos; e, de repente, chamam-nos de louco, de fresco, atribuindo-lhes, com desfaçatez, as mais sórdidas pornofonias...
     Não querem saber quem é o professor, pois os seus desideratos patológicos estão direcionados com relação à capacidade traumática, estigmatizando-os por longo tempo procrastinatório e de prolongamento infinito em todos os traços vetoriais do  encetamento de uma inusitada aprendizagem especiosa!!!
     Logo mais encontrá-los-ei sorumbático, a lembrar-se dos tempos em que tiveram o privilégio de ser estudante! Os discentes, em sua maioria, não se preocupam com a formação educacional dos seus mais variegados caracteres.
     Os ministradores de ensino vislumbram-nos como elementos periculosos, quase todos portanto armas de fogo e armas brancas! Ninguém pode abduzir estas anomalias, as quais foram verificadas no decorrer da narrativa explicitada.
     A escola hodierna, com seus sistemas de notas, (“mais abstratas”) não apresta seu corpo discente para o concorridíssimo mercado de trabalho. Destarte, perpetra um desserviço – uma excrescência descomunal! Os alunos, em sua maioria, são aprovados sem os devidos méritos; e, remanescem à mercê das circunstâncias antagônicas...





                                                                   Wilson Cerveira

     

segunda-feira, 1 de maio de 2017

DELETÉRIOS EXAMES BIOMÉTRICOS



     Os colégios estaduais, municipais e particulares contratavam médicos, com a finalidade de realizarem uma averiguação sobre o estado orgânico, notadamente em se tratando do esqueleto ósseo e suas possíveis anomalias que surdiam, de modo precoce, nas diversas faixas etárias, sobretudo as iniciais, em que os defeitos são detectáveis, com maior precisão, podendo ser equacionados, através de fisioterapias adequadas para cada caso ressumbrado. Mas, esses medecos ou medecus não respeitavam a ética de suas especializações profissionais!...
     Ninguém na escola teve a curiosidade de observar as falcatruas perpetradas pelo especioso exame de natureza biométrica. Nesse tempo prístino de Curso Primário, havia um grupo específico de fiscais, onde os inspetores se sobrepujavam em relação aos supervisores e preceptores. Havia uma exação rigorosa em cada setor, não remanescendo laivos de irregularidades ou serviços pendentes!
     Talvez, o nome correto para esse tipo antiético e irresponsável de profissional fosse trazê-lo para a cognominação de medecus, os quais exibiam as suas reais desqualificações quanto ao concorridíssimo mercado de trabalho.
     Formavam-se à base de extorsões perpetradas pelos seus próprios genitores, que o queriam ver na condição de “médico”, conquanto não reunisse as mínimas características no sentido de assumir um atendimento aprazivo quanto ao procedimento a ser averiguado em cada caso em particular, independendo de tecnologias sobejantes, que costumam expurgar as diretrizes correlatas às direituras de adequado lenimento – sobremaneira em detrimento dos que já ostentavam lordoses, escolioses, cifoses e tantas outras anomalias do eixo vertebral...
     Parece-me, em real sentido escarnecedor, que esses tais profissionais irresponsáveis – de cabal conivência com as crástinas protrusões da coluna; independentemente, não havendo especificidade de que venha a ser: cervical, dorsal, lombar, sacro-coccigeana! Todas, sem exceção, são pungentes em torno de si próprias. A cervical, a mais intrincada de todas, pois nela estão inseridos nervos, fibras, fibrilas e os demais plexos musculares...
     Médecos, medecos ou medecus seriam bem cognominados, em detrimento do corpo discente dos colégios... São muito gratificados perante os gravíssimos erros médicos perpetrados, lesando com estigmas percucientes a ética profissional; e, destarte, aduzindo a um possível laceramento do falacioso diploma médico, adquirido através de subornos – implicando elevadíssimas pecúnias!...
     O exame biométrico resumia-se numa ficha de papelão amarelada, constando o nome do aluno, o seu endereço, altura, peso!... O dedo do médico, geralmente um clínico geral, corria rapidamente a partir da primeira até a postremeira vértebra da coluna... Se notava algum pequeno, médio ou grande desvio, fazia vistas grossas, dentro de sua desabridez, tanto quanto pessoa como na qualidade de profissional inerente à área da saúde.
     E, dessa maneira, teria que ser lépido, pois atendia a tantos outros compromissos financeiros. E, estou fazendo a delação desses profissionais irresponsáveis – que andam pelo orbe afora querendo ocupar mil funções – conquanto sendo lestos, nunca chegaram a mostrar resultados convincentes em nenhuma delas... As verbas públicas eram o grande alvo para os exploradores, independendo da profissão que exerciam. Pelo simples fato de olhar o doente a uma certa distância, sem que o examinasse, registrava logo o valor pecuniário escorchante a ser arbitrado.
     Que capadócio médico clínico! Todos os anos surdia com as mesmas fichas estioladas pela ação inexorável do tempo inumador. Esse tal exame restringia-se à terminologia do próprio nome, constando apenas de peso e altura. Por ser antiético, em todas as abrangentes acepções, não poderia aventar a probabilidade de trazer consigo à tiracolo um ortopedista, capaz de detectar os desvios das regiões vertebrais, principalmente as que fossem ressumbrar anomalias em porvir a médio prazo...
     É melhor pluralizá-los, já que foram sendo perpetrados em todos os educandários de São Luís do Maranhão e dos demais estados do Brasil, que são constituídos de sujeitos corruptos, abrangendo, sem exceção, os três facínoras poderes, sendo os “preeminentes”, para não dizer o contrário, centralizados em Brasília, capital atual deste Brasil, de povo anárquico, irresponsável e, de modo cabal, inconsequente. Também, de proeminente insensatez proterva, sobremaneira no que concerne a resultados fidedignos, sem hesitação, para que os discentes não sejam nocivizados, em prol das verificações falcatruosas dos falsos médicos, com diplomas comprados em “Instituições de Ensino”, permissivas pelo próprio Ministério da Deseducação Nacional!
     Até o átimo hodierno, não se sabe o que significa o tal exame perpetrado nas escolas, somatorizando um interregno de uma centúria ou mais... Urge abordar a desnecessidade, as excrescências resultantes, visto que, sem exceção, não surtem efeito algum, sendo mais um engodo inserido nos colégios, para embustir, de forma coletiva, o corpo administrativo, docente, discente e, igualmente, familiares dos alunos, sobremaneira os que estão a carecer de acuramentos prodrômicos prementes.
      Destarte, não percamos tempo, porquanto as prestações mensais dos estabelecimentos de ensino recrudescem no ramerrão existencial! ... Outrossim, por ser medecum, eis a razão de não se fazer acompanhar por um ortopedista. Decerto, a necessidade vocacionava-lhe a atenção; enquanto a desídia prolatava as mais esdrúxulas posições abdutivas, banindo-o cabalmente!...
     No fichário do medeco engabelador havia rasuras concernentes a pesos e medidas correspondentes a crescimento na verticalidade em direitura ao referencial substrato. Ninguém mais, sem exceção, poderia aquilatar descabido prejuízo! Os discentes não aquilatavam os males que os afligiam o eixo vertical, alterando-lhe o posicionamento dos discos vertebrais, deixando-os na iminência de desvios de vária natureza e possíveis probabilidades de prolapso! ...
     Surdiam, sem o propósito de dilucidar as anomalias prodrômicas existentes em alguns trechos das diversas regiões atinentes ao sequenciar das vertebras! ... Nessas fichas biométricas não existiam indicações nem observações acerca de escoliose, lordose, cifose e tantos outros deslocamentos com recrudescências ascendentes, abrangendo as discretas, quase insignificativas, as pequenas, as médias etc. No porvir, decerto, surgiriam as de grande porte, sequenciadas por artroses, osteófitos e adendos disfuncionais.
     Caso fossem esses distúrbios tratados previamente, evitaríamos as consequências funestas, acarretando detrimentos insuportáveis, com dores lancinantes em quaisquer posições involuntárias assumidas pelo corpo! ...





                                                                      Wilson Cerveira