quarta-feira, 7 de julho de 2010

REMINISCÊNCIAS DESABRIDAS

Que retumbe a reiteração de que tenho sido, sem hesitações, o amigo das horas difíceis, já que a humanidade termina de perder o seu mais alto vínculo para com a sensibilidade comovente!...Ninguém, dentro da variância normoanormonormal, gostaria de assistir ao espetáculo da desemoção de quem caminha na soturnidade dos dias... Dias do agônico catastrofismo polemizado em todos os ângulos de percuciência, assim como na perlustração de todos os desideratos vivenciados, experimentados e sofridos sob este sol inclemente dos setembros, os quais foram crestados pelas secas prolongadas, impiedosas e renitentes destes tempos cruentos de peremptória expurgação. São Luís,Ma, 07 de julho de 2010. Wilson Cerveira .

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