segunda-feira, 3 de novembro de 2014

A MÁXIMA DEGENERESCÊNCIA DO COMPORTAMENTO HUMANO

     Anteriormente, Nilda, reexamina o prístino – em toda a sua dimensão transformista – e chega à ilação acerca do ato de degenerescer (onde o individuo vai, pouco a pouco, perdendo a lidimidade de suas protótipas características). Esses caracteres são perlustrados em várias dimensões, podendo abranger aspectos positivos, negativos, normais, seminormais, anormais, normoanormais (os que remanescem nas estremaduras do plausível!...)
     Elieudo pensara que as degenerescências seriam gradativas, e o somatorial dos seus efeitos ocorresse em proporções definidas; como se obedecesse a um sucumbir cumulativo ao longo das cronologias registradas com o percucientar do tempo de uso e desuso, constante e reiterativo.
     Ninguém ressumaria, abruptamente, uma conotação fenotípica nunca dantes deslumbrada pelos arroubos de especiosidade espasmódica, verificada, de modo ratificante, em toda a sua extensibilidade comprobatória.
     Hodiernamente, as barbáries atinentes ao comportamento humano têm sido as mais aviltantes de todos os tempos vividos no telúrico, ultrapassando quaisquer limites de respeitabilidade. Protrai-se a aréola, despercebidamente, como se fosse outro arquétipo de premente caráter vocativo!...
     Em todos os estigmas remanescidos, ressumbra-se o desiderato de detectar o de maior concentração, exatamente o que reminiscenciou o postremeiro aparato. E, desse modo abstruso, recrudescem as sucumbências físicas, psíquicas, espirituais e sociais, – as quais estão todas coligidas nos absconsos escaninhos do subconsciente estertorado de traumas acumulativos e irreversíveis.
     Os labéus de caráter imputabilizam as pessoas, – de modo ignominioso –, somente se elas não tiverem o respaldo das facínoras leis compactuadas pelos três podres poderes – “Executivo, Legislativo e Judiciário”.
     Nunca a vi tão degenerescente! – dissera o Nicolas –, antes mesmo que uma descomunal toalha lhe envolvesse por inteiro o corpo, ainda mádido pelos postremeiros pingos de água, provindos do vetusto chuveiro, sempre pronto no sentido de amainar a recrudescências bochornais reiterativas, oriundas das derradeiras temperaturas oscilantes – no que concerne ao ato da concretização das patologias de caráter fatalístico.
     Nestes tempos de desnudez, a camareira Dulcinéia havia implantado o tetraquini – óculos escuros, chapéu, esteira e chinelo, abdicando as demais peças do vestuário, sobremodo as concernentes às estruturas extrínsecas, ainda perlustradas no decurso longitudinal das diversas porciúnculas corporais.
     As mutabilidades desabridas e demudatórias do comportamento humano-inumano ascenderam de maneira reptante; e, hodiernamente, não se sabe pesquisar o encetar atinente ao mínimo estado degenerativo. Desse modo, o limiar dos distúrbios tendem para a ilação peremptória dos desvios somatorizados no decurso do tempo inexorável. As nequícias são de equipolências milimétricas, não se podendo mais aquilatar as disfunções que aduziram um expiar cominatório mais objurgativo.
     É deplorável premonicia o escatológico de uma humanidade submissa aos preceitos iníquos do inumano. Não se pode discernir quem está ao lado da razão, pois a instabilidade nos reina mais variegados âmbitos das mesmas sinonímias exaustoriais: futilidade, frivolidade, leviandade!... O teu indicador de maior precisão está suscetível de demudações abruptas e inelucidáveis em cabais lobrigações detectáveis.
     O conversor da amizade é amplamente reversível em dias hodiernos, tendo inclinações para a subversão dos valores psicossociais e espirituais. A inconformação baseia-se nos despautérios ocorrentes nestes dias de crúcia compungente.
     Todos os desideratos são apregoados no reverso de todas as veracidades. Não se assinam as assertivas de quaisquer naturezas. São, por si só, hesitantes, estando a olhos vistos e quase sempre em gládios metamorfoseantes irreversíveis. Assim sendo, os modelos obliteram-se no decurso dos tempos, onde horas, minutos e segundos são vítimas de uma carcoma ilididora; e, nesse caso, não remanescendo os laivos de suas componências psicossomáticas.
     A mesma pessoa que vem lhe ofertar flores nos epinícios, decerto, é capaz, em outro momento, de demudar-se colapsalmente; e, em detrimento de tudo o que ela fizera de benemerência, e, também de reagir, de modo heteróclito, sacando uma pistola automática – de alta precisão – em sua direção, acertando-a fatalmente!...
     Quem são essas criaturas?!... São as que ostentam atitudes benéficas, maléficas e estroinas!..., – em tempos distintos --, ou, então, em concomitância alarmante em todos os quadrantes da passionalidade humano-inumana!...
     Então, as atitudes sofrem variabilidades escalafobéticas diuturnamente. A mesma criatura que você viu amanhecer, aparatando um tipo de personalidade, demudou-se de maneira cabalística e impressionante; nada mais remanescendo de suas características protótipas. Diante dessa vacuidade estúrdia, revemo-la sob outro prisma – cabalmente esquipático – fazendo com que ela se tornasse irreconhecível no âmbito do conhecimento da mente humana, que continuará sendo antinomicamente polemizada em todas as averiguações teórico-práticas!...

                                        Wilson Cerveira


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