sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A REJEIÇÃO DA IMAGEM MÓRBIDA


Os escorços aparatam os seguintes meandros: reais, concretos, plausíveis, não virtuais, com insuspeições obsessivas; isentos de quaisquer coimas aporrinhantes, perdurantes, e, com possibilidades exacerbantes e patenteadas em todas as suas tangências sensoriais de averiguação.
     Os ícones valetudinários podem ser aceitos dentro das variâncias dos padrões antinômicos inerentes às imprevisíveis normoanormalidades, que são incorporadas pelo vezo geral das clientelas do ramerrão. Assim, os desvios proliferantes não são forjados pelas disfunções das redes neuronais, mas representam as resultantes fidedignas de prováveis síndromes palindrômicas.
     A partir do sistema dicotômico, ressumando erros condenatórios e atenuados através de leis permissivas e repletas de tergiversações, beneficiando um grupo de infratores imunes!... As demais cincadas são consideradas como lídimas digressões quanto ao número ascendente de proliferações contundentes.
     O esbatimento da imagem mórbida dar-se-á através de sucessivas gradações, numa  transição que varia do aumento máximo à diminuição mínima, até chegar ao estágio de bruxuleamento supressório.
     Quando tender ao limite de regeneração plausível, haverá, então, o tempo de espera suportável, capaz de desfazer o denegrimento recrudescente, sobretudo o que fora impresso desde as primícias fisionômicas!...
     A imagem enfermiça traduz todo o conflito auto-digladiador; e,  nem sempre ficará a carecer de uma raiz basilar, com a propensão  de dar-lhe a denominação respectiva – de cunho científico – do distúrbio psicossomático, aparentemente, ressudado no meio indicador das situações formuladas no decurso inclemente das circunstâncias surgidas em plena rompância.
     Como eximir de quaisquer indivíduos essas penalidades?!... Decerto, as mulheres que perpetram prevaricações, têm como justificativa basilar a condição de ninfômanas, desde que apresentem um aumento considerado anormal da frequência progressiva das relações sexuais da mulher, notadamente em certas neuroses, em estados  maníacos delirantes e na debilidade mental. Caso seja no homem, denomina-se de satiríase, que é o estado de permanente excitação sexual no homem. Também, ostenta-se o chamado priapismo, que é um estado patológico com ereções frequentes, geralmente dolorosas e duradouras, não relacionadas à função sexual.
     Um outro ícone execratório é o da cleptomania, aparatando uma tendência irresistível e mórbida para o roubo. Igualmente, existem tantas outras patologias, tentando demonstrar os métodos que aduzem à amenização do estádio rejeitatório da imagem mórbida.
     As imagens de maior morbidez estão nos três podres poderes: “Executivo, Legislativo e Judiciário”.  Sendo que, sem hesitação, as extorsões perpetradas pelos membros desses poderosos e corruptos  poderes, estão anteparadas por leis ensanchatórias e facínoras, dando-lhes o devido respaldo quanto aos devidos ocultamentos, congelações e degelos, os quais são concedidos para os devidos favorecimentos ilícitos, atinentes  a esses obnóxios ícones!...
     Se houver um grande escândalo sobre a malversação do dinheiro público, o governo, decerto, forjará imediatamente meios propícios para atenuar e cessar o funesto acontecimento. A mídia não rejeitará as numerosas propostas oferecidas contendo barganhas e benesses!...
     Deveras, os sujeitos coniventes proporão, incontinenti, as aquisições de todas as edições dos jornais, revistas e outros meios circulantes no país. E, também, os canais televisivos divulgarão as notícias, antes cabalmente conspurcadas, através das diversas formas  conotativas mitigatórias, aparatando um certo grau de arrefecimento, sobremaneira no que diz respeito ao ato de apuração dos inúmeros delitos cometidos por esses facínoras, que se assenhoreiam do binômio: “poder e capital”, com o escopo de autolocupletação. 
     Se as pessoas praticantes do delito, não pertencessem a esses tipos sórdidos – de facções governamentais --, com certeza, estariam agrilhoadas sob os rigores escarmentosos de todas as formas possíveis de punição!... Decerto, responderiam pelas suas expiações, por tempo indeterminado, encerradas num masmorral de segurança máxima!
     Alternativas que não mitigam a infração denominada de peculato, caso seja perpetrada por servidores mais simples, com salários cerceativos. De modo corroborativo, estes escreventes do “serviço público” não usufruem das primazias aparatadas pelo mafioso e prepotente – “poder governamental”.
     O funcionário é induzido a cavar o seu inumatório, desde que a lei – como sempre – seja a sua lídima oponente. A legislação foi feita intencionalmente, de modo tendencioso, com a finalidade exclusiva de atender as prerrogativas impingidas sob a tutela dos imerecidos privilegiados dos corruptos poderes!...
     Se for um simples atestado da junta médica, posicionar-se-á numa objeção a condição valetudinária do empregado regimental. Caso sejam pareceres jurídicos, apresentarão a reiterada procrastinação indeterminada. Em se tratando de laudos de especialistas, somente ficarão prontos, após a perempção da pena estabelecida por uma lei ambígua, que prejudica cruelmente os menores infratores, e beneficia, com desfaçatez fastigiosa, o maior facínora de todos os tempos, e de demais países do orbe, que são as imagens mórbidas do próprio Governo e seus dirigentes!...

                                     Wilson Cerveira

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