Ai, de nós, criaturas humanas vividas,
experimentadas e sofridas, se não solicitamos a presença constante da Divina
Providência. A vida é constituída de um seriado de nuances ou matizes!... Às
vezes, sem que saibamos, reconditamos os diferentes males de origens
enigmáticas!...
Perante, as diferentes situações que nos
deparamos, temos a certeza de que o Cristo nos livra de todas as mazelas
existentes no orbe. Sendo assim, eclode no percuciente átimo vital a
possibilidade de continuarmos a caminhada íngreme pela estrada ínvia.
O sinal da Santa Cruz dá-nos as forças
necessárias que precisamos para continuar vivendo no que tange os proliferantes
abrolhos.
Persuadamo-nos perante ao aclaramento
divino: “Solicitamos a presença constante d Divina Providência”. Somente a
força espiritual de Deus consegue jugular as atribulações que nos acometem nas
sendas vitais.
A formação cristã tem os seus pródromos
desde a primeiríssima fase da infância. A família é a principal responsável
pela educação de caráter puramente cristã. Dessa forma, nós podemos colocar a
imputabilidade nas demais etapas da aprendizagem. Muito dificilmente podemos
educar filhos descendentes de pais criminosos.
Listeu e Listuana tiveram um filho cujo
nome era Georgiano. O casal pretendia educa-lo de modo amplamente cristão,
conquanto fossem sabedores dos infensos proliferantes existentes neste
nequicial ou iniquo hodiernismo!
Ao completar seu primogênito natalício, sem
nenhuma perplexidade ou hesitação, recebera a cruz como símbolo, a qual lhe
fora colocada no pescoço. Este terço de pérolas reluzentes coincidira também
com o seu batismo na Igreja Católica Nossa Senhora de Fátima.
Georgiano, desde os primeiros passos,
ouvira a senhora sua mãe – Listuana, juntamente com o senhor seu pai – Listeu,
falarem a mesma linguagem basilar referente ao cristianismo ou cristandade. Os
sinais eram de uma harmonia incomparável em todos os sentidos.
A presença constante da Divina
Providência, que é o Cristo ressuscitado, estava sendo solicitada pelos seus
queridos pais, insistentemente, todas as horas, minutos e segundos inerentes a
todos os dias subsequentes...
Perante a criança – Georgiano – os seus
tutores repetiam o ato de benzer, que é o símbolo da cruz – três vezes ao dia –
isto é: no café da manhã, no almoço e no jantar, logo que a mesa estivesse
coberta com uma toalha branca, contendo em cada cabeceira, pratos e talheres
para a reposição do alimento.
Georgiano era um menino de grande
percepção, uma vez que, com certeza, na casa dos seis anos de idade, ele
conseguia seguir os ensinamentos religiosos que eram repassados pelos seus
genitores. Em João cap. 14, vers. 1 a 14, temos o vocativo do pai em relação ao
filho. A vontade do pai é obedecida pelo filho, havendo uma intrinsidade
basilar imprescindível em todos os aspectos relacionados ao doutrinamento
cristão.
O filho de Listeu e Listuana aprendera a
fazer corretamente o sinal da cruz: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito
Santo, e em seguida rezava o Pai Nosso e a Ave Maria, antes das principais refeições
de cada dia. Então, a educação cristã tomava uma orientação ordenada cuja função
ia se formando o caráter de quem se encontra nos pródromos da existência
humana.
De fato, na escola em que se cursava o
primeiro grau menor, dava o espelhamento de uma orientação cristã corretíssima
para os seus demais colegas de turma. Ali, ninguém conseguia algo que pudesse
afastá-lo dos ensinamentos que aprendera no convívio do lar harmonioso com relação
a pregação divina.
Os infensos iam sendo banidos das sendas
malditas encontradas no hodierno convulso. As orações iam repudiando todos os
esbulhamentos!... Somente o crucifixo, que é a cruz do legitimo filho de Deus
Pai Todo Poderoso – Jesus Cristo – evitava os entraves desabridos ou protervo...
Um filme interminável de arquétipos iam se
passando consecutivamente no íntimo daquela pequena criatura. O seu grau de observação
ia muito além da exemplificação recrudescente fornecida pelos seus queridos
pais.
Esses salutares paradigmas, pouco a pouco,
deslocavam-se de casa em direção à escola, constituindo um somatório adicional
às disciplinas básicas do primeiro grau fundamental: Português, Matemática e
Conhecimentos Gerais, abrangendo mormente – História e Geografia.
Georgiano era um referencial importante no
átimo em que se comparava com os demais colegas de uma turma suportável de
trinta discentes.
Listeu e Listuana estavam sempre presentes
nas reuniões mensais ocorridas no colégio. De antemão, pergunta-se o motivo
basilar para que ambos estivessem presentes, uma vez que, em se tratando dos
demais, somente o pai ou a mãe – enquanto o Georgiano, com comportamento de primeiríssima
grandeza, convocava os dois, decerto, para que se fizessem presentes nesta reunião
mensal de pais e mestre, somatorizando: março, abril, maio, junho, setembro,
outubro e novembro.
Outrossim, neste estabelecimento de Ensino
– antigo “Colégio Maranhense” a média para passar direto correspondia a oitenta
por cento do rendimento anual!
Conquanto soubessem que as protótipas lições
da Cristandade são encetadas no próprio lar, através das múltiplas observações coletadas
diariamente! Os pais de Georgiano comungavam a mesma linguagem que lhes foi
ensinada pelos seus ascendentes.
Não havia ressumbração de esburnimentos capaz
de bani-los da vida participativa da religiosidade acendrada na convivência.
A escola serviria de segmento imprescindível,
ocupando o basilar das disciplinas, as quais seriam ministradas sob o
julgamento da Divina Providência. Desse modo, todas as matérias do curriculum
caberiam aos seus respectivos preceptores ou mentores, portando
indubitavelmente uma aliança com a Bíblia Sagrada.
Os discípulos ou apóstolos – Joao, Lucas,
Mateus, Marcos e demais, com seus capítulos e versículos sequenciais,
dependendo do passar efêmero correlato aos dias da semana...
Decerto, os participantes formavam uma
coluna verticalizada e embasada diuturnamente no que se cognomina de sequencial
medular da vida cristã. O heteroclitismo ou a bizarrice excêntrica, melhor
dizendo, a esquisitice recrudescente, remanesciam na memória aquisitorial de
todos os participantes da atividade contendo por âmago os ensinamentos da
Santíssima Trindade – Deus Pai, Deus Filho, Deus Espírito Santo.
A eternidade está presente no máximo em
Deus Pai Todo Poderoso, Criador do Céu e da Terra virginal...
São Luís, 16
de maio de 2024
Wilson Cerveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário