Quem, em sã consciência, com sensatez e
discernimento clarividente, é capaz de exarar as imanes ou descomunais
imprecisões de uma dissimulada tecnologia hodierna em todos os parâmetros
possivelmente cruciais!...
Em todas os ambientes, a tal tecnologia,
ao invés de acelerar o atendimento, faze-o retardar por tempo indeterminado.
Então, qual a tal agilidade verificada? – “Nenhuma!”
Os benefícios são inexistentes em todas as
direções e sentidos vetoriais vigentes. Há pessoas brutamontes que expressam ou
expendem algo verossimilhante ao que denominamos de paradoxal; tentando
ressalvar os pontos vulneráveis de um simulacro tecnológico, cabalmente
apócrifo, cujo sistema vive quase sempre fora do ar, causando distúrbios – ao
retardar de modo crucial e inexorável – todos os serviços de maior urgência a
serem requisitados diuturnamente.
Que benefícios crudelíssimos são esses os
quais estão em voga no ramerrão existencial?!... Neste nosso hodiernismo
nequicial, há pessoas cabalmente apedeutas e insensíveis! Há outros, mais
psicopatas, que chegam a rir perante a catástrofe o qual estão submetidos. De
fato, a tecnologia dissimulatória tomo todos os espaços deixados por um
equivocado sistema tecnológico!...
O sistema vigente é tão dissimulado, que é
capaz de reconditar ou fazer expungir o que já estava inserido nele; mesmo que
se expendesse cabalmente fora do ar. Que simulacro estamos a assistir nestes
amaríssimos dias de um hodiernismo execrável, e, também, abstruso em todos os
pontos do descomunal sistema referencial...
Desse modo, não houve evolução nenhuma em
se tratando de uma engabelação infinita, em que não se observa coisa alguma ou
patavina perante o imane absurdo reinante em todos os sistemas presentes no
orbe – onde a abominação clama em voz altissonante em todos os quadrantes do
sistema vetorial!...
Também, é de bom alvitre exarar a
inconfiabilidade de tudo que esteja inserido neste molóide e imprestável
sistema retardatário em todos os aspectos plausíveis!
Para onde formos, temos que solicitar
sempre a ajuda da Divina Providência. Igualmente, o tal sistema pode obiciar em
vários locais simultaneamente. Ao encontrarmos na Farmácia, o tal sistema está
fora do ar; ao adentrarmos no próprio Banco; também, não está atendendo as
necessidades que os outros estão a precisar uma certa urgência. Então, neste
dia aziago, o sistema de involução insuportável está a aparatar o seu
insustentável infucionamento.
O despautério e o dislate, ambos ostentam
a ociosidade reinante – de modo genérico. Infelizmente, dependemos desse
simulacrário sistema. Como, então, podemos falar em evolução tecnológica, uma
vez que vivemos em cabal involução degradativa em todos os pontos referenciais
de uma realidade controversa!...
De fato, esse tipo de pseudos tecnologia
hodierna atinge todos os âmbitos. Realmente, é deletéria em todos os aspectos
concernentes a descomunal plausibilidade. Os aparelhos que dependem
exclusivamente de seus próprios mecanismos; decerto, ficam à mercê de suas
irregularidades frequentes. O áudio, às vezes, não é escutado; pois, a internet
está fora do ar, obiciando os diversos meios de envio!
Neste hodierno malévolo, somatorialmente,
os diversificados meios de comunicação ficam sofrendo os empeceres
diversificantes. Tanto assim, fica-se sem saber que tipo de involução estamos
atravessando neste âmbito de implexidade incognoscíveis em todos os quadrantes.
Os celulares, dos mais simples aos mais
complexos, vivem abarrotados de notícias verdadeiras e falsas. Ademais, esses
aparelhos ocupam todos os espaços vazios, e, dessa forma, não permitem mais as
visitas e os diálogos...
Nossos celulares são paradigmas
inconfutáveis desses aparatos engabelatórios. Enviamos mensagens, e não são
correspondidas; pois, as resoluções ficam absconditadas por tempo
indeterminado. Igualmente a internet não funciona a contento para que a
resposta chegue até o devido portador de datas prístinas ou priscas.
É horrível permanecer neste doloroso protraimentos,
se bem que saibamos da desenfreada tecnologia simulacrária, que é o usufruto de
pesquisadores inescrupulosos – localizados em pontas divergentes da
cognoscência ressumbrada neste hodierno infenso, onde predomina a amaríssima
severidade com relação ao capital de quem aparata descomunal poderio
aquisitório.
Que tristura vem a caminho – na qual se
faz comutação dos vigilantes e demais servidores, todos necessitados de
respeito e admiração por portas eletrônicas. Elas, por sinal, jamais partiriam
para ocorrer os que se encontram em cabal necessitura somática de uma
senescência celular avassaladora, abrangendo plenamente todos os quadrantes
vitais de uma iniqua modernidade inexorável!
Aparelhos e outros equipamentos
sofisticados vem a cada dia substituindo os espações pelo homem; e, destarte,
tirando-lhes as oportunidades de emprego em quase todas as áreas ocupadas pelo
salutar serviço humano.
No hodierno, com certeza, a máquina
robótica participa ativamente das funções que eram confiadas ao homem. De fato,
as lidas tornam-se ocupadas. E, o bom tom das paradas tecnológicas
simulacrárias vão fechando todas as probabilidades disponíveis.
Os robôs mais exubentes fazem o papel de
vigilância, hoje, certamente implantada pela mais alta ostentação de um pequeno
grupo alardeador quanto ao poder aquisitivo!
São Luís, MA,
13 de fevereiro de 2024
Wilson
Cerveira