domingo, 30 de março de 2014

LIBERTINAGENS PERMISSIVAS NAS ESCOLAS DA MODERNICIDADE

     Alunos, de comportamento relapso – mesmo ascendendo o proibido muro da casa contígua – adentram, cominativamente, aos interiores das escolas abandonadas, violando quaisquer horários, dando de primeiríssima mão, sem quaisquer hesitações, a qualificação de sacripantaria aos sujeitos, lídimos saqueadores dos depósitos escolares, contidos nas caixas de recolhimento, e, dessa maneira abstrusa, informatizariam as leis que direcionassem os legítimos regimentos basilares desses educandários hodiernos.
     De fato, esses discentes deseducados infringem, cabalmente, o permissivo sistema estruturalizado fragilmente, jugulando-lhe todas as barreiras obliteradas a partir da inversão descabida da autoridade magisterial!...
     O implexo é adentrar, à sorrelfa, a essas salas de aula pertinentes aos estabelecimentos escolares deste insólito modernicismo forjado, com o propósito de satisfazer aos diferentes graus de conduta de uma juventude esquipática sob todos os prismas compulsados à luz de uma neófita psicanálise.
     No interior desses atuais recintos escolares, deparar-nos-emos com discentes portando trajes inconvenientes, tais como: calções, bermudas, cuecas do tipo zorba, colans, calcinhas, sungas, biquínis, monoquínis, e tantos psicodélicos vestuários, não estando jamais a depender de sexo, idade e de compleição, os quais podem ser exibidos durante os períodos epiniciais de narcotização, concernentes aos apoteóticos átimos de cenestésica alacridade.
     Lobrigamos a certa apropinquação, alunos portando dispositivos móveis, com direitura propulsora a outros interesses, menos os que estejam inerentes aos assuntos relacionados aos probabilísticos ditames das cognoscibilidades. Realmente, é um dislate capaz de comprometer quaisquer sistemas combalidos e interligados aos reptos âmbitos educacionais. Também, vislumbramos, perlustrativamente, alunos dispersivos e desidiosos, aparatando estúrdios objetos sensoriais e outros acetabulários tecnológicos estrambóticos – todos amplamente aceitos pela sociedade modernicista cominante – e que, aparentemente, parecem constituir os obiciadores de percepção, elementos inerentes aos estados de implexibilidade estroinante, sobretudo quando há desvairos comportamentais atinentes ao complexo ato de saber escutar atentamente o que está sendo, pormenorizadamente, abordado em tese.
    As salas de aula da atualidade admitem as mais requintadas tecnologias. Os discentes manuseiam diversos aparatos, tais como: notebooks, netbooks, tablets, smartphones, iphones; assim como, artefatos atrelados aos redundantes prazeres sensoriais estupidificados em suas reações basilares de estímulo-resposta – de caráter imediatista para com o orgânico. Dessa forma, buscam as pseudo-abjurações dos livros didáticos e paradidáticos, e, também, dos demais materiais escolares. Hodiernamente são os botões tecnológicos que sofrem a compressão dos dígitos; enquanto os textos ficam relegados ao abandono cabal das palavras, frases concatenatórias e outros meios de orquestração do pensamento formulado por escrito.
   O professor, destituído do senhorial adquirido no prisco, é programado, de modo combalido, através dos diversificados grupos de alunos cretinizados, geralmente filhos de pais poderosos e degenerados, e que, de modo verossimilhante, também são sujeitos descendentes de uma deleteriedade esturdia, não obstante pertencerem direta ou indiretamente aos três corruptos poderes – da mais elevada ignomínia – que representam, de maneira oprobriosa, a nação brasileira.
    Nos colégios do modernicismo – sem muitas hesitações paralelas – as leis desrespeitosas estão a vigorar soturnamente, dando guarida aos desmandos energúmenos desses alunos sacripantas.
    Até onanismos são perpetrados, sub-repticiamente, nas próprias salas de aula, através de pequenos vibradores apropriados, e que são instalados nos encetamentos das cúspides genitais, independentemente das simbologias genitálicas.
   As drogas, sempre atuantes, são repassadas para o interior das salas de aula, através das bombas milimétricas das canetas cerradas, não deixando, de modo genérico, nenhum laivo de translucidez para uma possível flagrância!...
   Os inalantes perfumados são servidos em lenços e em papéis etiquetados para a higienização pessoal. Todos os dependentes aspiram as substâncias entorpecentes contidas neles, com vistas direcionadas aos seus plenos saciamentos psicossomáticos.
    Salas cinematográficas, em total escuridão, propiciam aos adolescentes a arte da bolinação, sobremodo na desfaçatez da sesta. Destarte, em adequação com a faixa etária, a polução não pode ser evitada, uma vez que as células epidérmicas e neuronais respondem aos estímulos correspondentes aos diferentes níveis deflagrados de excitabilidade orgânica reversível.
    Na ausência dos mestres – de amostrabilidades cientificas – esses alunos salazes montam vídeos, cabalmente, impregnados de nequícias lasciviais. E, a posteriori, os adultos, também, usufruem os ínterins lúbricos, detonados por essas imagens repletas de procacidade, sendo orquestradas por sons que promanam de átimos luxuriantes cujos suspiros são entrecortados de percucientes agônicos libidinais.

    Os discentes e docentes, do embaído modernismo, padecem, ressumbraticamente, de paroxismos palindrômicos, tendo por raiz basilar o irrefutável binômio: aprosexia e abulia. De modo ilativo, a desatenção e a má vontade somatorizadas ao impulso estatizante e renitente de desaprender a lição, ambas estorvam a assimilação de conhecimentos necessários para dirimir os díspares posicionamentos estabelecidos nas normativas estatutárias da escolaridade, ad-rogada consoante aos combalimentos das leis de diretrizes e bases do sistema educacional brasileiro.

                    Wilson Cerveira

sábado, 22 de março de 2014

MESTRES DE OUTRORA

   De fato, esses ministradores do abrangente saber, sem perplexidade, eram polímatas no que concernia ao somatorial das características basilares vocacionais. Eles ostentavam um aspecto senhoril, e expandiam comportamentos compatíveis ao estado atinente ao senhorio.
   Os mestres de outrora zelavam pela indumentária, pois vestiam-se com apuro. Os homens, geralmente, davam aula de terno; enquanto as mulheres, em sua maioria, mantinham-se de vestido longo, ou, então, de blusas compostas, portando mangas compridas. Realmente, os seus trajes chamavam a devida atenção para com as suas devidas apresentações.
   Deveras, aparatavam atitudes e conhecimentos, promanados daqueles que não precisam de apontamentos para sobreviver em meio às algazarras e dispersas atitudes do hodierno em turbilhão acossatório diuturno. 
   Buscavam seus conhecimentos nas diversas fontes expositivas, tais como: revistas, jornais, enciclopédias, livros científicos e literários – dos mais simples aos de complexidade maior, abrangendo os dispares ramos da erudição humana, – em seus tempos, modos e pessoas!...
    Decerto, essas lentes do sapientismo – no decorrer fluente de suas eximias explanações, não dispunham da necessidade premente do discorrer da leitura, sobremaneira a que se tornara, concernentemente, os átimos da capacitação dos saberes concernentes aos dispares ramos referentes aos diversificados estudos do comportamento.
   Mestres que ressumavam cenhos sobrecarregados, e traziam como aparato o trinômio: bata e mangas compridas, alguns lápis de giz e um apagador, somente. Então, o que o pontificava e o fazia rutilar era o portentoso saber versatilizado, que houvera arquivado no decurso inexorável dos pétreos anos de experimentação, vivência e sofrência.
    O caráter de respeitabilidade dos mestres de outrora, sem condição hesitatória, transpunha os limites da vetusta sala de aula, partindo em direitura a quaisquer locais onde estivessem presentes, sempre na qualidade de implementar os cognitivos relacionados à prédica.
   Esses prodígios do saber de Antanho, fulgurariam pelo acúmulo somatorizante de basicidades e de conhecimentos gerais, não se especializando em teorias isoladas, dificilmente compiladas em especificidades compendiais de leitura.
   Os lentes do pristino, portadores de formação familiar sólida e edificante, procuravam cumprir suas obrigações pontualmente, chegando antes dos toques da sineta que marcavam o adentramento do corpo discente às suas respectivas salas de aula. Nesse caso, esses pinaculares da instrução davam aos seus discípulos paradigmas de como viver condignamente em grupos heterogêneos – cujas educações são antagônicas em vários parâmetros de maiores contundências.
     Indiscutivelmente, eram mestres de percuciente saber, buscando as etimologias e as semânticas dos diferentes vernáculos, independentemente de suas variantes hibridicidades. Escafedendo-se do normal, não há quem precise o tipo de reverberação elocutiva desses tempos de natureza reminiscente em todas as suas readmissibilidades plausíveis.
     Essas potestades do vasto conhecimento davam-nos a impressão miraculosa de que haviam aprendido para sempre as lições do prisco, e, com o transcorrer do tempo inclemente, consolidaram regras e normativas atinentes às diferentes disciplinas, estando aptos para ministrá-las, quando houvesse ausência dos professores das matérias que não estavam enquadradas no rol curricular de sua formação acadêmica.
     Épocas essas inesquecíveis, em que a presença do factótum agia em todos os âmbitos vetoriais inerentes às diferentes atividades humanísticas – das menos intrincadas ao mais fastigioso grau de inextricabilidade. 
     Esses preceptores da cognoscibilidade não se acercavam de aparelhos cominadores e espectrais, mas demonstravam uma poligrafia de causar inveja a quem a estudasse acuradamente, na ausência de algumas sinopses retiradas de livros conteudistas do prístino, em que as resenhas vinham em anexo nas postremeiras páginas.
     Davam aulas de experimentos laboratoriais como se estivessem diante dos inúmeros artefatos produzidos por uma tecnologia embrionariamente devindoura em todos os referenciais de plausibilidade convincente.  
     Os mestres de outrora não se prestavam aos intentos das falcatruas instrucionais. Direcionavam os seus alunos para veredas de dirimição, as quais os aduziam a galgar os lugares de maior primazia na ascensão dos cargos dignitários.
     A confiabilidade e a respeitabilidade eram seus pilares de maior referência, já que as marcas das instruções educativas medram a cada dia – em confrontação com novos saberes, sobremodo no âmbito vastíssimo da cognosia de caráter extremamente científico.

     Seus instrumentos de musicalidade aplicativa restringiam-se à férula, também conhecida por palmatória, régua, salas de castigo, -- sem cadeiras – onde os alunos ficavam em pé, durante longo tempo, com os seus rostos voltados para a parede, portando um livro no espaço recôncavo de ambas as mãos, tentando memorizar prolixos trechos – em prosa ou em linguagem poética --, assim como escrevendo e reescrevendo cópias que aludiam à correção dos erros, apresentados durante as aulas expositivas, ministradas por cada mestre – em sua individualidade magisterial!...

                              Wilson Cerveira 

quarta-feira, 19 de março de 2014

EDUCADORES DISSIMULADOS

  -- Noberto, ao obedecer ao ritmar dos seus cerimoniamentos, traz Miércia para junto dos captadores acústicos, e, ainda estremunhado, confidencia-lhe, em surdina, a frase que ela não gostaria de escutar, se bem que relatasse as abstrusões das degenerativas convivências, registradas no decurso do tempo inexorável e, também, em todas as dimensões da plausibilidade humana.
   -- O senhor – de cabelos encanecidos-- exara em voz estentória: “Você, decerto, não é mais a mesma pessoa?!...” Apesar da demudação ser do tipo avassalador, Miércia persevera em expungir os remanescentes traços daquela pessoa educada, sem afetações, que veio trazer o célebre e efêmero invite conubial.
   Nesta data de capitólico argentum, olvidada pela maioria dos que lá estiveram presentes, especificamente no interregno correspondente a dois decênios e um lustro, buscando reatar as duas meadas – como se um dos lados não estivesse a carecer de maiores cuidados quanto aos dispares níveis de cominuição das estruturas musculo-esqueléticas que já aparatavam alguns combalimentos quanto à condição humana de precateamento, malgrado a presença dos princípios norteadores de alguma educação, revistos em períodos de contundência nequicial. E, dessa forma bisonha, verifica-se, de modo clarividente, a regência dos métodos atrelados ao inusitado sistema edudeseducacional!...
   De fato, esses falaciosos mestres, do hodiernismo, eles se apresentam com um arquétipo de entonação determinante, como se fossem ressumar alguns rastilhos absconditados em alfarrábio, e que serviriam de meta para preceptar alguma atividade magisterial, preservando-a anonimamente. Realmente, deblateram, diuturnamente, pois são estentórios quanto ao ato de exarar, decerto, inveracidades metodológicas. E, dessa forma escusa, vão se distanciando do foco de proferimento do cognitivo, quase sempre no vocacional probatório do suplício de inopinadas arguições.
     Com toques feéricos sobrevindos a partir dos dispositivos móveis de exacerbado preciosismo, esses educadores sacripantas transcrevem para o plano de épura as suas frívolas imagens – impregnadas de especioso polimento, conquanto sejam lidimamente sepulcros caiados quanto ao grau de simulacrismo pertinente às suas proliferantes putrefações veladas.
     Os educadores estrugentes buscam gírias, modelismos, sacaneamentos, pornofonomanias, ondismos e tantos outros aparatos psicodélicos, visando atender as suas premências de morbicidade, estando presentes nos intrínsecos labirínticos da imane crúcia hodierna!...
     Esses falcatrueiros da cognoscibilidade trazem mensagens delusórias de hiperbólica delação, requerendo, de maneira concomitante, participações capciosas entre docentes e discentes, sem que remanesçam laivos de uma questionável veridicidade em ambas as trilhas hesitantes do falacioso eruditismo, onde ainda são vislumbradas as percucientes ambiguidades.
     De súbito, dimanam suspiros de quem persevera em perpetrar embustes, tendo por raiz basilar a capacidade de dissimular as próprias patranhas, as mesmas que são arquitetadas nos recintos escolares.
     São, de fato, esses educadores mequetrefes, sobretudo os que fizeram incursão ao sistema educacional combalido – na ressumbratória de um corporativismo nato.
     Realmente, os cominadores das letras colegiais, sem perplexidade, embuçalam-se nas estremaduras das vesânicas diretrizes departamentais, velando pelo anonimato das equipes de professores das diversas disciplinas ministradas nos cursos de nivelamento superior, mestrado, doutorado e pós-doutoramentos de várias gradações!...
     Deveras, esses ministradores teóricos costumam regressar das deambulações perpetradas nas íngremes sendas, obscuros passos cabalísticos pertinentes aos cognitivos que permeiam as percalcitudes dos que desideram inusitadas fórmulas persuasivas, capazes de reverter o macambúzio estado aflorantes, advindos das diversificadas aprendizagens, sobremodo as que estejam inseridas nos ramos atinentes às técnico-ciências.


                                       Wilson Cerveira

terça-feira, 11 de março de 2014

EDUCADORES DESATENTOS

Em detrimento dos discentes, os professores – destes dias hodiernos não humanizam as desnorteantes atividades docentes, já que a pragmática adotada não ostenta vínculos atrelados ao concorridíssimo mercado de trabalho – em via de cabal saturação --, abrangendo  a grande maioria dos proliferantes ramos do saber.
     Oprobriosamente, os lentes remanescem absconditados nos escaninhos dedálicos dos mais díspares aparatos curriculares, tendo por raízes basilares as antinômicas e heteróclitas leis de diretrizes e bases pertinentes ao questionado sistema educacional brasileiro.
     Hodiernamente, a edudeseducação promove uma série continuada de facilitismos, facultando o transitar sem óbices – de uma série a outra, visto que a quantificação sobrepuja os méritos inigualáveis da obsoleta qualificação.
     A reprovação foi sucumbindo aos poucos, no sentido de restringir, burlescamente, a provável evasão escolar. Desse modo, a qualificação foi perdendo o lustramento, porquanto os números interessavam aos anseios dos réprobos governantes. Assim sendo, o desiderato capadócio estava sob o direcionamento cumplicial dos jovens de dezesseis anos, precisamente no período em que eram convocados a votar, com a finalidade de sufragar a maioria dos candidatos facínoras que faziam parte integrante da conspurcada reeleição!...
     O ensino, imediatista e abasilar, não promoverá a devida capacitação para o concurso público, uma vez que reúne os conhecimentos necessários para uma aventada probabilidade aprobatória.
     O mercado de trabalho vai ficando, cada vez mais, longínquo, proporcionando obnubilações nas ideias de quem o demanda – na contingência de suprir as ensanchas das propaladas defasagens, ora evidenciadas, ululantemente, em todos os âmbitos atinentes aos empregos atrelados às díspares pecúnias.
Esses educadores, de engabelação comprovada, costumam variegar as suas imagens especiosas, dando-lhes o falacioso fulgor de sepulcros caiados – numa ofuscação de tristura percuciente!...
Os educadores desatentos costumam não cuidar de suas indumentárias, ministrando aulas em campo aberto, mesmo estando em sala de aula, porque não usam trajes condizentes ao magnânimo exercício do magistério.
     Calças grossas, com esfolamento à faca; e japonesas que indicam nódoas de breu, e que, deveras, estejam completamente estregues a tiras amarradas por distintos arames torcidos. O aspecto que a persona aparata não é de preceptor, mas de pseudo-exibicionistas, estando prontos para agir abruptamente.
     Esses meticulosos pedagogos não sabiam que a deseducação reptadora seria o símbolo basilar do que se cognomina edudeseducação, a mesma que eles preparariam a cada dia, num sistema estereotipado – como se a semântica norteasse várias abrangências vernaculares.
     De fato, os que são mequetrefes do ensino, eles procuram sempre embair as gerações de adolescentes inconsequentes – quase sempre drogados! Dizem que a cocaína, heroína, morfina, LSD, e tantas outras substâncias químicas são pesadíssimas para o organismo, causando-lhe reações portadoras de efeitos deletérios, sendo corroborados em quase todos os manuais instrucionais da saúde populacional. E, os que eles afirmam ser erros, após a preleção em sala de aula, acabam sendo praticados com a mesma ardência, somatorizando, também, outras aderências que locupletam os comportamentos patológicos, notadamente aqueles que estão atrelados à pletora lascivial.
     Realmente, a maioria dos educadores insolentes, numa procacidade a toda prova, preconiza a importância dos livros para os alunos que repulsam a leitura. Desse modo, fazem um serviço ineficaz quanto à clientela, sobremodo a que serviu de parâmetro no decorrer de suas simulativas explanações inanes!...
     Os mestres das falcatruosas indicações livrescas, decerto, são incapazes de praticar boas ações atinentes ao ato de comprar livros, independentemente de suas especializações, para que adquiram um pouco de cultura geral, não prestando a si mesmos um grande bem, que se resume em saber no cotidiano um pouco de tudo – de tudo o que se torna necessário para novas aprendizagens!

     Apontam para as bibliotecas como sendo locais adequados para o convívio dos livros! Declaram que esses ambientes são propícios à meditação do que está sendo consultado em termos de concepções cognitivas; entretanto, ressumbram cabais esburnimento quanto ao demonstrativo dos desadentramentos consignados com o passar vertiginoso dos dias. Esses mestres, desinformantes de quaisquer saberes, nunca são encontrados no interior desses preciosos recintos de leitura. Encontrá-los-emos, geralmente, em ambientes promíscuos, nos quais a salacidade vocifera em frêmitos de natureza, exclusivamente, epidérmica.

                               Wilson Cerveira