segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

EDUCADORES SEM EDUCAÇÃO

   Educadores que se modernizam em seus comportamentos mirabolantes, de modo tartufo, implantando uma farisaica  educação, que é uma abstração desordenada de informações sobejantes, com exceção àqueles que já estejam, anteriormente sujeitos ao mecanismo aglutinante da codidecodificação!...
     Esses edudeseducadores saciam-se patologicamente, no exatorial em que presenciam o grassamento do inóculo em uma população de jovens estudantes narcotizados em todos os âmbitos do involucionismo, mediante o intrínseco do ser inumano – sobremaneira no átimo deflagratório de abrupta metamorfose degenerescente.
     Educadores plagiadores demonstram ao corpo discente, conquanto tentem absconditar-se em sucessivos velamentos, a transgressão exacerbante com relação aos direitos autorais. Não designam a leitura de livros inquisitoriais, mas apenas textos xerocopiados dos livros de poder aquisitório expressivo; assim também, sem dilucidação, revistas, dicionários, enciclopédias de grande vulto e tantos outros aparatos pertencentes ao vetusto sistema de uma maioria – que jamais seria capaz de conter a sanha desenfreada dos trabalhos sem textos nem coordenadorias de desorientações contundentes.
     Farisaicos educadores estão, decerto, à vista de muitos que os observam atentamente. Tentam dissimular quanto às notas dos trabalhos e provas, (se possível, o quantitativo); ao passo que o qualitativo, empregado em dias hodiernos, apenas oportuniza a passagem de débeis aprendizes – de uma serie para outra, numa visão estatística imerecida, na qual há demonstrações de inúmeras aprovações sem base, proporcionando um prosseguir sem resultado de acessar a probabilidade com relação ao adentramento ao concorrido mercado de trabalho.
     Edudeseducadores capazes de induzir a feitura de xerocópias – que se restrinjam não só a um especificado capítulo, mas abrangentes ao livro por inteiro, suscitando uma demonstração inequívoca de um plagio cabal, e que transgride as regras regulamentares dos direitos autorais. E, dessa forma, espera-se que seja feita a cominação aos violadores, até então visualizados, em detrimento dos que não praticam ações nequiciais de extremo repúdio. Quanto à prática da educação sentimental – muito dificilmente registrada nestes dias de predomínio dessentimental avassalador, preponderante em todos os diversificados ramos da atividade humana.
     Após o aprestamento de uma apostila volumosa, o dito mestre edudeseducador insinua ao discípulo a assinatura do seu próprio nome, constituindo um bizarro arquétipo de obra apócrifa (sem que haja redundâncias aparatosas de maiores corroborações) em estatutos inequacionais existentes nestes dias de entreveros injustificáveis.
     A carência educacional do educador (uma reinterpretação lacunosa e malévola quanto ao ato de ministração do conhecimento) faz com que ele não consiga, com aprazimento, ensinar aos discentes os artifícios evagatórios da arte paralela no sentido lídimo de empregar o recurso da paráfrase.
     Tergiversar, embora seja desconhecida a expressão ético-semântica, preenche o edudeseducador, o qual indemanda de recursos corretos – somente os que pertençam a ala dos esconsos – cujo tempo se predisponha no sentido de estigmatizar os préstimos proporcionados pela importância da divisão do tempo – de modo integral – para cada disciplina – estabelecendo o que se denominava de aula, e não apenas um lídimo embuste de cinquenta minutos de cabal expungimento simulacral.
     A tartufice – desses embaídos da leitura eletrônica, em grande antinomia abjeta, faz com que eles sejam representados sob a emblemática da ignomínia.
     Edudeseducadores normoanormais que privilegiam o trinômio que eles próprios ignotam, em face de uma cabal insipiência, estando relacionadas às suas parcas cognoscibilidades. Esses dadores de aula, em sua maioria, prendem-se, indistintamente, aos comodismos atrelados ao trinômio: fictício, factício, factível!
     Tais mestres sem ética tentam refutar os métodos que foram utilizados pela cognominada “Escola Tradicional, posto que não demonstrem nenhum tipo de evolução capaz de preencher as frinchas existentes nas proliferantes lacunas evidenciadas nos interstícios esfíngicos de uma aprendizagem presumidamente aplicada de modo errôneo, sobremodo no que concerne ao digladiante mercado de trabalho.
     Mestres sem maestria, buscando para si os aparatos do “Notebook”, “Netbooks”, “Tablet” – e de tantos outros penduricalhos e aplicativos ciborguéticos. De maneira escalafobética, sem que se ausculte a progressiva regressividade dos sentimentos remanescentes em meio às experimentações bombásticas, notadamente as que estão sendo executadas, tendo por direitura a profligação das inúmeras teorias inumadas, obliteradas, olvidadas – no decurso peremptorial de mais algumas décadas – em cabal ineficácia – sem que existam cumplicidades perseverantes e persuasivas.
     Que educador vem vindo aí, à sorrelfa, em nossa direção?... Seria, nesta manhã penumbrosa, a protótipa imagem perquiritória, revendo o comportamento inquisitorial do Diretor Doroteu, mestre dos mestres, -- sempre de terno azul-marinho, adendando em sua indumentária, de modo impecável, a borla e o capelo!...
     -- Senhor Diretor, -- dissera o Felipe --, ostentando um sobrecenho cerrado – como se quisesse reassomar os postremeiros laivos da palingenesia. E, entre uma confabulação e outra, adentra o Juvenílio, representando o próprio sistema simulacral dessa nova classe de educadores degenerados, hodiernamente, qualificada em função dos seus péssimos exemplos – haja vista um inusitado arquétipo execrável destes reclamantes, que, também, fazem parte integrante do sistema deseducacional na “Educação Brasileira”.
     Caros observadores da leitura, esses indivíduos serão algum dia educadores?!... Decerto, permanecerão na qualidade de embromadores dos novos conhecimentos – e sem postura nem base em conhecimentos gerais.

     Os conhecimentos pertinentes ao âmbito científico, de modo generalizante, demandam horizontes promissores, buscando várias tentativas no sentido de solucionar problemas psicossomáticos, cuja cronicidade vem ratificar os átimos agrurosos das brumas da insipiência renitente, nestes dias de crúcia acrimoniosa, onde novas drogas químicas proibidas, apenas na especiosidade contumácia, imperam o círculo vicioso implantado nas variegadas comunidades do orbe, causando uma série inopinada de síndromes nunca dantes vistas nos diferentes tipos de comportamento, decretando as piores degenerescências, com imprevisíveis consequências fatídicas!...

                                                                Wilson  Cerveira

Um comentário:

  1. Anônimo8/12/14

    Caro Wilson, estava ausente na leitura de teus artigos, mas aqui estou de volta.
    A pior prática que um professor pode ensinar a seus pupilos é a cópia. No mundo atual, onde as informações presentes na internet são inúmeras, os alunos deixam de pensar e passam a ser meros "papagaios intelectuais", repetindo irracionalmente textos virtuais.
    Carlos H. G. Medeiros

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