terça-feira, 31 de maio de 2016

DISTÚRBIOS NO RECINTO ESCOLAR


     Quiçá não seja necessário exarar as diferentes gradações de normoanormalidade que a sociedade hodierna fora acometida há várias décadas. Provam-se as oscilações reinantes entre o normal e o anormal propriamente dito.
     Em verdade, o que existe é o tipo normoanormal, variando em determinados átimos, malgrado não haja, deveras, uma síndrome patológica que o caracterize nas três dimensões: espiritual, física e psíquica. Então, fica-se sem saber quem é o sujeito; pois, encontra-se abscôndito em diversas envolturas de penumbra percuciente.
     Dessa forma, não há como uniformizar o grupo de discentes, já que, por intermédio de situações bizarras, vai demudando, pouco a pouco, como se quisesse requestar uma inusitada inscrição de caráter degenerativo, sem que haja quaisquer arquétipos contendo por substrato primazias senectas.
     Hodiernamente, não se sabe com quem se lida. A pessoa do aluno está distanciada, sendo implementada num plano virtual de pequeno porte. A realidade colige um número abastado de características sucumbíveis! Cada dia, sem exceção, surde um insólito etológico de inextrincável inteligibilidade. Vai-se em direitura à vacuidade e sempre à cata de desideratos e adendos plausíveis.
     A escola fica sem controle, em face da profligação exacerbante do senhorio docente. O Mestre perdeu a condição que o assistia no sentido de ter que ostentar o cognominado domínio de classe – durante o período contubernal, abrangendo tanto os discentes quanto os docentes!
     Os psicopedagogos tentam dilucidar essas disfunções, anteparados pelo imane grupo componente dos direitos, impingidos no âmbito dos aspectos falaciosos e inumanos; malgrado tenham os estigmas esprobrantes e corroborativos, sendo, nesse caso, ilícitas permissividades execráveis.
     De súbito, surde um arquétipo espúrio provindo de um marginal uniformizado! Sem razão plausível, o Licomedes abertura o seu professor de Matemática, encostando-lhe na jugular o cano de uma pistola automática de altíssima precisão.
     Reúne-se o corpo administrativo, docente e representantes das principais chefias da Secretaria de Estado da Educação. Nenhum é capaz de dirimir a tentativa de crime supostamente perpetrado. O aluno passa a ter razão inexistente, numa alegação de reações inerentes à sua frágil fase de adolescência mórbida, porquanto é inadmissível tais comportamentos anômalos, ainda que o aluno esteja a frequentar um colégio com características manicomiais recrudescentes.
    O que está havendo é a descriminalização das drogas. Tanto assim, que o aluno, sob efeito de um entorpecente potente, sente-se altamente narcotizado, e predisposto a perpetrar qualquer tipo de delito, podendo atingir – de modo fatal – alguém que venha em sua direção! De repente, com arma em punho, cabalmente desembainhada, impinge a Gestora, dona Clemilda, obrigando-a a ceder as chaves do armário e a do cofre, as quais ostentavam sigilos especiais quanto ao ato de abrir-los! Preferia entregar-se a ele, a fim de que realizasse seus instintos bestiais, aparatando conspurcações de altíssima degradação moral...     
     Numa dessas vezes, como se fosse a postremeira, Risoleta, “Supervisora Geral da Escola”, teve a extrema ousadia em aguardar a cabal vacuidade do ambiente, o qual ostentava putativo caráter educacional, para que liberasse o seu próprio corpo, entregando-o às  sevícias dos malfeitores dos tarados – comutando a liberalidade de ambas as chaves. Nesse adiantamento tecnológico reptativo, poderia recuperar o hímem e demais aparatos do sistema genitálico, submetendo-o a uma minuciosa cirurgia plástica reparadora. Outrossim, os dilaceramentos proporcionados pelo hediondo tarado extrapolava todos os índices de suporte pertinentes ao pundonor.
     De pronto, estaria escalonando os atores, para, então, auferir aos probabilismos reinantes. Deveras, a lídima Risoleta, portadora de ancas avantajada, a exuberar glúteos de um lídimo perfil calipígeo, cujos glúteos ficam localizados nocentro colimador das duas abóbodas glúteas, avocando aqueles que contemplam opíparos quadros de pintura, remanescendo um insólito perlustrar cabalmente pitoresco!...
     Neste ínterim, surpreendeu-me a atitude tresloucada do aprendiz quando, ao despertar uma tara de altíssima deleteriedades, exibia um estado de letargia percuciente, deixando em clarividência a recessividade porvindoura.
     Há pouco uma senda degradante fora perpetrada por um narcotizado aparatando um uniforme da Escola “Semião Costa”, paupérrima escola de um lugarejo longínquo!...
     De fato, sem saber o perigo que o rondava, o pobre vigilante correra o risco de perder o emprego, dando acesso ao mais catastrófico dos terroristas. Era apenas um penetra deletério, mal-intencionado, altamente periculoso, que, movido por instintos bestiais, veio com o propósito maligno de seviciar, de modo fornicativo, a gestora geral dessa escola interiorana, situada há vários quilômetros da sede do povoado, que recebera a cognominação falaciosa de “Município” – sem saneamento básico e outras necessidades basilares imprescindíveis! Isto tudo faz parte de sacripantas politiqueiros, com o intuito de auferir votos para eleger e reeleger candidatos ladrões e incompetentes.
     Decerto, servirão de meio para piorar cada vez mais o ambiente escolar, assim como, sem perplexidade, a saúde precária de uma população de insipientes quanto ao que se denomina de reivindicação generalizada dos seus próprios direitos adquiridos lidimamente.
     Não houve delação por parte da diretora, porquanto o criminoso a cominava, diariamente, de regressar ao colégio, e, desta feita, para matá-la de modo mutilante, caso fosse processado e preso pelo brutal e hediondo crime de estupro!
     As estudantes – de menor idade -, também, de maneira indiscriminada, sofriam o enxovalho desses crápulas invasores, que se passavam como se fossem membros efetivos de uma instituição erudicional...
     Alguns desses maus elementos eram arrivistas desde que adentraram ao recinto escolar. Tanto assim, que, indubitavelmente, espreitavam as festas juninas para que pudessem perpetrar os atos abomináveis de um terrorismo...
     Durante os festejos juninos, esses maus caracteres soltavam bombas de murrão nos banheiros, mormente atrás dos vasos sanitários. E, quem se sentasse para fazer as suas necessidades fisiológicas, as estancava a meio caminho da expurgação, muito antes de encetar os peristaltismos das alças intestinais. Realmente, são eles que proporcionam a excreção protraída dos coprólitos ou fecalomas, estando há muito armazenados!
     Estudos hodiernos corroboram, de fato, que isto pode ser o encetar de um nódulo benigno nas alças intestinais, que, com o decurso do tempo, poderá converter-se numa neoplasia maligna – de extensão avassaladora – em todo o colo intestinal.
     Nas reuniões de pais e mestres, onde todos estavam coligidos, no mesmo precinto, premoniciou-se a inelutável presença da neurose do medo, patologia do sistema nervoso, que é um tipo de mal secreto a se apoderar  dos organismos mais combalidos, incapazes de opugnar quaisquer resiliências contendo percuciência mais estigmatizante, remanescendo o vurmo ou a sânie das úlceras incuráveis – de difícil cicatrização, independente do tempo a ser compulsado.
     Esse esquadrinhamento, com caráter de perfeccionismo, dar-se-á no decorrer do tempo inclemente. Urge, nesse caso a carência de reperquiri-lo para comprovar, mesmo que no debilitismo da psiquiatria, e de inúmeras patologias mentais, recentemente ressurgidas, com a recrudescência das tensões provindas de todos os lados vetoriais, não importando a direção e o sentido a serem estipulados no percurso do itinerário requestante.

                                          Wilson Cerveira


     
      
    

         

Nenhum comentário:

Postar um comentário