A entrada do aluno na escola dá-se,
hodiernamente, aos dois anos de idade. Quais seriam as primeiras observações a
fazer, já que o encetamento basilar tornar-se-ia prescindível em sua totalidade!
... Outros fatores de menor relevância, caso fossem necessários, fulgurariam de
modo meteórico, mas não necessariamente!
O protótipo recurso a ser utilizado constaria
quanto ao hábito correto de sentar os alunos em suas respectivas cadeiras. Algo
que, aparentemente, apresentar-se-ia repleto de estorvos. As crianças não
saberiam – ao menos – permanecer sentadas por alguns minutos. Em princípio,
exibir-se-iam efígies de estafetas, como paradigmas preceptoras. Depois de
algum tempo de perlustração, essas crianças iriam assimilando as normativas do
posicionamento escorreito do corpo em seu respectivo anteparo de assento.
As professoras, as psicopedagogas, os
mestres e os próprios diretores não
demonstravam a esses neófitos aprendizes um arquétipo salutar; tanto
assim, que, ao redor da mesa principal, posta sobre um tablado de madeira,
encontravam-se mal sentados, com o cóccix pendendo para a extremidade da
cadeira, deixando um vazio entre as costas e o espaldar, a descrever uma curva
que daria acesso à acomodação de objetos, tais como: bolsas de mão, valises e
outros aparatos condutores de artefatos apropriados à viagem e deslocamentos de
pequeno, médio e longo percurso.
De que modo esses pseudo-educadores
ostentariam cobranças corretivas de postura, porquanto demonstravam os
caracteres atinentes ao deseducacional lobrigado sob a contundência
estigmatizadora de um estereótipo hodierno, cabalmente estropiado em todos os
sentidos e ações perpetradas diuturnamente.
As falhas somatorizavam a cada instante,
aparatando um seriado de defeitos contumazes; e, assim sendo, obiciavam os costumes
morigerados absorvidos; alguns deles, desde os primeiros passos orientados
sobre o telúrico, tendo por fulcro o basilar entre o gravitacional e o ponto de
levitação acima referendado.
As práticas seguintes só poderiam ser
iniciadas, depois de reexames pormenorizados, sendo concernentes aos demais
fatores que subsequenciariam os pré-existentes, demandando maiores denodos de
acepilhamento ao longo da trajetória anteriormente descrita em seus minuciosos
aspectos correlacionados ao ético.
Em seguida, esses pequenos discentes
aprenderiam as regras básicas referentes ao ato de como deglutir os alimentos,
após terem exercido a prática correta da mastigação em tempo adequado.
Proporcioná-la-ia de conformidade com a devida aceitação pelo organismo. A
princípio, aprenderiam a separar com cautela quantidade que deve ser assimilada
durante a digestão, deixando a remanescência alimentar para uma próxima
refeição. E o pragmatismo do peso e o da medida certa, ambos seriam aferidos, a
princípio, para que não houvesse sobejamento emético com relação ao metabolismo
orgânico.
Ensinar-lhes na própria escola encetadora
o basilar imprescindível quanto ao manejo correto dos talheres, pratos, pires,
guardanapos e demais apetrechos. Desse modo, facilitaria a mecânica
correspondente à manipulação mantenedora das normativas atinentes ao binômio:
polidez e etiqueta.
Depois das refeições, buscar-se-iam os meios
apropriados quanto ao desempenho correto da escova. Em tese,
apresentar-se-lhes-iam a pasta, e como pegá-la, de modo escorreito, retirando
somente a quantidade de dentifrício necessária para uma escovação anti-cárie dos
dentes da arcada superior e inferior. Há surpresas que devem ser vistas em
tempo certo, notadamente no colégio, para que os alunos não percam a vontade de
fazê-las corretamente. Os maus costumes vêm de casa, onde as
pessoas mais idosas sentam incorretamente. Além do mais, não leem jornais,
revistas, livros etc. Preocupam-se apenas com pregões sobrevindos através de
fontes da mídia, as quais, nem sempre, são fidedignas. Substituem os aparatos
de notoriedade pelos sites de notícias, que são hesitatórias informações
internetizantes. As condutas são estropiadas pelo deseducional estigmatizador,
afigurando um hodierno decadente – repleto de sarças ígneas!
Imorigeradamente, irão ainda à cata de
aprender os bons hábitos, conquanto o sistema atual não chegue a acompanhá-los
em toda a sua extensão integralizatória.
Lamentam-se as lacunas proporcionadas
por uma mídia falaciosa, na qual o lídimo passará a ter caráter de embuste, já
que não se sabe ao certo onde termina a ficção, propriamente dilucidada, e
principia o que se denomina de realidade dolorosa, que está sendo vivida,
experimentada e sofrida, mormente nestes dias de cabal carnificina! ...
Wilson Cerveira
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