Educadores que se
modernizam em seus comportamentos mirabolantes, de modo tartufo, implantando
uma farisaica educação, que é uma abstração desordenada de informações
sobejantes, com exceção àqueles que já estejam, anteriormente sujeitos ao
mecanismo aglutinante da codidecodificação!...
Esses edudeseducadores saciam-se
patologicamente, no exatorial em que presenciam o grassamento do inóculo em uma
população de jovens estudantes narcotizados em todos os âmbitos do
involucionismo, mediante o intrínseco do ser inumano – sobremaneira no átimo
deflagratório de abrupta metamorfose degenerescente.
Educadores plagiadores demonstram ao corpo
discente, conquanto tentem absconditar-se em sucessivos velamentos, a
transgressão exacerbante com relação aos direitos autorais. Não designam a
leitura de livros inquisitoriais, mas apenas textos xerocopiados dos livros de
poder aquisitório expressivo; assim também, sem dilucidação, revistas,
dicionários, enciclopédias de grande vulto e tantos outros aparatos pertencentes
ao vetusto sistema de uma maioria – que jamais seria capaz de conter a sanha
desenfreada dos trabalhos sem textos nem coordenadorias de desorientações
contundentes.
Farisaicos educadores estão, decerto, à
vista de muitos que os observam atentamente. Tentam dissimular quanto às notas
dos trabalhos e provas, (se possível, o quantitativo); ao passo que o
qualitativo, empregado em dias hodiernos, apenas oportuniza a passagem de
débeis aprendizes – de uma serie para outra, numa visão estatística imerecida,
na qual há demonstrações de inúmeras aprovações sem base, proporcionando um
prosseguir sem resultado de acessar a probabilidade com relação ao adentramento
ao concorrido mercado de trabalho.
Edudeseducadores capazes de induzir a
feitura de xerocópias – que se restrinjam não só a um especificado capítulo,
mas abrangentes ao livro por inteiro, suscitando uma demonstração inequívoca de
um plagio cabal, e que transgride as regras regulamentares dos direitos
autorais. E, dessa forma, espera-se que seja feita a cominação aos violadores,
até então visualizados, em detrimento dos que não praticam ações nequiciais de
extremo repúdio. Quanto à prática da educação sentimental – muito dificilmente
registrada nestes dias de predomínio dessentimental avassalador, preponderante
em todos os diversificados ramos da atividade humana.
Após o aprestamento de uma apostila
volumosa, o dito mestre edudeseducador insinua ao discípulo a assinatura do seu
próprio nome, constituindo um bizarro arquétipo de obra apócrifa (sem que haja
redundâncias aparatosas de maiores corroborações) em estatutos inequacionais
existentes nestes dias de entreveros injustificáveis.
A carência educacional do educador (uma
reinterpretação lacunosa e malévola quanto ao ato de ministração do
conhecimento) faz com que ele não consiga, com aprazimento, ensinar aos
discentes os artifícios evagatórios da arte paralela no sentido lídimo de
empregar o recurso da paráfrase.
Tergiversar, embora seja desconhecida a
expressão ético-semântica, preenche o edudeseducador, o qual indemanda de
recursos corretos – somente os que pertençam a ala dos esconsos – cujo tempo se
predisponha no sentido de estigmatizar os préstimos proporcionados pela
importância da divisão do tempo – de modo integral – para cada disciplina –
estabelecendo o que se denominava de aula, e não apenas um lídimo embuste de
cinquenta minutos de cabal expungimento simulacral.
A tartufice – desses embaídos da leitura
eletrônica, em grande antinomia abjeta, faz com que eles sejam representados
sob a emblemática da ignomínia.
Edudeseducadores normoanormais que
privilegiam o trinômio que eles próprios ignotam, em face de uma cabal
insipiência, estando relacionadas às suas parcas cognoscibilidades. Esses
dadores de aula, em sua maioria, prendem-se, indistintamente, aos comodismos
atrelados ao trinômio: fictício, factício, factível!
Tais mestres sem ética tentam refutar os
métodos que foram utilizados pela cognominada “Escola Tradicional, posto que
não demonstrem nenhum tipo de evolução capaz de preencher as frinchas
existentes nas proliferantes lacunas evidenciadas nos interstícios esfíngicos
de uma aprendizagem presumidamente aplicada de modo errôneo, sobremodo no que
concerne ao digladiante mercado de trabalho.
Mestres sem maestria, buscando para si os
aparatos do “Notebook”, “Netbooks”, “Tablet” – e de tantos outros penduricalhos
e aplicativos ciborguéticos. De maneira escalafobética, sem que se ausculte a
progressiva regressividade dos sentimentos remanescentes em meio às
experimentações bombásticas, notadamente as que estão sendo executadas, tendo
por direitura a profligação das inúmeras teorias inumadas, obliteradas,
olvidadas – no decurso peremptorial de mais algumas décadas – em cabal
ineficácia – sem que existam cumplicidades perseverantes e persuasivas.
Que educador vem vindo aí, à sorrelfa, em
nossa direção?... Seria, nesta manhã penumbrosa, a protótipa imagem
perquiritória, revendo o comportamento inquisitorial do Diretor Doroteu, mestre
dos mestres, -- sempre de terno azul-marinho, adendando em sua indumentária, de
modo impecável, a borla e o capelo!...
-- Senhor Diretor, -- dissera o Felipe --,
ostentando um sobrecenho cerrado – como se quisesse reassomar os postremeiros
laivos da palingenesia. E, entre uma confabulação e outra, adentra o Juvenílio,
representando o próprio sistema simulacral dessa nova classe de educadores
degenerados, hodiernamente, qualificada em função dos seus péssimos exemplos –
haja vista um inusitado arquétipo execrável destes reclamantes, que, também,
fazem parte integrante do sistema deseducacional na “Educação Brasileira”.
Caros observadores da leitura, esses
indivíduos serão algum dia educadores?!... Decerto, permanecerão na qualidade
de embromadores dos novos conhecimentos – e sem postura nem base em
conhecimentos gerais.
Os conhecimentos pertinentes ao âmbito
científico, de modo generalizante, demandam horizontes promissores, buscando
várias tentativas no sentido de solucionar problemas psicossomáticos, cuja
cronicidade vem ratificar os átimos agrurosos das brumas da insipiência
renitente, nestes dias de crúcia acrimoniosa, onde novas drogas químicas
proibidas, apenas na especiosidade contumácia, imperam o círculo vicioso
implantado nas variegadas comunidades do orbe, causando uma série inopinada de
síndromes nunca dantes vistas nos diferentes tipos de comportamento, decretando
as piores degenerescências, com imprevisíveis consequências fatídicas!...
Wilson Cerveira
Caro Wilson, estava ausente na leitura de teus artigos, mas aqui estou de volta.
ResponderExcluirA pior prática que um professor pode ensinar a seus pupilos é a cópia. No mundo atual, onde as informações presentes na internet são inúmeras, os alunos deixam de pensar e passam a ser meros "papagaios intelectuais", repetindo irracionalmente textos virtuais.
Carlos H. G. Medeiros