São lobrigados pelos prazenteiros, e são
objetos que requestam primazia, uma vez que aparatam altíssimo grau de
aliciamento compulsivo e degenerescente. De fato, postulam um frenesi fanático
infrene, independentemente dos demais fatores intervenientes.
Os símbolos patológicos surdem no átimo em
que a obcecação conflagrada ofusca os pontos vislumbratórios elucubráticos,
existentes na tridimensionalidade do âmbito colimador. E, destarte, é de se
supor que, após alcançarem o estado crônico da inveterabilidade, cheguem a
relegar as necessidades freudianas basilares: fome, sede, sono e sexo; com vistas
a fruir, de maneira premente e inconfutável, os desideratos voluptuosos do seu
próprio fanatismo.
Os ícones, em frêmitos, ostentam matéria,
contendo massas e formas das mais metamorfoseantes. E, após os afiguramentos
convincentes, tomam destinações tergiversantes com relação às sendas a serem
percorridas. Nesse caso, não encontram parceiros prontos para a devida
partilha, pois prescindem de quaisquer circunstâncias. Então, não vislumbram as
urgentes necessidades dos estipêndios estabelecidos por leis trabalhistas e
outros apetrechos regentes quanto ao imane consumismo presente no êmulo mercado
de trabalho.
Os símbolos patológicos irrompem
isoladamente ou em conjunto. Quando se apresentam de modo unitário, podem ser
vistos sob o impacto estrugido da rejeição. Caso estejam a formar uma
coletividade, demonstram a direitura de aceitabilidade convincente, por parte
de uma sociedade que os incorpora na qualidade de anódinos.
As imagens podem, conquanto levógiras, receber
a quantificação do aprazimento de uma modalidade especial de energia
condensada. Desse modo, readquirem a pujança da permanecibilidade. Os jogos
futebolísticos, notadamente as vulgarizadas “peladas” gratuitas, ressumbram a
máxima agressividade pertinente a este círculo vicioso e interminável,
sobremodo com relação ao hodiernismo deletério.
Esses escorços mórbidos são praticados em
todos os logradouros públicos. Armam-se traves nas ruas principais, transversais,
perpendiculares e colaterais.
O cinismo valetudinário é tão grande, que os
energúmenos ameaçam as laterais e os frontispícios das residências menos
protegidas; ao passo que os mentecaptos afrontam os telhados das casas,
sobrados e sobradões mais vetustos, e chegam a cominar os moradores, e, de modo
reptatório, tendenciam implantar traves nas áreas superiores cobertas, em
apenso, por esses recintos contíguos, parcialmente alpendrados.
Os participantes dessas atividades lúdicas
tresvairadas, decerto, demudam-se fisionomicamente, sobremaneira naqueles
átimos onde estão a perpetrar as sanhas armazenadas em seus psiquismos
malévolos. Assim sendo, as máquinas fotográficas digitais e as filmadoras de última
geração, sem dubiedade, as registram, juntamente com os traços fenotípicos
estropiados, – da maioria desses vesânicos --, sobremodo dos que padecem da
síndrome do ócio pernicioso.
Outra forma da simbologia patológica está
centrada no uso indiscriminado e permissivo das drogas mais pesadas, as que
causam uma percuciente dependência de natureza física e psíquica,
concomitantemente.
Essas criaturas enfermiças aparatam um
quadro sintomatológico deletério. A cada instante, sem hesitação, sentem-se
aliciadas pelas drogas, ressumando uma psicose obsessiva compulsiva, que
somente terá cessação quando os organismos se encontrarem libertos desses
grilhões, os quais são produzidos por substâncias químicas de alta toxicidade.
Hodiernamente, há símbolos em todos os
lugares e ambientes. Precisamos descobrir um meio contemporizador eficiente, do
qual tenhamos o direito de, mesmo sendo de elevadíssima meticulosidade, saber,
com sapiciência, conviver com as agruras proporcionadas, de fato, por esses
sujeitos acrimoniosos, que trazem para si, isto é, de fora para dentro; e, de
dentro para fora, não se podendo estimar o percentual exatório, embora saibamos
que se apropinquem de modo inequacional!...
Wilson Cerveira
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