sexta-feira, 15 de março de 2013

PSICOPATIAS VARIANTES E TRAUMÁTICAS


  Porventura, estejamos diante de traumas causados em função de acidentes variados; ou, então, distúrbios originados em detrimento de constrangimentos impostos por sujeitos facínoras, no exato átimo em que perpetram as mais periculosas ações malévolas?!...
   A refutação proporcionada pela omissão do volitivo e de pandorgas, que são músicas desafinadas e ruidosas, causando várias disfunções auditivas; enquanto o binomial, preteritamente descrito, definirá o grau desse tipo de psicopatia variante.
   Poluições ambientais, alterando a integridade da composição química do telúrico, e o uso indiscriminado de drogas potencializadas que conturbam o funcionamento homeostático dos neurônios, sobremodo os que formam os milhões de sinapses cerebrais.
   A insegurança dando sequência à intranquilidade mórbida e ao pavor (causados por assaltos, sequestros e torturas, que são orquestradas por armas de fogo de altíssimas detonações), redundando no transtorno denominado de neurose do medo.
   Destarte, constitui-se a companhia recrudescente das drogas, especialmente as de alto poder alucinógeno, coniventes – de primeiríssima ordem – no que concerne ao surgimento de inusitadas e heteróclitas psicopatias proliferantes, sendo inseridas nestes dias de urgente entorpecimento-- basilar e imprescindível--para com a sobrevivência do viciado crônico, que é o sujeito inveterado.
   Tem-se a necessidade de relutância, com o escopo de evitar a incorporação de um possível ambiente de terror, em que as criaturas experimentariam todas as sensações patológicas atinentes ao sindrômico decorrente do traumático, e com destinação direcionada ao incontrolável!...
     Dependendo do nível genético assentido pela agressividade grassante, o individuo propenderá a ressumbrar a possibilidade adquirida, ou fortuita, com relação ao ad-rogatório das mazelas psíquicas e, também, dos inóculos de altíssima periculosidade infensa.
   O homem, em sua inumanidade, carreia no intrínseco do seu genótipo – numa oscilação cabal – os genes mutantes, incapazes de preceptar as determinações das inusitadas e postremeiras psicopatias vigorantes.
   As psicopatias, em suas variâncias diuturnas, tendem a ser reestimuladas à medida que afloram ao convívio interno e externo, sobretudo as que estão em latência a partir de átimos procrastinantes!...
   De modo abrupto, o psicológico traumático se habilita em decretar o dimensional da lesividade causada por fatores de natureza infensa e infanda, simultaneamente.
   Urge, nesse caso, precatar-se contra a ação malévola da ad-rogação do êmulo réprobo, que ostenta a capacidade de decapitar a própria pessoa valhacoutadora, caso venha infringir o estabelecimento da dosagem especificada no tempo prisco.
   Há, contudo, matizes que ressumam a intensidade das psicopatias de etiologia traumática. De fato, tendem ao esbatimento proporcional de seus meandros intercalares, porquanto assumem implicações variegadas entre indivíduos hodiernistas; e, também, com relação aos mesmos ícones projetados em direção ao crástino.
   Existem clientes que desenvolvem, morbidamente, propendência a psicopatias etiológicas, sem importar as causas geratrizes, visto que estão absconditadas em raízes prístinas.
   Esses pacientes aparatam o vislumbre sintomatológico – de natureza menos recrudescente, e, tendo, por referencial basilístico, em caso antinômico, a própria representatividade patológica neuropsíquica.
   A prosexia, que é a falta de atenção, vem se desenvolvendo nas sociedades de consumo da aprendizagem em dias atuais, abrangendo pessoas nefelibatas (que vivem nas nuvens). Os nomes dessas criaturas somente são lembrados na hora da chamada. Vivem cabalmente absortas em suas evagações.
   A revista “Veja” publicada no primeiro lustro do decênio do século XXI, aparata um dado estupefato ocorrente nos Estados Unidos da América do Norte, onde um terço das crianças na faixa etária escolar – sem hesitação – tomava ritalina e outros remédios à base de metilfenidato.
   Segundo alguns estudiosos, esse vertiginoso aumento está relacionado à divulgação maciça dos conceitos neuropsiquiátricos de déficit de atenção e hiperatividade, normalmente reunidos na sigla TDAH.
   O medicamento à base de metilfenidato existe desde a década de 50, mas essa popularização aconteceu paralelamente à divulgação de tal transtorno na mídia e nas escolas.
   Hodiernamente, é prosaico a própria criança, com o desiderato de justificar alguma disfunção em seu organismo, exarar o seguinte: “Fiz isso porque tomo ritalina”, ou, então, “Fiz aquilo porque não tomei meu remédio”.
   Perante a polêmica médica, pais e educadores têm aparatado passividade descomunal, sufragando, de modo simultâneo, tanto os diagnósticos como as prescrições, sem que haja muito questionamento, obliterando muitas vezes as causas desencadeantes, e, desse modo, obiciando a depreensão da maioria dos casos de alunos irrequietos, ou até dos que não se concentram na aula, e que, também, ostentam a morbidez da abulia, empeçando a assimilação de inusitadas aprendizagens
   Os estados pachorrentos e acatatórios podem redundar no que cognominaríamos de drogadição outorgada ou assentida, pois o fármaco, ao se popularizar, acaba fugindo ao controle dos especialistas e até mesmo abrindo portas para outras drogas de maior potencialização detonatória.

                                             Wilson Cerveira

Um comentário:

  1. Anônimo16/3/13

    Caro Wilson,
    No Brasil o uso de substâncias entorpecentes por parte de crianças tem-se tornado mais efetivamente visível dentre aquelas que pertencem às camadas mais desassistidas da sociedade, sobretudo, entre crianças filhas de mães solteiras - que por trabalharem fora o dia todo, não dão a adequada atenção aos filhos, tornando-os vítimas da más influencias - e os denominados "meninos de rua". Não há, porém, pesquisas que quantifiquem o uso de substâncias alucinógenas (quer legais ou ilegais) por parte dos infantes das classes mais abastadas da sociedade. Um fraterno abraço: Francisco Erinaldo (vulgo PAPA FRANCISCO. kkkkk)

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