quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

A PSICOPATIA DO PSIQUIATRA

A implexibilidade está em confutar a possibilidade de elucubrar, numa percuciente auto-análise, até que ponto o psiquiatra apresenta a devida modéstia, para que, no momento de aferir resultados, consiga discernir as psicopatias dos seus pacientes e, também, os seus próprios desvarios. Destarte, haveria a aparente ilação equânime dos esquadrinhamentos exequíveis, atribuindo a ambos um certo grau de equivalência quanto a polêmica acirrada existente entre os diferentes matizes subjetivos de normoanormalidades, que se assenhoram, reconditamente, no psiquismo oscilatório das criaturas, sobretudo nestes cruentos dias hodiernos, em que atitudes anormais se metamorfoseiam em comportamentos pseudonormais, diante da observação combalida de uma sociedade de visão perfunctória!...


São Luís, MA, 28 de janeiro de 2010
WILSON CERVEIRA

4 comentários:

  1. HENRIQUE27/2/10

    Um certo dia eu me vi diante de um psiquiatra, por motivo de um concurso para professor que exigia tal confronto. Ao entrar no seu consultório, após enfrentar uma fila quase quilométrica, ele me olhou e disse:
    - Todo mundo, de louco, tem um pouco!

    Imediatamente depois de ter desferido esta frase, ele perguntou meu nome e me deu um papel que dizia que eu era "normal".

    NA SOCIEDADE HUMANA:
    POBRE É LOUCO.
    RICO È EXCÊNTRICO.

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  2. REALMENTE, TENS RAZÃO CABAL QUANDO EXARAS O ALVITRAMENTO DE TAL QUESTÃO MUITO IMPLEXA.

    UM CORDIAL ABRAÇO

    WILSON CERVEIRA

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  3. Acaso não foi por isso mesmo que a Casa Verde acabou tendo um só hóspede? eheheheh

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  4. Anônimo27/4/22

    Na sociedade em que vivemos, frenética e inquieta, em que o homem a cada dia luta por sua sobrevivência, nos deparamos com pessoas que passam até mais de 24 horas fora de casa, sem dormir direito, saindo de hospital para hospital ou de clínica para hospital, no intuito de assim poder ter uma vida abastarda. E é com essas que iremos confiar nossas vidas para que as mesmas possam nos ajudar em algum momento em que precisemos. Mas será que estaremos mesmo sendo cuidados por pessoas capazes de nos ajudar realmente? Essa é uma pergunta que não saberei responder.

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