sábado, 13 de junho de 2009

UMA CATÁSTROFE AÉREA JAMAIS ESQUECIDA

A DOR, ENIGMA DO VIVER, PLANGENCIA A LÁGRIMA DA EMOÇÃO DE QUEM, COLAPSALMENTE, ESTÁ CONDENADO AO MORRER DE SÚBITO, SEM RECURSOS DE SOCORRO!...
PEÇO AO GENEROSO DEUS QUE ME DÊ UM POUCO MAIS DE ENTENDIMENTO PARA INTERPRETAR O DESCOMUNAL DESCALABRO, ONDE SE PRANTEIAM TODAS AS LÁGRIMAS NUMA FRAÇÃO INFINITESIMAL DO TEMPO INEXORÁVEL!...
SOLICITO DAS PESSOAS SENTIMENTAIS UMA EXEGESE, PARA QUE POSSAM COMPARTILHAR COMIGO DESTA HERMENÊUTICA SORUMBÁTICA.
WILSON CERVEIRA.

2 comentários:

  1. Wilson, casos como esse demonstram como a vida terrestre é frágil e fugaz. Bem sabes da minha história e conheces como perdi familiares de forma tão rápida. E quando isso ocorre, temos a sensação que os montes desabam sobre nossos ombros.
    Creio que esse fenômeo ocorre, porque o homem se depara com o inexplicável. Nossa sociedade, marcada por uma tentativa racional de compreender o mundo e os mistérios que o cerca, fica perplexa quando se depara com aquilo que não pode ser explicado, com o acaso e o absurdo.
    Entretanto, para nós, que acreditamos que exista um Ser Supremo que guia nossos passos, acalmamos-nos o espírito, quando sabemos que, por mais trágica que seja a passagem, essa travessia tem como fim os braços do Pai. Esse é nosso conforto. Essa, nossa esperança.

    Carlos H. G. Medeiros

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  2. Wilson, casos como esse demonstram como a vida terrestre é frágil e fugaz. Bem sabes da minha história e conheces como perdi familiares de forma tão rápida. E quando isso ocorre, temos a sensação que os montes desabam sobre nossos ombros.
    Creio que esse fenômeo ocorre, porque o homem se depara com o inexicável. Nossa sociedade, marcada por uma tentativa racional de compreender o mundo e os mistérios que o cerca, fica perplexa quando se depara com aquilo que não pode ser explicado, com o acaso e o absurdo.
    Entretanto, para nós, que acreditamos que exista um Ser Supremo que guia nossos passos, acalmamos-nos o espírito, quando sabemos que, por mais trágica que seja a passagem, essa travessia tem como fim os braços do Pai. Esse é nosso conforto. Essa, nossa esperança.

    Carlos H. G. Medeiros

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