Inquestionavelmente, a
maioria dos educadores hodiernos ministram teorias – “como se fossem novas” –
conquanto sejam apenas especiosos ensinamentos que são veiculados nestas
escolas em voga, cujas salas respiram penduricalhos de uma tecnologia perfunctória.
De modo geral, esses
educadores mefistofélicos ostentam erudições de pós-doutoramentos falaciosos,
jamais realizados em países mais desenvolvidos do continente europeu.
Ptolomeu, Natércia e
Gertrudes – conspícuos representantes do corpo docente da “Escola Futurista” –
aparatam comportamentos estúrdios, não chegando a estabelecer o gráfico
demonstrativo do percentual dessa esfíngica clientela – que viria de alguma
forma compô-la em outra época!
Os docentes, de maneira
generalizante, são lídimos rebuços resultantes de uma caótica educação – de
caráter involutivo – estando presentes, de fato, nesta neófita escala das
inferências assimiladas. E, desse modo, avocam tecnologias hiperbólicas e
painéis cabalísticos, pertinentes aos pósteros, e jamais aplicadas no ramerrão
existencial.
Durante as suas
preleções, os docentes especialistas demonstram uma estereotipia verossímil. E,
em detrimento, o nefasto evento educacional, comumente, transpira as alianças
do falseteio palmar.
Esses ministradores do
saber, indubitavelmente, exigem livros didáticos e paradidáticos, embora sejam
incapazes de adquiri-los prototipamente, não dando ensanchas aos arquétipos
basilares de tudo o que apregoam, à guisa, nas salas exornadas pelos
excêntricos aparelhos tecnológicos!
Rebuscam condições
homéricas e fraternas, sempre atinentes ao hodiernismo, uma vez que estejam a
carecer de uma lídima impressão do que se cognomina de novíssimo e excrescente
“Sistema Educacional”, e que não apresenta a plausibilidade de que tanto
esperávamos no vasto âmbito do modernismo liceísta – bastante polemizado!...
Esses sujeitos
esquipáticos, denominados, escarnecidamente, de “edudeseducadores”, de imane
insolência, em que pese serem excruciados pelas palindrômicas sindromizações da
aprosexia e da abulia, prosseguem no ato de perseverar e persuadir suas
idiossincrasias cognitivas.
Os educadores
desabridos predicam lidimidades, malgrado estejam implicados em ardis de
percuciente hipocrisia! Deveras, a exação da prontidão é, falaciosamente,
requerida em sala de aula, nos díspares interregnos dos mais variados assuntos,
não justificando jamais as impontualidades e combalimentos decretados, os quais
são deslindados por esta geração de ciborgues a caráter!...
O educador desta
excrescente atualidade – onde existe certa implexibilidade – é propendente ao
vezo deseducacional, abrangendo o traje, o vício, o sexo, a invídia, a
tacanhez, a glutonaria, a bibliofobia recrudescente...
Sobremaneira, no
aparatar lamurioso de suas ações de rebuço, os educadores do Curso de Artes
Visuais desideratam inocular nas escolas os modismos ondistas dos trajes em
voga.
Os ínclitos mestres da
toxicologia incrementam projetos que visam desvendar os efeitos deletérios das
novas drogas, e, concomitantemente, compulsam novas fórmulas capazes de sopitar
os prodrômicos recrudescentes das síndromes recidivantes, oriundas da
descomunal dependência que as drogas proporcionam aos seus usuários normativos
e, também, para aqueles infratores... E, à socapa, após suas magistrais aulas
diruptivas, os preceptores da toxicologia, de modo estupefato, ainda excogitam
para os seus comandados, os riscos iminentes desses produtos químicos
avassaladores! E, após defecção, fazem uso desses produtos indiscriminadamente,
como se não lhes advertisse a deleteriedade peremptória.
Os tais especialistas,
versados em matérias variegadas de sexologia, demonstram as teorias de JUNG E
FREUD, assim como a respeitabilidade reacionária do organismo, podendo ser
positiva ou negativa, dependendo das inúmeras tergiversações ocorridas no
decurso dos mecanismos cibernéticos intervenientes!... Os suspeitos elementos
não sentem a volúpia despertada pela leitura, mesmo que esteja atrelada para as
vantagens das peripécias freudianas no que concerne ao ato de revigorar a
função sexual, visto que é basilar em todos os aspectos sinérgicos
revitalizantes!...
Wilson Cerveira