Em se tratando de escolas, não se pode, em
hipótese alguma, fazer uma analogia. Os alunos que frequentavam o colégio
pristino, apresentavam um comportamento digno de sinceros panegíricos.
Os Mestres desse tempo prisco eram
tratados, com toda deferência pelos seus epígonos. As salas portavam estrado,
estrutura mais elevada que o chão, a qual servia de suporte para a colocação da
carteira do respectivo mestre, conforme sua disciplina e horário estabelecido.
Outrossim, esse tablado facilitava,
sobremodo, a visão do professor até os postremeiros discentes, situados nas
últimas carteiras da mencionada sala de aula. Igualmente, sem hesitação, esses
compartimentos escolares comportavam trinta alunos.
Neste átimo ígneo, as salas de aula
aparatam um número de alunos, os quais transgridem as folhas do Diário de
Classe. As folhas recortadas de papel branco são coladas em cada caderneta,
ultrapassando um número de discentes superior a sessenta!...
Igualmente, se as paredes fossem de
plástico enfurnariam as carteiras – até que alcançassem o nível correspondente
ao sincipúcio, deixando apenas o espaço das órbitas oculares. Assim sendo, sem
hesitação, o antididático estava se prestando como modismo degenerativo.
Também, as lousas de cavalete com ambas as
faces comutativas – foram substituídas por lousas de coloração frontal verde.
Essas estruturas permutaram a tão propalada caixa de giz por pinceis, reduzindo
o grau de rinite alérgica ressumbrada por um grupo de docentes.
Anunciaram computadores de péssima
qualidade, os quais funcionam bem pouco. Outrossim, chamaram para dentro das
salas os celulares mutáveis – que são trocados pelos pseudoescreventes no ato
da aquisição de drogas mortíferas!...
Neste hodiernismo angustiante, não temos
mais as vigilantes em cada porta da respectiva sala de aula. Essas senhoras
desenvolviam um trabalho lapidar. Primeiramente, tomavam conta dos discentes,
antes que o professor chegasse, mantendo-lhes a ordem disciplinar com relação a
educação cristã esboçada por cada epígono.
Em seguida preenchiam as caixas de madeira
com giz de boa qualidade. Posteriormente, apanhava as cadernetas ou diários de
classe, ordenando-os conforme o horário estabelecido para com a disciplina ou
matéria que fora designada.
Os vigilantes ou as vigilantes possuíam
armários com chave, corrente e cadeado, obstruindo-os na presença de
bisbilhoteiros falsificadores!...
Os discentes deseducados eram colocados em
pé nos corredores para fazer a respectiva leitura do livro correspondente ao
horário a ser ministrado pelo “Mestre” do momento estipulado pelo relógio de
pendulo – afixado no ponto mais elevado da parede do fundo do imenso corredor.
Os seus ponteiros eram bem graúdos, oferecendo uma visão nítida.
Essas senhoras ou senhores ostentavam uma
cadeira com espaldar e braços, uma vez que aparatavam uma faixa etária
avantajada cujos músculos e articulações de ambos os membros inferiores não
suportando o peso do corpo!
É de bom alvitre exarar que as senhoras
vigilantes eram indicadas por suas filhas que já se encontram nas respectivas
escolas do prisco ou pristino, exercendo o serviço de zeladores. Outrossim
espanavam janelas e portas – de baixo a cima – abrangendo seus interstícios.
De fato, as escolas do pretérito distante
podiam ser perlustradas por vários olhares concomitante. Não haviam marcas de
solados de Vulcabrás nas paredes do prédio colegial. Realmente, sem
perplexidade, podiam ressumbrar a educação cristã que fora adquirida pelos
alunos no convívio diuturno com os seus pais.
Sim, eram indivíduos obedientes, os quais
souberam repassar para a memória o que tinham aprendido com seus antepassados
no que concerne ao âmbito educacional. Esses senhores e senhoras quando
chegavam dos trabalhos realizados durante o dia; ainda restava um pouco do
turno noturno, para que fossem tomadas as lições das diferentes disciplinas
ministradas!...
Neste interim em que vivemos, as pseudo
escolas exibem um modelismo falsário com relação aos alunos desobedientes. Aboliram
os castigos corretivos!... As leves correções que serviam de sustentáculos para
os discentes ociosos; hoje, são denominadas de incriminatórias.
Outrossim, os docentes que as executarem nesta
ensancha sórdida do hodiernismo, receberão das famílias atinentes a esses
adolescentes compulsivos, uma carta intimatória.
Neste comenos conspurcatório, os epígonos deixam
a maioria dos livros em seus respectivos condomínios ou casas. A bolsa fica
repleta de material esportivo. Também, a bola de futebol – por ser mais
volumosa – é reconditada abaixo da camisa escolar. De longe, temos a falsa visão
de um tumor que crescera em seu abdome!...
Os jogos são diversificados. Então, eles
cuidam das jocosidades, e esquecem completamente das matérias a serem
estudadas, as quais servirão de embasamento curricular para o implexo mercado
de trabalho.
Atualmente, a bolsa escolar do aluno foi
comutada por uma mochila com alças resistentes, capaz de comportar uma bola de
futebol, acrescendo de altíssima resiliência comprovada nos gramados!...
O crônico vicio, que é o jogo de futebol,
substitue os livros das matérias, as quais seriam ministradas de conformidade
com o dia da semana ressumbrado no tradicional livro de ponto.
A quadra futebolística é o referencial de primeiríssima
grandeza em dias de patologia recrudescente. Então, o instrucional é substituído
pelo esforço físico das jogatinas mirabolantes.
As mochilas, de fato, servem para a
absconditar todo o material pertencente ao âmbito esportivo. Outrossim, os
chutes fortíssimos das pelotas, faziam com que elas ultrapassassem os
alambrados, fraturando as telhas sobrepostas no telhado das casas vizinhas!
As Secretarias de Educação tentam, de
todas as formas, acompanhar o desenfreado ritmo tecnológico. Tanto assim, sem
nenhuma perplexidade, inauguram nas casas de ensino os aparelhos tecnológicos mais
recentes.
A maioria não funciona, uma vez que – sua ordenação
mecânica foi inteiramente mudada em negociatas fraudulentas em todas as dimensões
plausíveis.
O simulacro pecuniário enche os bolsos
desses escroques falsários. E, desta maneira espurca, esses extorquidores de
verbas escolares, compram automóveis caríssimos...
Quem aprecia de longe, a impressão é
outra, cabalmente modificada... Os discentes e docentes não podem ressumbrar
nenhum benefício existente, pois a falcatrua tomou conta de tudo!
O governo corruptor faz as pseudo
propagandas nas portas dos colégios da rede estadual. O número de microscópios sem
funcionamento ultrapassa todos os limites plausíveis. Dessa maneira, os falsos
votos de extorsão fornecem uma pecúnia jamais perpetrada!...
A hipocrisia governamental toma conta da
popularidade. Os votos proliferam-se em cadeias infernalizantes. Esses aparelhos
recebem uma pintura caricata, a qual serve para cobrir as camadas de ferrugem
que se alastram infinitamente.
Ao passo que, sem hesitação, os
computadores da mais recente época, generalizando informes de primeiríssima grandeza
inexistente, neste telúrico ígneo perante as visões embaçada...
Colocam-se nos interregnos vidraceiros
iluminados! E, desse modo, as eleições estão para acontecer em cada Estado da
Federação, somatorizando os seus inúmeros municípios!...
São Luís, MA, 07 de
março de 2026
Wilson Cerveira
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