Hodiernamente, com a propugnação de uma imane antítese, vislumbram-se matizes ou nuances nunca dantes lobrigadas. A cadeira, mesmo vazia, reúne a personificação de quem se faria presente naquele momento, em que medram todos todos os vazios espaços de vácuos inexistentes!...
Por que razões implantou-se o lembrar de ausências cumulativas? Desde quando, congregam-se pessoas inexistentes para participar de uma presença enigmática contida, cabalisticamente, durante a misteriosa visita ausente!
Quais os motivos que o aduzem, de modo inescrupuloso a esses tipos visitas implantados em diversas regiões do orbe? E dessa maneira, sem motivos plausíveis, determinam-se os vestígios de aparatos inefáveis! E, de pouco a pouco, vão-se adaptando a estilos de esdrúxulos comportamentos presentes em todos os quadrantes deste plano de épuras consecutivas.
Alguém pergunta a respeito do ato de visitar pessoas, aparentemente abstratas, quando testadas em contestações lucrativas! E, dessa forma, estabelecem-se as ordens a serem executadas durante o revisitar diário. As circunstâncias, em pontos dispersos, estabelecem os diversos pontos dos contatos presentes nas ausências prolongadas!
Segue-se a partir de hoje a prevalência ostentada pelo antônimo em dias hodiernos. Quando se diz: obrigado pela não visita! Agradeço as suas ingentilezas para com a minha singularíssima pessoa! Mais uma vez, sem hesitação, prova-se a prioridade do antônimo com relação ao sinônimo, neste hodiernismo em que vivemos acompanhados pelos nossos sofrimentos!...
Deveras, sem perplexidade, ressumamos no interlocutor os prelúdios deixados nas vacuidades existenciais. Então, fala-se sobre a pessoa visitante, de tal modo, como se ela houvesse postado por escrito no templário vital. As características são todas coligidas, facilitando o reconhecimento de cada componente grupal. Pleiteava-se o lado antigo, em face das anomalias remanescidas em cada senda. Também, buscava-se a fisionomia infensa como se fora o estopim do postremeiro gládio! Então, perante os recursos tecnológicos, tais como: backup, facebook etc, demanda-se ainda a identidade de um possível ciborgue, -- que é um organismo cibernético; ser humano biônico; meio humano, meio máquina; a permutar as cadeiras aparatadas pelo vazio expendido através de uma provável presença de uma visita sempre ausente!...
Em quais circunstâncias, por mais descabidas, presenciamos o estar presente?!... Quando a visita enfarta em meio caminho, não chegando a ultrapassar a soleira da porta que dá acesso à varanda do casarão cediço, que é ostentado por uma fileira ou aglomerado de casas.
A ausência, quando analisada pelo ponto de vista hodierno, é mais que uma presença; pois, em si mesma, congrega os elementos abstratos. Desse modo, não se pode mensurar o percentual anódino de uma lídima valetudinariedade. Nem a empatia, em sua percuciência individual, é capaz de redarguir aos questionamentos formulados durante a trajetória a ser percorrida pelos condutores peregrinos. E, destarte, cerra-se o invólucro de vacuidades prístinas!...
Nada mais resta e nem esforço se haverá de fazer para que se torne realidade a tal presença da visita ausente! E, isso, em dias hodiernos, não se constitui quebra-cabeça de estrutura simplesmente labiríntica ou esfíngica.
Jamais poderemos denegá-la quanto ao ato de perpetrar o que se quer exarar de modo cabal. Hoje, os aparatos tecnológicos fazem às vezes de, em quase todas as circunstâncias plausíveis! Para tanto, é preciso emparelhar cada peça, para que sejam redistribuídas as funções devidas em cada caso analisado espontaneamente.
Agora sim, temos uma saída comutativa a que chamamos de meios personificados de imagens sucumbidas ao longo de meia centúria. Ninguém imaginava ser assim, já que temos um grupo de companheiros de trabalho, os quais estão diuturnamente ligados e interligados!...
Vamos preencher os vazios existenciais dessas ausências contumazes ao longo do seu eixo referencial -- assoberbado de peças de altíssima cibernética. Nesse caso, habituou-se realizar esse culto sem que houvesse determinação do postremeiro herdeiro!
Assim sendo, somos afeitos a preservar as amizades. Lá deixamos as nossas lídimas lembranças imorredouras! E, desse modo, o salão se engalanou em todos os lugares meditabundos, em que a obnubilação toma conta de todos os elementos, deixando-os esquálidos em suas diversas dimensões equacionais! Também, percebe-se o sono incontido de uma pessoa preparada para receber as mais diferentes ondas eólicas!...
Sob a égide da Divina Providência, podemos preparar os devidos lugares. Serão preenchidos por especialidades da mais opulenta tecnologia. Dessa forma, indiscutivelmente, não haverá lacunas ou omissões presentes. E, desse jeito, reconstruímos, de modo áspero, a presença da tal visita ausente!...
Agora, desengalanam-se os assentos demarcados, ficando apenas os objetos tecnológicos necessários, para que haja, donairosamente, requestando o respectivo redarguimento premente!
Assim sendo, escutam-se os requestamentos de vários anos! Áudios, Vídeos etc, foram montados em cada espaço vazio. As pessoas não estiveram presentes, mas enviaram-lhes os cubos cibernéticos.
Tudo, nesse caso, se transformou em objetos tecnológicos -- da recente e rebuscada tecnologia hodierna, sendo implantada ao longo do eixo do orbe.
Deveras, é dessa maneira que perlustramos os devidos alvores, independentemente, quer sejam comercializados -- sob a égide da Divina Providência. Nesse caso, tudo começa a se mover, de maneira lenta, tanto para a direita quanto para a esquerda, indo e voltando calmamente para o centro principal da transmissibilidade evidente em todos os seus aspectos reais!...
São Luís,MA, 16 de outubro de 2019.
Wilson Cerveira