sábado, 4 de setembro de 2010

FLOR ROSÁCEA

Uma flor, composição singela de uma rosa, vai aos poucos se vestindo, incorporando pétalas, para que possa ser cognominada, definitivamente,de uma rosa.Há rosas nos ambientes festivos e fúnebres. Com ela, comemoramos nascimentos, aniversários, casamentos e mortes.A forma é a mesma; a beleza não apaga, e a essência continua a mesma, indelével,do começo ao fim de todos os acontecimentos.


Wilson Cerveira

3 comentários:

  1. Raysa Valéria31/10/10

    Visitando seu blog não pude deixar de comentar sobre essa postagem Prof. Wilson.
    Bela exaltação sobre as flores! Esse texto poderia ser usado pelos educadores ambientais, pois de uma forma sensorial e com um vocabulário rico chama a atenção para a influência do componente vegetal no nosso cotidiano e emoções.
    Parabéns pelos blog!
    Abraço.
    Raysa Valéria

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  2. Muito aprecio a veia poética do amigo Wilson e este texto retrata muito bem isto, com esta abordagem fantástica de diversas nuances do nosso viver e morrer, onde as rosas sempre nos acompanham com o mesmo vigor e beleza.

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  3. Anônimo2/2/12

    AO LER A POSTAGEM, LEMBREI-ME DE VAN GOGH (1853-1890), QUE RETRATOU AS FOLRES NAS MAIS DIVERSAS FORMAS. UMA VIDA SEM O CONTATO COM AS FLORES SERIA, TALVÉS, PARA A MAIORIA DAS PESSOAS UMA VIDA VAZIA, COMO RELATA O TEXTO AS FLORES ESTÃO PRESENTES EM TODOS OS ACONTECIMENTOS MAIS IMPORTANTES DA NOSSA VIDA E SUA AUSÊNCIA ME PARECE NÃO FAZER SENTIDO.
    O ARTISTA DOS GIRASSÓIS POSSIVELMENTE CAPTOU NO CHEIRO, NO OLHAR, NA BELEZA E NA DELICADEZA A IMPORTANCIA DAS FLORES, AFINAL ALÉM DA BELEZA E DO PERFUME,RECEBER FLORES É SEMPRE UMA EXPERIÊNCIA NOTÁVEL.DE FATO VAN GOGH PASSOU A MAIOR PARTE DE SUA VIDA A COMTEMPLAR AS FLORES E OS TRIGAIS DE SUA PÁTRIA E COM UM TIRO DADO NO PRÓPRIO PEITO,SUA ÚLTIMA TELA RETRATA UM LINDO CAMPO DE TRIGO COM CORVOS.

    RICHARD RAPOSO.

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