-- Noberto, ao obedecer ao ritmar dos seus
cerimoniamentos, traz Miércia para junto dos captadores acústicos, e, ainda
estremunhado, confidencia-lhe, em surdina, a frase que ela não gostaria de
escutar, se bem que relatasse as abstrusões das degenerativas convivências,
registradas no decurso do tempo inexorável e, também, em todas as dimensões da
plausibilidade humana.
-- O senhor – de cabelos encanecidos-- exara
em voz estentória: “Você, decerto, não é mais a mesma pessoa?!...” Apesar da
demudação ser do tipo avassalador, Miércia persevera em expungir os
remanescentes traços daquela pessoa educada, sem afetações, que veio trazer o
célebre e efêmero invite conubial.
Nesta data de capitólico argentum, olvidada
pela maioria dos que lá estiveram presentes, especificamente no interregno
correspondente a dois decênios e um lustro, buscando reatar as duas meadas –
como se um dos lados não estivesse a carecer de maiores cuidados quanto aos
dispares níveis de cominuição das estruturas musculo-esqueléticas que já
aparatavam alguns combalimentos quanto à condição humana de precateamento,
malgrado a presença dos princípios norteadores de alguma educação, revistos em
períodos de contundência nequicial. E, dessa forma bisonha, verifica-se, de
modo clarividente, a regência dos métodos atrelados ao inusitado sistema edudeseducacional!...
De fato, esses falaciosos mestres, do
hodiernismo, eles se apresentam com um arquétipo de entonação determinante,
como se fossem ressumar alguns rastilhos absconditados em alfarrábio, e que
serviriam de meta para preceptar alguma atividade magisterial, preservando-a
anonimamente. Realmente, deblateram, diuturnamente, pois são estentórios quanto
ao ato de exarar, decerto, inveracidades metodológicas. E, dessa forma escusa,
vão se distanciando do foco de proferimento do cognitivo, quase sempre no
vocacional probatório do suplício de inopinadas arguições.
Com toques feéricos sobrevindos a partir
dos dispositivos móveis de exacerbado preciosismo, esses educadores sacripantas
transcrevem para o plano de épura as suas frívolas imagens – impregnadas de
especioso polimento, conquanto sejam lidimamente sepulcros caiados quanto ao grau
de simulacrismo pertinente às suas proliferantes putrefações veladas.
Os educadores estrugentes buscam gírias,
modelismos, sacaneamentos, pornofonomanias, ondismos e tantos outros aparatos
psicodélicos, visando atender as suas premências de morbicidade, estando
presentes nos intrínsecos labirínticos da imane crúcia hodierna!...
Esses falcatrueiros da cognoscibilidade
trazem mensagens delusórias de hiperbólica delação, requerendo, de maneira
concomitante, participações capciosas entre docentes e discentes, sem que
remanesçam laivos de uma questionável veridicidade em ambas as trilhas
hesitantes do falacioso eruditismo, onde ainda são vislumbradas as percucientes
ambiguidades.
De súbito, dimanam suspiros de quem
persevera em perpetrar embustes, tendo por raiz basilar a capacidade de
dissimular as próprias patranhas, as mesmas que são arquitetadas nos recintos
escolares.
São, de fato, esses educadores
mequetrefes, sobretudo os que fizeram incursão ao sistema educacional combalido
– na ressumbratória de um corporativismo nato.
Realmente, os cominadores das letras
colegiais, sem perplexidade, embuçalam-se nas estremaduras das vesânicas
diretrizes departamentais, velando pelo anonimato das equipes de professores
das diversas disciplinas ministradas nos cursos de nivelamento superior,
mestrado, doutorado e pós-doutoramentos de várias gradações!...
Deveras, esses ministradores teóricos
costumam regressar das deambulações perpetradas nas íngremes sendas, obscuros
passos cabalísticos pertinentes aos cognitivos que permeiam as percalcitudes
dos que desideram inusitadas fórmulas persuasivas, capazes de reverter o
macambúzio estado aflorantes, advindos das diversificadas aprendizagens,
sobremodo as que estejam inseridas nos ramos atinentes às técnico-ciências.
Wilson Cerveira
Realmente é interessante como na educação brasileira proliferam tais profissionais, que usando de artimanhas e falcatruas, maculam um ofício tão nobre quanto o magistério.
ResponderExcluirCarlos H. G. Medeiros