A DOR, ENIGMA DO VIVER, PLANGENCIA A LÁGRIMA DA EMOÇÃO DE QUEM, COLAPSALMENTE, ESTÁ CONDENADO AO MORRER DE SÚBITO, SEM RECURSOS DE SOCORRO!...
PEÇO AO GENEROSO DEUS QUE ME DÊ UM POUCO MAIS DE ENTENDIMENTO PARA INTERPRETAR O DESCOMUNAL DESCALABRO, ONDE SE PRANTEIAM TODAS AS LÁGRIMAS NUMA FRAÇÃO INFINITESIMAL DO TEMPO INEXORÁVEL!...
SOLICITO DAS PESSOAS SENTIMENTAIS UMA EXEGESE, PARA QUE POSSAM COMPARTILHAR COMIGO DESTA HERMENÊUTICA SORUMBÁTICA.
WILSON CERVEIRA.
Wilson, casos como esse demonstram como a vida terrestre é frágil e fugaz. Bem sabes da minha história e conheces como perdi familiares de forma tão rápida. E quando isso ocorre, temos a sensação que os montes desabam sobre nossos ombros.
ResponderExcluirCreio que esse fenômeo ocorre, porque o homem se depara com o inexplicável. Nossa sociedade, marcada por uma tentativa racional de compreender o mundo e os mistérios que o cerca, fica perplexa quando se depara com aquilo que não pode ser explicado, com o acaso e o absurdo.
Entretanto, para nós, que acreditamos que exista um Ser Supremo que guia nossos passos, acalmamos-nos o espírito, quando sabemos que, por mais trágica que seja a passagem, essa travessia tem como fim os braços do Pai. Esse é nosso conforto. Essa, nossa esperança.
Carlos H. G. Medeiros
Wilson, casos como esse demonstram como a vida terrestre é frágil e fugaz. Bem sabes da minha história e conheces como perdi familiares de forma tão rápida. E quando isso ocorre, temos a sensação que os montes desabam sobre nossos ombros.
ResponderExcluirCreio que esse fenômeo ocorre, porque o homem se depara com o inexicável. Nossa sociedade, marcada por uma tentativa racional de compreender o mundo e os mistérios que o cerca, fica perplexa quando se depara com aquilo que não pode ser explicado, com o acaso e o absurdo.
Entretanto, para nós, que acreditamos que exista um Ser Supremo que guia nossos passos, acalmamos-nos o espírito, quando sabemos que, por mais trágica que seja a passagem, essa travessia tem como fim os braços do Pai. Esse é nosso conforto. Essa, nossa esperança.
Carlos H. G. Medeiros