Hodiernamente, a ciência é capaz de elucidar, sem paradoxo ou sem antinomia, os fatores que aduzem o organismo a ressumbrar desde o útero, as fortes contrações musculares e nervosas... A criança já nasce revelando essa predisposição! É sempre intranquila, custa dormir e demonstra fácil irritabilidade!... De quando em quando, as defesas orgânicas ficam combalidas, e o sistema orgânico capta todos os desequilíbrios condutores das múltiplas vulnerabilidades com relação as enfermidades oportunistas.
Ao nascer, a criança ostenta um cuidado todo especial. Conquanto isto ocorra, o sistema de defesa orgânica permanece debilitado. Após a implantação de uma bacteriose ou virose, existe uma imane implexidade em concernência ao ato de jugular a valetudinariedade.
Mesmo assim, o menino Marcial foi colocado em contato direto com a natureza. Nesse campo, ele vislumbrava a criação de bovinos, suínos e ovinos. Com dois anos, já arremessava uma pequena pedra em direitura a esses animais. Também, saia correndo com uma pequena vareta de bambu, dando a falsa impressão que quisera tanger tantos os bois como os porcos, e, igualmente, as ovelhas dispersas naquele estirão de campo alfombrado ou alcatifado.
Filho de pais pobres, Marcial teria por obrigação ajudá-los quanto ao serviço diário imposto no campo por esses animais, os quais representavam toda a herança recebida pelos seus ascendentes, notadamente bisavós e avós, tanto paternos quanto maternos.
Marcial, ao ficar descalço, sentiu as primogênitas picadas do capim na planta dos seus pés. Além do mais, os maruins e demais insetos picadores vieram imediatamente visitar-lhe o corpo inteiro. O menino começou a berrar alto, como se fosse algo descomunal. O tio José Maria, mestre para qualquer obra, procurou logo calá-lo, dizendo-lhe que o serviço de campo era duro, e só servia para pessoas valentes e que aparatassem ou alardeassem fortaleza, isto é, fossem lídimos baluartes para propugnar as intempéries promanadas avulsamente, sem que se soubesse a origem desses imensos desvairos existentes de modo improvisado ou imprevisto.
Aos cinco anos, sem muita tardança, já acompanhava seus pais ao espaço campestre, sobremodo quando iam tanger os bois, a fim de que os colocasse no curral -- cercado por grossos arames farpados. Lá, eles se alimentavam na cocheira, tomavam água e defecavam. Desse modo, dava para enumerá-los, ferrando com signos os respectivos nomes dos seus destinatários. O garoto evoluiu para oito anos, e a partir de então, começava a exercer uma determinada função. Encetava pela mais fácil de todas, pois não daria para sacrificar o seu tempo de puerilidade! Preservam-se os momentos de jocosidade; tanto assim, que seus colegas já pressentiam os instantes de folgança do garoto.
Ponderalmente, o garoto Marcial, com certeza, assumira uma função determinada no grupo da família, assim que completasse as suas dez primaveras. Faltam poucos meses para que isso se torne lídima realidade. E, finalmente, chegou o dia de assumir as suas tarefas, com a finalidade única e exclusiva de ajudar os seus pais -- pessoas pobres -- nascidas na beira campo da cidade de Pinheiro -- MA.
A sua protótipa assertiva seria a de tropeiro mirim, que conduziria o gado até o curral, sobremaneira nos finais de tarde. Arrumou logo um pequeno chicotinho, com laço, para aprisionar-lhe ao braço, tanto direito quanto esquerdo. Dessa forma, conseguia agrupar o gado e as demais espécies de animais em seus respectivos celeiros. Lá, sim, teria como contar todas as cabeças, anotando sempre, para que não houvesse dispersão de nenhuma delas. Os prejuízos seriam contabilizados em sua conta mensal. Sofreria, no caso, dano, uma vez que já ganhava pouco, dando muito mal para o sustento e manutenção pessoal.
Com o decorrer do tempo, a bicharada foi se acostumando com o tropeiro mirim. De longe, acionava-lhes o chicote, e os animais já o obedeciam. Não havia tentativa de dispersão no grupo formado por bois, porcos, carneiros, cabras etc. A criação era grande e dava trabalho. Ele, apesar de ser um tropeiro mirim, em sua fase inicial, dava conta suficiente. Parece que os animais o ajudavam, e com a proteção da Divina Providência, iterava aquele ato de reunião dos bichos -- todos os dias da semana!...
Com o passar das horas, aprendeu a montaria. Pedia auxílio ao seu tio -- José Maria. As suas curtas pernas não o ajudavam quanto ao salto em direitura ao dorso do animal de montaria. Antes, procurava amansar os bois e cavalos, para que eles colaborassem com o pequeno -- Marcial, que é o senhor deus da guerra, na mitologia grega. Realmente, o rapazola, aos quatorze anos já demonstrava ser um bom cavaleiro, capaz de competir com pessoas de sua faixa etária ou mais senescentes do que ele. Somente aos dezoito anos concitaria uma competição de corrida de cavalos, pois estaria em pleno vigor físico, que seria favorecido pelo ato decretado quanto a sua maioridade!
Nos finais da tarde sacava um animal, geralmente um cavalo, para que exercesse os seus treinos diários. Após quatro anos, estaria a exibir a sua galhardia ou garbo para todos os assistentes. Cavalgava, também, em bois de várias subespécies. Geralmente, queria o mais dócil, isto é, o mais submisso e obediente. O trotear tornava-se harmônico, marcando todos os compassos preexistentes.
Difícil é reorganizar o grupo, sobretudo no momento da comida depositada na cocheira, em um recipiente longo e de madeira, apropriado para que os animais se alimentassem dentro do padrão suficiente, para a subsistência de todos os bichos reunidos pelo rapaz -- Marcial Ramalho Marques.
Ponderalmente, o garoto Marcial, com certeza, assumira uma função determinada no grupo da família, assim que completasse as suas dez primaveras. Faltam poucos meses para que isso se torne lídima realidade. E, finalmente, chegou o dia de assumir as suas tarefas, com a finalidade única e exclusiva de ajudar os seus pais -- pessoas pobres -- nascidas na beira campo da cidade de Pinheiro -- MA.
A sua protótipa assertiva seria a de tropeiro mirim, que conduziria o gado até o curral, sobremaneira nos finais de tarde. Arrumou logo um pequeno chicotinho, com laço, para aprisionar-lhe ao braço, tanto direito quanto esquerdo. Dessa forma, conseguia agrupar o gado e as demais espécies de animais em seus respectivos celeiros. Lá, sim, teria como contar todas as cabeças, anotando sempre, para que não houvesse dispersão de nenhuma delas. Os prejuízos seriam contabilizados em sua conta mensal. Sofreria, no caso, dano, uma vez que já ganhava pouco, dando muito mal para o sustento e manutenção pessoal.
Com o decorrer do tempo, a bicharada foi se acostumando com o tropeiro mirim. De longe, acionava-lhes o chicote, e os animais já o obedeciam. Não havia tentativa de dispersão no grupo formado por bois, porcos, carneiros, cabras etc. A criação era grande e dava trabalho. Ele, apesar de ser um tropeiro mirim, em sua fase inicial, dava conta suficiente. Parece que os animais o ajudavam, e com a proteção da Divina Providência, iterava aquele ato de reunião dos bichos -- todos os dias da semana!...
Com o passar das horas, aprendeu a montaria. Pedia auxílio ao seu tio -- José Maria. As suas curtas pernas não o ajudavam quanto ao salto em direitura ao dorso do animal de montaria. Antes, procurava amansar os bois e cavalos, para que eles colaborassem com o pequeno -- Marcial, que é o senhor deus da guerra, na mitologia grega. Realmente, o rapazola, aos quatorze anos já demonstrava ser um bom cavaleiro, capaz de competir com pessoas de sua faixa etária ou mais senescentes do que ele. Somente aos dezoito anos concitaria uma competição de corrida de cavalos, pois estaria em pleno vigor físico, que seria favorecido pelo ato decretado quanto a sua maioridade!
Nos finais da tarde sacava um animal, geralmente um cavalo, para que exercesse os seus treinos diários. Após quatro anos, estaria a exibir a sua galhardia ou garbo para todos os assistentes. Cavalgava, também, em bois de várias subespécies. Geralmente, queria o mais dócil, isto é, o mais submisso e obediente. O trotear tornava-se harmônico, marcando todos os compassos preexistentes.
Difícil é reorganizar o grupo, sobretudo no momento da comida depositada na cocheira, em um recipiente longo e de madeira, apropriado para que os animais se alimentassem dentro do padrão suficiente, para a subsistência de todos os bichos reunidos pelo rapaz -- Marcial Ramalho Marques.