Não se sabe
a estremadura do prolixo itinerário, ainda por atingir, em que o profissional
partilha com a profissão, numa cabal mixórdia, o infando ato da extorsão. Tanto
assim que, se não houver a imediata aquisição dos instrumentos inerentes a uma
determinada profissão, o profissional sentir-se-á logo inferiorizado, como se
as aparelhagens valessem muito mais do que a própria pessoa, mesmo que esta
criatura tenha se submetido a um prolongadíssimo período de aprendizagem
atinente ao ofício que escolhera, de modo acurado, com o propósito de realizar
atividades que surtam o mínimode produtividade satisfatória no imane mercado de
trabalho.
A
tecnologia, em dias hodiernos, disponibiliza um estabelecido número de
apetrechos, de alta sofisticação, qualificados consoante o seu grau de
otimização, e, ainda por apensar algum outro êmbolo, cujo emprego é mais
lépido. Mesmo assim, a cibernética é um campo aberto, tendo por fatoriais de
referência todos os riscos necessários, os quais acompanham uma abrupta evolução
promovedora de certas especiosidades embuçaladoras, relegando a imagem
magistral do titular da respectiva especialização, e, de modo concomitante, a
pretere para o obscuro estado de peremptória latência.
A maioria
dos profissionais utilizam-se de embaimentos estrambóticos, cada vez mais
conspícuos, com o escopo direcionado a duas dicomias: a primeira, decerto,
estaria sob a tutela de reconditar o fragilismo exibido pelo especialista;
enquanto a outra, sem perplexidades, aponta para o vetor insinuação, reconduzindo
novos indivíduos para os intrínsecos dédalos.
O ato de
esperar serviço, ou desserviço, não discorre sobre a necessidade premente de um
determinado estipêndio, para que o cliente possa ser devidamente atendido com
solicitude pelo profissional, independentemente de quaisquer profissões e
titulares, ambos ostentando uma baita concorrência, por demais exorbitante,
quanto à disputa acirrada no exíguo mercado de trabalho.
Para
expugnar os óbices que assomam no ramerrão da reptação, basta tentar de todas
as maneiras, tomando por medida basilar o refocilamento do saber debilitado,
cuja decadência se dá por meio do fragilismo acumulado no decurso somatorial
dos anos de aprendizagem defasada.
Para os que
aparatam pecúnia faustosa, conquanto estejam combalidos profissionalmente, a
influência da mídia é, deveras, determinante em todos os seus quadrantes. A
imprensa falada, escrita e televisada, a tríade promove a ascensão do
profissional – qualificado ou desqualificado, fazendo com que surjam novas pessoas
para encaminhá-lo, ou desencaminhá-lo das cruentas lides da hodiernidade
excruciante.
O valor está
sendo cobrado de acordo com o luxo que exibe nas dependências do local de
trabalho, dando a impressão de cabal engalanamento perfunctório.
O profissional
pode ser dos melhores, mas a opulência da sua sala fala com maior
expressividade marcante, deixando o profissionalismo sob a regência dúbia de
quem tenta reabilitar-se sozinho.
Chegaremos a
um determinado momento, o mais enigmático de todos, podendo perder a noção
exarativa de um tempo infinito, onde as vertentes flutuarão nas mais recônditas
linhas adimensionais do espaço sideral, não havendo diferenciações de qualidade
no imane âmbito do trabalho realizado nas diversas áreas da erudição humana.
Wilson
Cerveira
Concordo com a ideia presente no seu texto. Nos dias atuais a tecnologia tem sido utilizada, não como uma ferramenta facilitadora para os talentos humanos, mas como uma substituta para a competência humana.
ResponderExcluirInfelizmente, muitos medíocres tem utilizado a tecnologia para esconder sua incompetência com a máscara da modernidade.
Essa é uma má utilização de um elemento tão inovador como as atuais tecnologias baseadas na micro-informática.
Carlos Henriques Guimarães Medeiros.
REALMENTE,ESTÁS A CONCORDAR COMIGO, QUANDO RESPALDAS A MINHA RAZÃO EM DIZÊ-LO CONTUNDENTEMENTE, COM TODAS AS ACENTUADAS DIATRIBES. AGUARDO-TE SEMPRE COM OUTRAS LÍDIMAS EXEGESES. UM CORDIAL AMPLEXO DE WILSON CERVEIRA.
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