quinta-feira, 18 de abril de 2024

TECNOLOGIA SIMULACRÁRIA


     Quem, em sã consciência, com sensatez e discernimento clarividente, é capaz de exarar as imanes ou descomunais imprecisões de uma dissimulada tecnologia hodierna em todos os parâmetros possivelmente cruciais!...

     Em todas os ambientes, a tal tecnologia, ao invés de acelerar o atendimento, faze-o retardar por tempo indeterminado. Então, qual a tal agilidade verificada? – “Nenhuma!”

     Os benefícios são inexistentes em todas as direções e sentidos vetoriais vigentes. Há pessoas brutamontes que expressam ou expendem algo verossimilhante ao que denominamos de paradoxal; tentando ressalvar os pontos vulneráveis de um simulacro tecnológico, cabalmente apócrifo, cujo sistema vive quase sempre fora do ar, causando distúrbios – ao retardar de modo crucial e inexorável – todos os serviços de maior urgência a serem requisitados diuturnamente.

     Que benefícios crudelíssimos são esses os quais estão em voga no ramerrão existencial?!... Neste nosso hodiernismo nequicial, há pessoas cabalmente apedeutas e insensíveis! Há outros, mais psicopatas, que chegam a rir perante a catástrofe o qual estão submetidos. De fato, a tecnologia dissimulatória tomo todos os espaços deixados por um equivocado sistema tecnológico!...

     O sistema vigente é tão dissimulado, que é capaz de reconditar ou fazer expungir o que já estava inserido nele; mesmo que se expendesse cabalmente fora do ar. Que simulacro estamos a assistir nestes amaríssimos dias de um hodiernismo execrável, e, também, abstruso em todos os pontos do descomunal sistema referencial...

     Desse modo, não houve evolução nenhuma em se tratando de uma engabelação infinita, em que não se observa coisa alguma ou patavina perante o imane absurdo reinante em todos os sistemas presentes no orbe – onde a abominação clama em voz altissonante em todos os quadrantes do sistema vetorial!...

     Também, é de bom alvitre exarar a inconfiabilidade de tudo que esteja inserido neste molóide e imprestável sistema retardatário em todos os aspectos plausíveis!

     Para onde formos, temos que solicitar sempre a ajuda da Divina Providência. Igualmente, o tal sistema pode obiciar em vários locais simultaneamente. Ao encontrarmos na Farmácia, o tal sistema está fora do ar; ao adentrarmos no próprio Banco; também, não está atendendo as necessidades que os outros estão a precisar uma certa urgência. Então, neste dia aziago, o sistema de involução insuportável está a aparatar o seu insustentável infucionamento.

     O despautério e o dislate, ambos ostentam a ociosidade reinante – de modo genérico. Infelizmente, dependemos desse simulacrário sistema. Como, então, podemos falar em evolução tecnológica, uma vez que vivemos em cabal involução degradativa em todos os pontos referenciais de uma realidade controversa!...

     De fato, esse tipo de pseudos tecnologia hodierna atinge todos os âmbitos. Realmente, é deletéria em todos os aspectos concernentes a descomunal plausibilidade. Os aparelhos que dependem exclusivamente de seus próprios mecanismos; decerto, ficam à mercê de suas irregularidades frequentes. O áudio, às vezes, não é escutado; pois, a internet está fora do ar, obiciando os diversos meios de envio!

     Neste hodierno malévolo, somatorialmente, os diversificados meios de comunicação ficam sofrendo os empeceres diversificantes. Tanto assim, fica-se sem saber que tipo de involução estamos atravessando neste âmbito de implexidade incognoscíveis em todos os quadrantes.

     Os celulares, dos mais simples aos mais complexos, vivem abarrotados de notícias verdadeiras e falsas. Ademais, esses aparelhos ocupam todos os espaços vazios, e, dessa forma, não permitem mais as visitas e os diálogos...

     Nossos celulares são paradigmas inconfutáveis desses aparatos engabelatórios. Enviamos mensagens, e não são correspondidas; pois, as resoluções ficam absconditadas por tempo indeterminado. Igualmente a internet não funciona a contento para que a resposta chegue até o devido portador de datas prístinas ou priscas.

     É horrível permanecer neste doloroso protraimentos, se bem que saibamos da desenfreada tecnologia simulacrária, que é o usufruto de pesquisadores inescrupulosos – localizados em pontas divergentes da cognoscência ressumbrada neste hodierno infenso, onde predomina a amaríssima severidade com relação ao capital de quem aparata descomunal poderio aquisitório.

     Que tristura vem a caminho – na qual se faz comutação dos vigilantes e demais servidores, todos necessitados de respeito e admiração por portas eletrônicas. Elas, por sinal, jamais partiriam para ocorrer os que se encontram em cabal necessitura somática de uma senescência celular avassaladora, abrangendo plenamente todos os quadrantes vitais de uma iniqua modernidade inexorável!

     Aparelhos e outros equipamentos sofisticados vem a cada dia substituindo os espações pelo homem; e, destarte, tirando-lhes as oportunidades de emprego em quase todas as áreas ocupadas pelo salutar serviço humano.

     No hodierno, com certeza, a máquina robótica participa ativamente das funções que eram confiadas ao homem. De fato, as lidas tornam-se ocupadas. E, o bom tom das paradas tecnológicas simulacrárias vão fechando todas as probabilidades disponíveis.

     Os robôs mais exubentes fazem o papel de vigilância, hoje, certamente implantada pela mais alta ostentação de um pequeno grupo alardeador quanto ao poder aquisitivo!

 

 

 

São Luís, MA, 13 de fevereiro de 2024

Wilson Cerveira

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