sexta-feira, 11 de abril de 2014

DOCENTES SUBMISSOS AO SISTEMA DESEDUCACIONAL

          É uma questão socioeducativa polêmica – de austeridade comprovada – que ascendeu da urbe para o orbe, sem que tivéssemos adendos indicadores para tais circunstâncias infensas, chegando a um diâmetro abrangente neste mundo repleto de tropelias consecutivas e bastante proliferativas.
      Laurinélio, sujeito bizarro desde o etiológico, vem fazendo um compulsar a respeito das submissões grassantes dessas lassas leis pertinentes aos substitutivos que foram sendo acrescidos e repassados ao langoroso sistema das permissivas leis que regem o sistema cognominado de “diretrizes e bases da educação brasileira, buscando, escarnecidamente, auferir primazias exacerbantes – de altíssima contundência – vindo a atender aos que, nas faculdades particulares, ostentam a suntuosa retumbância do binômio deblaterador: “poder e capital”.
      De fato, essas criaturas – lídimas lobas dos tais poderes corruptíveis – visam, de maneira ambicionista, vislumbrar meios propícios, capazes de forjar tergiversações dicotomizantes, com o objetivo de locupletar os combalidos códigos do modernicismo educacional vigente!...
      Se fizermos o reminiscenciar, verificaremos as deficiências implantadas, decerto, desde o protótipo ingresso nos primaziados maternais escolares, os quais aduzem condutas meândricas quanto à plausibilidade de métodos e técnicas que favoreçam a promoção dos alunos, independentemente dos níveis de competência, sobremodo os que estejam atrelados às suas reais capacitações.
      Em princípio, os teóricos – da cincada educação – e os psicopedagogos preconizam privilégios, nunca dantes lobrigados nos secretos arquivos regimentais, vivenciados por eles, adentrando, também, à sorrelfa, indo à direitura dos empirismos..., e de cuja solução seria a implantação vertiginosa de sistemas mais estúrdios, com o intuito exclusivista de agraciar, imeritoriamente, descendentes precitos que integram as mais estroinas classes sociais – sobremaneira as que sempre foram priorizadas por sujeitos qualificados no grupo dos cabotinos.
      A primeiríssima confabulação, com certeza, quanto ao adentramento ao ambiente colegial, seria a de informar sobre a importância salutar relacionada no que tange ao hábito correto a respeito do posicionamento do esqueleto a partir dos cinco encetadores anos de formação postural, estando ligados diretamente a essas vidas associativas que se somatorizam nos ambientes desses educandários. E, então, há dubiedades recrudescentes nesses díspares territórios da instrucionalidade, gerando chistes indutores, referentes ao compulsar de cada comportamento hesitatório quanto ao dimensionar do caráter de normoanormalidade. Eis, nesse caso, a inquirição audaciosa: “Será que esses sistemas se prepararam para educar e deseducar, concomitantemente, a maioria dos que não conseguiram acompanhar as degenerescências das próprias circunstâncias”.
      Como educar pessoas que participam, diuturnamente, das mais infensas condições sociais?!... Para tanto, no cúmulo dos mais horrendos despautérios, esses educadores ressumbram características de submissividade com relação ao estado de implementabilidade do mais catastrófico sistema deseducacional reinante nestes dias hodiernos de cabal insubmissão!...

      São réprobos arquétipos que estão sendo repassados, diariamente, uma vez que as normativas atinentes aos princípios basilares, os quais, com raríssimas exceções, foram infringidos e maculados pelos mais altos escalões dos desgovernos – desde os tais ministérios, secretarias, departamentos, coordenadorias de cada órgão pertinente ao combalido sistema edudeseducacional vigente. E, para melhor dilucidamento, podemos exarar que existe um sistema falcatruoso que desorienta, de modo tortuoso, a conivenciar a esfíngica fórmula capadócia do educar deseducando, através de contraposições abstrusas e estarrecedoras, estabelecidas por leis tendenciosas – das mais ardilosas – legisladas por autoridades facínoras!...

                    Wilson Cerveira

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