O incógnito não pede licença. Não se sabe
quem é o discente!... O docente fica reconditados em todos os âmbitos,
perdendo-se no escuro das carteiras!...
As matérias ficam debilitadas nos desvãos
das paredes que perderam há muito tempo o reboco. Não há nada que chame a
devida atenção dos alunos. Também, as sinetas perderam o eco das chamadas.
Os sanitários estão entupidos e cabalmente
inutilizados. Os alunos do “antigo primário” remanescente ficam jogados às
traças que sobem e descem os cantos das paredes, as quais perderam a maior
parte das suas argamassas enegrecidas pelo acumulo de limo...
As zeladoras de avental rasgado e manchado
não buscam nenhum tipo de melhoria, uma vez que os minguados salários, sem
sombra de dúvidas, sustentam os raríssimos alimentos da metade de um mês.
O desrespeito está presente em todos os
compartimentos da inusitada escola dos dias hodiernos. A cada momento temos o
enxovalhado de tudo aquilo que foi se passando na poeira do tempo em
ribanceira.
O corpo docente e discente vai se
promiscuindo. Desta forma não há desagregação capaz de dividir o que fora feito
no hesterno em direitura ao crástino.
A desonra não tem limite!... A mesma
invade todos os recintos escolares, sem exceção. O aluno desrespeita o
professor, ficando sempre com a razão. Outrossim, é necessário introduzir o
cristianismo nas escolas.
Vamos partindo para novas metas, uma vez
que, indubitavelmente, estamos cada instante mais apropinquados aos anjos do
Senhor Jesus Cristo.
As alunas de hoje, usam saiotes, não
importando com o dobrar das pernas. Também, elas se preocupam mais com a
vestimenta, relegando as lições ordenada pelos diversos mestres!...
As alunas preocupam-se também com aquilo
que vão dizer durante o período da arguição. Gostam bastante de meter a mão no
cofre da determinada escola, onde estão matriculadas por tempo especificado.
Tais elementos fruem quando percebem que
os demais estejam sofrendo perante o clamor amaríssimo do choro preso na
garganta.
Os castigos aplicados aos discentes
ociosos exigem censuras de várias folhas de papel almaço. Patologicamente, eles
gostavam de submeter as pequenas torturas exibidas naquela época amaríssima!
Epígonos, com diferentes famílias, não se rejeitam as objurgações reinantes.
Doravante, as pessoas de cabelos
encanecidos reproduzem aquilo que não realizaram em tempo devido. Enquanto
observavam as atitudes dos mais sagazes, buscavam para si as mais esdrúxulas
fantasias mirabolantes.
Essas criaturas traziam para si a desonra
estampada no somático e no psíquico. Dessa maneira, os entraves foram removidos
pata bem longe dos indivíduos, os quais sofriam perante os paradoxos
existenciais evidentes!...
Que tristeza, tenho visto olhos
lacrimejantes neste anoitecer, onde a taciturnidade fica abscôndita, sem que
haja um despertar de tantas coisas fortuitas...
São Luís, MA,
30 de novembro de 2025
Wilson Cerveira
Nenhum comentário:
Postar um comentário