sábado, 7 de março de 2026

HODIERNO DAS INVERSÕES DEGENERATIVAS


     Em se tratando de escolas, não se pode, em hipótese alguma, fazer uma analogia. Os alunos que frequentavam o colégio pristino, apresentavam um comportamento digno de sinceros panegíricos.

     Os Mestres desse tempo prisco eram tratados, com toda deferência pelos seus epígonos. As salas portavam estrado, estrutura mais elevada que o chão, a qual servia de suporte para a colocação da carteira do respectivo mestre, conforme sua disciplina e horário estabelecido.

     Outrossim, esse tablado facilitava, sobremodo, a visão do professor até os postremeiros discentes, situados nas últimas carteiras da mencionada sala de aula. Igualmente, sem hesitação, esses compartimentos escolares comportavam trinta alunos.

     Neste átimo ígneo, as salas de aula aparatam um número de alunos, os quais transgridem as folhas do Diário de Classe. As folhas recortadas de papel branco são coladas em cada caderneta, ultrapassando um número de discentes superior a sessenta!...

     Igualmente, se as paredes fossem de plástico enfurnariam as carteiras – até que alcançassem o nível correspondente ao sincipúcio, deixando apenas o espaço das órbitas oculares. Assim sendo, sem hesitação, o antididático estava se prestando como modismo degenerativo.

     Também, as lousas de cavalete com ambas as faces comutativas – foram substituídas por lousas de coloração frontal verde. Essas estruturas permutaram a tão propalada caixa de giz por pinceis, reduzindo o grau de rinite alérgica ressumbrada por um grupo de docentes.

     Anunciaram computadores de péssima qualidade, os quais funcionam bem pouco. Outrossim, chamaram para dentro das salas os celulares mutáveis – que são trocados pelos pseudoescreventes no ato da aquisição de drogas mortíferas!...

     Neste hodiernismo angustiante, não temos mais as vigilantes em cada porta da respectiva sala de aula. Essas senhoras desenvolviam um trabalho lapidar. Primeiramente, tomavam conta dos discentes, antes que o professor chegasse, mantendo-lhes a ordem disciplinar com relação a educação cristã esboçada por cada epígono.

     Em seguida preenchiam as caixas de madeira com giz de boa qualidade. Posteriormente, apanhava as cadernetas ou diários de classe, ordenando-os conforme o horário estabelecido para com a disciplina ou matéria que fora designada.

     Os vigilantes ou as vigilantes possuíam armários com chave, corrente e cadeado, obstruindo-os na presença de bisbilhoteiros falsificadores!...

     Os discentes deseducados eram colocados em pé nos corredores para fazer a respectiva leitura do livro correspondente ao horário a ser ministrado pelo “Mestre” do momento estipulado pelo relógio de pendulo – afixado no ponto mais elevado da parede do fundo do imenso corredor. Os seus ponteiros eram bem graúdos, oferecendo uma visão nítida.

     Essas senhoras ou senhores ostentavam uma cadeira com espaldar e braços, uma vez que aparatavam uma faixa etária avantajada cujos músculos e articulações de ambos os membros inferiores não suportando o peso do corpo!

     É de bom alvitre exarar que as senhoras vigilantes eram indicadas por suas filhas que já se encontram nas respectivas escolas do prisco ou pristino, exercendo o serviço de zeladores. Outrossim espanavam janelas e portas – de baixo a cima – abrangendo seus interstícios.

     De fato, as escolas do pretérito distante podiam ser perlustradas por vários olhares concomitante. Não haviam marcas de solados de Vulcabrás nas paredes do prédio colegial. Realmente, sem perplexidade, podiam ressumbrar a educação cristã que fora adquirida pelos alunos no convívio diuturno com os seus pais.

     Sim, eram indivíduos obedientes, os quais souberam repassar para a memória o que tinham aprendido com seus antepassados no que concerne ao âmbito educacional. Esses senhores e senhoras quando chegavam dos trabalhos realizados durante o dia; ainda restava um pouco do turno noturno, para que fossem tomadas as lições das diferentes disciplinas ministradas!...

     Neste interim em que vivemos, as pseudo escolas exibem um modelismo falsário com relação aos alunos desobedientes. Aboliram os castigos corretivos!... As leves correções que serviam de sustentáculos para os discentes ociosos; hoje, são denominadas de incriminatórias.

       Outrossim, os docentes que as executarem nesta ensancha sórdida do hodiernismo, receberão das famílias atinentes a esses adolescentes compulsivos, uma carta intimatória.

     Neste comenos conspurcatório, os epígonos deixam a maioria dos livros em seus respectivos condomínios ou casas. A bolsa fica repleta de material esportivo. Também, a bola de futebol – por ser mais volumosa – é reconditada abaixo da camisa escolar. De longe, temos a falsa visão de um tumor que crescera em seu abdome!...

     Os jogos são diversificados. Então, eles cuidam das jocosidades, e esquecem completamente das matérias a serem estudadas, as quais servirão de embasamento curricular para o implexo mercado de trabalho.

     Atualmente, a bolsa escolar do aluno foi comutada por uma mochila com alças resistentes, capaz de comportar uma bola de futebol, acrescendo de altíssima resiliência comprovada nos gramados!...

     O crônico vicio, que é o jogo de futebol, substitue os livros das matérias, as quais seriam ministradas de conformidade com o dia da semana ressumbrado no tradicional livro de ponto.

     A quadra futebolística é o referencial de primeiríssima grandeza em dias de patologia recrudescente. Então, o instrucional é substituído pelo esforço físico das jogatinas mirabolantes.

     As mochilas, de fato, servem para a absconditar todo o material pertencente ao âmbito esportivo. Outrossim, os chutes fortíssimos das pelotas, faziam com que elas ultrapassassem os alambrados, fraturando as telhas sobrepostas no telhado das casas vizinhas!

     As Secretarias de Educação tentam, de todas as formas, acompanhar o desenfreado ritmo tecnológico. Tanto assim, sem nenhuma perplexidade, inauguram nas casas de ensino os aparelhos tecnológicos mais recentes.

     A maioria não funciona, uma vez que – sua ordenação mecânica foi inteiramente mudada em negociatas fraudulentas em todas as dimensões plausíveis.

     O simulacro pecuniário enche os bolsos desses escroques falsários. E, desta maneira espurca, esses extorquidores de verbas escolares, compram automóveis caríssimos...

     Quem aprecia de longe, a impressão é outra, cabalmente modificada... Os discentes e docentes não podem ressumbrar nenhum benefício existente, pois a falcatrua tomou conta de tudo!

     O governo corruptor faz as pseudo propagandas nas portas dos colégios da rede estadual. O número de microscópios sem funcionamento ultrapassa todos os limites plausíveis. Dessa maneira, os falsos votos de extorsão fornecem uma pecúnia jamais perpetrada!...

     A hipocrisia governamental toma conta da popularidade. Os votos proliferam-se em cadeias infernalizantes. Esses aparelhos recebem uma pintura caricata, a qual serve para cobrir as camadas de ferrugem que se alastram infinitamente.

     Ao passo que, sem hesitação, os computadores da mais recente época, generalizando informes de primeiríssima grandeza inexistente, neste telúrico ígneo perante as visões embaçada...

     Colocam-se nos interregnos vidraceiros iluminados! E, desse modo, as eleições estão para acontecer em cada Estado da Federação, somatorizando os seus inúmeros municípios!...

 

 

 

São Luís, MA, 07 de março de 2026

Wilson Cerveira 

           

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