Quiçá não seja necessário exarar as diferentes gradações de
normoanormalidade que a sociedade hodierna fora acometida há várias décadas.
Provam-se as oscilações reinantes entre o normal e o anormal propriamente dito.
Em verdade, o que existe é o tipo normoanormal, variando em determinados
átimos, malgrado não haja, deveras, uma síndrome patológica que o caracterize
nas três dimensões: espiritual, física e psíquica. Então, fica-se sem saber
quem é o sujeito; pois, encontra-se abscôndito em diversas envolturas de
penumbra percuciente.
Dessa forma, não há como uniformizar o grupo de discentes, já que, por
intermédio de situações bizarras, vai demudando, pouco a pouco, como se
quisesse requestar uma inusitada inscrição de caráter degenerativo, sem que
haja quaisquer arquétipos contendo por substrato primazias senectas.
Hodiernamente, não se sabe com quem se lida. A pessoa do aluno está
distanciada, sendo implementada num plano virtual de pequeno porte. A realidade
colige um número abastado de características sucumbíveis! Cada dia, sem
exceção, surde um insólito etológico de inextrincável inteligibilidade. Vai-se
em direitura à vacuidade e sempre à cata de desideratos e adendos plausíveis.
A escola fica sem controle, em face da profligação exacerbante do
senhorio docente. O Mestre perdeu a condição que o assistia no sentido de ter
que ostentar o cognominado domínio de classe – durante o período contubernal,
abrangendo tanto os discentes quanto os docentes!
Os
psicopedagogos tentam dilucidar essas disfunções, anteparados pelo imane grupo
componente dos direitos, impingidos no âmbito dos aspectos falaciosos e
inumanos; malgrado tenham os estigmas esprobrantes e corroborativos, sendo,
nesse caso, ilícitas permissividades execráveis.
De súbito, surde um arquétipo espúrio provindo de um marginal
uniformizado! Sem razão plausível, o Licomedes abertura o seu professor de
Matemática, encostando-lhe na jugular o cano de uma pistola automática de altíssima
precisão.
Reúne-se o corpo administrativo, docente e representantes das principais
chefias da Secretaria de Estado da Educação. Nenhum é capaz de dirimir a
tentativa de crime supostamente perpetrado. O aluno passa a ter razão
inexistente, numa alegação de reações inerentes à sua frágil fase de
adolescência mórbida, porquanto é inadmissível tais comportamentos anômalos,
ainda que o aluno esteja a frequentar um colégio com características
manicomiais recrudescentes.
O que está havendo é a descriminalização das drogas. Tanto assim, que o
aluno, sob efeito de um entorpecente potente, sente-se altamente narcotizado, e
predisposto a perpetrar qualquer tipo de delito, podendo atingir – de modo
fatal – alguém que venha em sua direção! De repente, com arma em punho,
cabalmente desembainhada, impinge a Gestora, dona Clemilda, obrigando-a a ceder
as chaves do armário e a do cofre, as quais ostentavam sigilos especiais quanto
ao ato de abrir-los! Preferia entregar-se a ele, a fim de que realizasse seus
instintos bestiais, aparatando conspurcações de altíssima degradação moral...
Numa dessas vezes, como se fosse a postremeira, Risoleta, “Supervisora
Geral da Escola”, teve a extrema ousadia em aguardar a cabal vacuidade do
ambiente, o qual ostentava putativo caráter educacional, para que liberasse o
seu próprio corpo, entregando-o às
sevícias dos malfeitores dos tarados – comutando a liberalidade de ambas
as chaves. Nesse adiantamento tecnológico reptativo, poderia recuperar o hímem
e demais aparatos do sistema genitálico, submetendo-o a uma minuciosa cirurgia
plástica reparadora. Outrossim, os dilaceramentos proporcionados pelo hediondo
tarado extrapolava todos os índices de suporte pertinentes ao pundonor.
De pronto, estaria escalonando os atores, para, então, auferir aos
probabilismos reinantes. Deveras, a lídima Risoleta, portadora de ancas
avantajada, a exuberar glúteos de um lídimo perfil calipígeo, cujos glúteos
ficam localizados nocentro colimador das duas abóbodas glúteas, avocando
aqueles que contemplam opíparos quadros de pintura, remanescendo um insólito
perlustrar cabalmente pitoresco!...
Neste ínterim, surpreendeu-me a atitude tresloucada do aprendiz quando,
ao despertar uma tara de altíssima deleteriedades, exibia um estado de letargia
percuciente, deixando em clarividência a recessividade porvindoura.
Há pouco uma senda degradante
fora perpetrada por um narcotizado aparatando um uniforme da Escola “Semião
Costa”, paupérrima escola de um lugarejo longínquo!...
De fato, sem saber o perigo que o rondava, o pobre vigilante correra o
risco de perder o emprego, dando acesso ao mais catastrófico dos terroristas.
Era apenas um penetra deletério, mal-intencionado, altamente periculoso, que,
movido por instintos bestiais, veio com o propósito maligno de seviciar, de
modo fornicativo, a gestora geral dessa escola interiorana, situada há vários
quilômetros da sede do povoado, que recebera a cognominação falaciosa de
“Município” – sem saneamento básico e outras necessidades basilares
imprescindíveis! Isto tudo faz parte de sacripantas politiqueiros, com o intuito
de auferir votos para eleger e reeleger candidatos ladrões e incompetentes.
Decerto, servirão de meio para piorar cada vez mais o ambiente escolar,
assim como, sem perplexidade, a saúde precária de uma população de insipientes
quanto ao que se denomina de reivindicação generalizada dos seus próprios
direitos adquiridos lidimamente.
Não houve delação por parte da diretora, porquanto o criminoso a
cominava, diariamente, de regressar ao colégio, e, desta feita, para matá-la de
modo mutilante, caso fosse processado e preso pelo brutal e hediondo crime de
estupro!
As estudantes – de menor idade -, também, de maneira indiscriminada,
sofriam o enxovalho desses crápulas invasores, que se passavam como se fossem
membros efetivos de uma instituição erudicional...
Alguns desses maus elementos eram arrivistas desde que adentraram ao
recinto escolar. Tanto assim, que, indubitavelmente, espreitavam as festas
juninas para que pudessem perpetrar os atos abomináveis de um terrorismo...
Durante os festejos juninos, esses maus caracteres soltavam bombas de
murrão nos banheiros, mormente atrás dos vasos sanitários. E, quem se sentasse
para fazer as suas necessidades fisiológicas, as estancava a meio caminho da
expurgação, muito antes de encetar os peristaltismos das alças intestinais.
Realmente, são eles que proporcionam a excreção protraída dos coprólitos ou
fecalomas, estando há muito armazenados!
Estudos hodiernos corroboram, de fato, que isto pode ser o encetar de um
nódulo benigno nas alças intestinais, que, com o decurso do tempo, poderá
converter-se numa neoplasia maligna – de extensão avassaladora – em todo o colo
intestinal.
Nas reuniões de pais e mestres, onde todos estavam coligidos, no mesmo
precinto, premoniciou-se a inelutável presença da neurose do medo, patologia do
sistema nervoso, que é um tipo de mal secreto a se apoderar dos organismos mais combalidos, incapazes de
opugnar quaisquer resiliências contendo percuciência mais estigmatizante,
remanescendo o vurmo ou a sânie das úlceras incuráveis – de difícil
cicatrização, independente do tempo a ser compulsado.
Esse esquadrinhamento, com caráter de perfeccionismo, dar-se-á no
decorrer do tempo inclemente. Urge, nesse caso a carência de reperquiri-lo para
comprovar, mesmo que no debilitismo da psiquiatria, e de inúmeras patologias
mentais, recentemente ressurgidas, com a recrudescência das tensões provindas
de todos os lados vetoriais, não importando a direção e o sentido a serem
estipulados no percurso do itinerário requestante.
Wilson Cerveira
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