Porquanto – desde
a promanação da mais abstrusa, heteróclita e antinômica ideia – venha locupletar a remanescência do regalo pristino sobrevindo em sequenciais
permeios.
As ominosidades
são antônimos à medida que são proletadas em meio à turba convulsa, onde o
desiderato mais proeminente é a inversão total de valores!... Os elogios agem
em dias hodiernos de maneira cabalmente nequicial!...
Em tempos
obsoletos, os aplausos servem de incentivos aos erros, ascendendo em escala
regressiva de inusitados aproveitamentos benéficos em sua fonte de vivência,
experimentação e sofrência!
Esses louvores
mesureiros encontram-se em todos os âmbitos da atividade humana. De fato, esses
especiosos elogios estimulam as diferentes modalidades de erros – dos mais
perfunctórios aos mais graves, gravíssimos!... Realmente, comentam-se com mais
recrudescências as falcatruas estigmatizantes dos crassos equívocos!...
No criminoso mundo
da politicalha, indubitavelmente, esses encômios proporcionam peculatos,
extorsões na contabilidade das contas do tesouro nacional, e tantas outras
falcatruas. Os aplausos promovem-nos a cada dia, fazendo com que alcancem uma
projeção muito abrangente, dando a especiosidade de verazes ilações, embora a
população esteja à mercê de episódios fatídicos e execráveis, enxovalhando as
pretensões mais salutares com relação ao vetusto escarcéu marítimo.
Seria temerário
exarar em tempos prístinos, a aclamação dos erros perpetrados. Ao passo que, em
dias hodiernos, aplaudem-se as más ações – em todos os âmbitos relacionados aos
diversos tipos relacionados às diversificantes atividades humanas!...
Os caras
extorquidores, após agrilhoados, são recebidos com foguetes e fogos de
artifícios, em detrimento daquilo que eles ostentavam nos respectivos cargos
que exerceram por indicação de administradores réprobos!
Não se fala mais
em acerto; pois, as atitudes malévolas sobrepujam quaisquer outras,
indiferentemente, de quem as pratica – remanescendo resquícios de nequícias
priscas, nunca dantes consignadas nos umbrais dos tempos decorridos, com a
devida certeza de certos órgãos.
Uns tais sujeitos
políticos facínoras, lídimos sacripantas, estão sempre à cata de inusitados adendos
sub-reptícios, sobremodo os mais ardilosos, com o intento de ablacionar
neófitas remanescências – pentafurcações coleantes existentes nos permeios dos
códigos obsoletos!
Um desses
escroques, detentores cominadores de vários poderes deletérios, perquirem,
adrede, as probabilidades que aduzem, de modo estugado, a esse tipo horrendo de
senda – de máxima execrabilidade!
Um famigerado
politicalho, um descomunal mentecapto, aparatando cabal energuminismo, não
aufere refutar as ominosidades expiadas por todos os sujeitos nequiciais – de
elevadíssima periculosidade irreversível...
Nenhum tipo de
catastrofismos inopinado surdiu, com a finalidade, – até os átimos hodiernos –,
de suprimi-los, peremptoriamente, do orbe; e, destarte, mitigaria o número dos
que são escarmentados pela inópia, decerto, propiciada por esses usurpadores
que, com desfaçatez, esbulham a pecúnia acumulada no erário público, tendo por
destinação a feitura de obras sociais emergenciais ostentando relevâncias
imprescindíveis para a progressividade dos diversos centros de interesse das
cidades! Dessa forma, são lídimos larápios de uma sociedade constituída por
fanáticos, totalmente despretensiosos, cujo objetivo basilar restringe-se, com
exclusividade precípua, ao binômio: carnaval e futebol.
O que mais
impressiona àqueles que são mais observadores e solertes – no meio a tantos
riscos – é que conseguem ludibriar todos os catastrofismos que os colimam:
frontal, lateral, longitudinal, assim como: ântero-posteriormente – sem que se
projetem as digressões crástinas. Deveras, a direitura, sem hesitação, seria a
decapitação dos malignos comandantes; isto é, dos criminosos administradores
políticos!...
Nas brechas
tendenciosas das leis do Brasil, as autoridades facínoras são as principais
coniventes das anuências criminosas, sobremaneira as que dão ensanchas aos
réprobos políticos – quase todos – sem exceção, capazes de perpetrarem dolosos
decretos, tais como: beneficiamentos especiosos de obras públicas, malgrado
estejam na iminência de serem extorquidas em detrimento do erário público, e,
sendo depositadas em contas fantasmas – em diversos países estrangeiros – em
nomes contendo caracteres ob-reptícios, mas que, em verdade pertençam aos seus
inúmeros familiares!
Louvores falaciosos
fadados aos piores caracteres conspurcativos são presenciados nos cenários
tácitos dos politicalhos abominadíssimos! Perpetram crimes, estando na
abrangência de todas as esferas: federal, estadual e municipal.
Descortinam-se
crassos erros, absconditismos nunca dantes vislumbrados nas raízes trinômicas
dos poderes, sem que um possa escarmentar o outro; uma vez que, sem tremulação,
a tríade está completamente atrelada a um descomunal ato de percuciência
conspurcatória.
A mais jocosa de
todas as denegrições burlescas, atinentes a esses sujeitos ostentadores dos
“Poderes Capitalizados”, com possíveis ressalvas inexistentes, é que, sem
hesitação, estão sempre à cata de adendos plausíveis! Governam com desmandos
cabais; e, depois de serem reeleitos pelo mesmo povo que os elegeu
anteriormente, de modo oprobrioso, declinam que não possuem verba em caixa –
após reeleição – já que, sem perplexidade, aparatando de máxima ignominia, eles
mesmos extorquiram, de maneira capadócia, todas as reservas disponíveis existentes
nos numerosos caixas do seu próprio governo reiterativo!...
Em vez de fomentarem
os símbolos do patriotismo, e, igualmente, os sentimentos arraigados aos
telúricos patrióticos, procedem, de modo antagônico, inumando-os, em silente
solidão e sem dubiedade, as remanescências nostálgicas, sobremodo as que foram
adquiridas nas primícias vitais da protótipa formação educativa!...
Após longo período
de exaustão, deixam sucumbir o próprio excídio da efígie nacionalista – intrínseca
em seus cidadãos – de sensibilidade mais aguçada! Então, é macambúzio assistir
ao expungimento da postremeira emoção de cunho prodrômico nacionalista!
Wilson Cerveira
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