Alunos, de comportamento
relapso – mesmo ascendendo o proibido muro da casa contígua – adentram,
cominativamente, aos interiores das escolas abandonadas, violando quaisquer
horários, dando de primeiríssima mão, sem quaisquer hesitações, a qualificação
de sacripantaria aos sujeitos, lídimos saqueadores dos depósitos escolares,
contidos nas caixas de recolhimento, e, dessa maneira abstrusa, informatizariam
as leis que direcionassem os legítimos regimentos basilares desses educandários
hodiernos.
De fato, esses discentes
deseducados infringem, cabalmente, o permissivo sistema estruturalizado
fragilmente, jugulando-lhe todas as barreiras obliteradas a partir da inversão
descabida da autoridade magisterial!...
O implexo é adentrar, à
sorrelfa, a essas salas de aula pertinentes aos estabelecimentos escolares
deste insólito modernicismo forjado, com o propósito de satisfazer aos
diferentes graus de conduta de uma juventude esquipática sob todos os prismas
compulsados à luz de uma neófita psicanálise.
No interior desses atuais
recintos escolares, deparar-nos-emos com discentes portando trajes
inconvenientes, tais como: calções, bermudas, cuecas do tipo zorba, colans, calcinhas,
sungas, biquínis, monoquínis, e tantos psicodélicos vestuários, não estando
jamais a depender de sexo, idade e de compleição, os quais podem ser exibidos
durante os períodos epiniciais de narcotização, concernentes aos apoteóticos
átimos de cenestésica alacridade.
Lobrigamos a certa
apropinquação, alunos portando dispositivos móveis, com direitura propulsora a
outros interesses, menos os que estejam inerentes aos assuntos relacionados aos
probabilísticos ditames das cognoscibilidades. Realmente, é um dislate capaz de
comprometer quaisquer sistemas combalidos e interligados aos reptos âmbitos
educacionais. Também, vislumbramos, perlustrativamente, alunos dispersivos e
desidiosos, aparatando estúrdios objetos sensoriais e outros acetabulários
tecnológicos estrambóticos – todos amplamente aceitos pela sociedade
modernicista cominante – e que, aparentemente, parecem constituir os
obiciadores de percepção, elementos inerentes aos estados de implexibilidade
estroinante, sobretudo quando há desvairos comportamentais atinentes ao
complexo ato de saber escutar atentamente o que está sendo, pormenorizadamente,
abordado em tese.
As salas de aula da
atualidade admitem as mais requintadas tecnologias. Os discentes manuseiam
diversos aparatos, tais como: notebooks, netbooks, tablets, smartphones,
iphones; assim como, artefatos atrelados aos redundantes prazeres sensoriais
estupidificados em suas reações basilares de estímulo-resposta – de caráter imediatista
para com o orgânico. Dessa forma, buscam as pseudo-abjurações dos livros
didáticos e paradidáticos, e, também, dos demais materiais escolares.
Hodiernamente são os botões tecnológicos que sofrem a compressão dos dígitos;
enquanto os textos ficam relegados ao abandono cabal das palavras, frases
concatenatórias e outros meios de orquestração do pensamento formulado por
escrito.
O professor, destituído do
senhorial adquirido no prisco, é programado, de modo combalido, através dos
diversificados grupos de alunos cretinizados, geralmente filhos de pais
poderosos e degenerados, e que, de modo verossimilhante, também são sujeitos
descendentes de uma deleteriedade esturdia, não obstante pertencerem direta ou
indiretamente aos três corruptos poderes – da mais elevada ignomínia – que
representam, de maneira oprobriosa, a nação brasileira.
Nos colégios do modernicismo
– sem muitas hesitações paralelas – as leis desrespeitosas estão a vigorar
soturnamente, dando guarida aos desmandos energúmenos desses alunos
sacripantas.
Até onanismos são
perpetrados, sub-repticiamente, nas próprias salas de aula, através de pequenos
vibradores apropriados, e que são instalados nos encetamentos das cúspides
genitais, independentemente das simbologias genitálicas.
As drogas, sempre atuantes, são repassadas
para o interior das salas de aula, através das bombas milimétricas das canetas
cerradas, não deixando, de modo genérico, nenhum laivo de translucidez para uma
possível flagrância!...
Os inalantes perfumados são
servidos em lenços e em papéis etiquetados para a higienização pessoal. Todos
os dependentes aspiram as substâncias entorpecentes contidas neles, com vistas
direcionadas aos seus plenos saciamentos psicossomáticos.
Salas cinematográficas, em
total escuridão, propiciam aos adolescentes a arte da bolinação, sobremodo na
desfaçatez da sesta. Destarte, em adequação com a faixa etária, a polução não
pode ser evitada, uma vez que as células epidérmicas e neuronais respondem aos
estímulos correspondentes aos diferentes níveis deflagrados de excitabilidade
orgânica reversível.
Na ausência dos mestres – de
amostrabilidades cientificas – esses alunos salazes montam vídeos, cabalmente,
impregnados de nequícias lasciviais. E, a posteriori, os adultos, também,
usufruem os ínterins lúbricos, detonados por essas imagens repletas de
procacidade, sendo orquestradas por sons que promanam de átimos luxuriantes
cujos suspiros são entrecortados de percucientes agônicos libidinais.
Os discentes e docentes, do
embaído modernismo, padecem, ressumbraticamente, de paroxismos palindrômicos,
tendo por raiz basilar o irrefutável binômio: aprosexia e abulia. De modo ilativo,
a desatenção e a má vontade somatorizadas ao impulso estatizante e renitente de
desaprender a lição, ambas estorvam a assimilação de conhecimentos necessários
para dirimir os díspares posicionamentos estabelecidos nas normativas
estatutárias da escolaridade, ad-rogada consoante aos combalimentos das leis de
diretrizes e bases do sistema educacional brasileiro.
Wilson Cerveira
Mais um artigo que observa de forma arguta e perspicaz os modernos hábitos viciosos que contaminam alunos e professores.
ResponderExcluirCarlos H. G. Medeiros
Sábias palavras sobre o atual sistema educacional brasileiro e maranhense, onde o aprendizado científico, cultural e social, é deixado de lado, em função de uma libertinagem que a cada dia transporta nossos jovens para a incompetência laboral e social.
ResponderExcluirLuís Carvalho