Os órgãos
sensoriais dessinergizam-se desde o preencetamento; e, dessa forma,
mitocondriam-se quanto ao modo da utilização de seus remanescentes quanta de
energia. Estamos diante de um resfolegamento estertoroso; e, a partir desse
ponto crudelíssimo, eclodem todos os helmintos, bactérias e fungos; produzindo,
na ação deletéria dos seus parasitismos, a música assônica de um silêncio
aniquilador imperceptível, situado nas apropinquações de uma área constituída
por cominuições de esqueletos decompostos nas terras desertoras dos campos
santos.
Nos tempos de Antanho, apenas um dos
ouvidos cumpria a missão de ouvir os velhos discos de vinil, com alguns
arranhões vislumbrados nos centros angulares de umas obsoletas vitrolas
adquiridas nos pródromos da segunda década do século XX.
O ato de saciar-se não sofria nenhum tipo
de cerceamento, desde que fossem cumpridos todos os desígnios traçados pelas
veredas salutares das sinas premonitórias. Somente uma sensória seria capaz de
atender a ausência das demais estruturas de comprovada estesia.
Com a involução volitiva dos encalistrados
tempos de sanha, lobrigam-se laivos sensitivos ainda não utilizados pelos
sistemas ressonantes. Divulgam-se os extremos e os meios fechados em si,
redundando em expressões equacionais, de total significância, cuja resultante
corresponde ao zeramento das situações polêmicas mais acirradas.
Hodiernamente, as imagens sobrepujam os
pontos circunferenciais que delimitam a extensibilidade acústica. O som, mesmo
isolado, não perde o hábito do reiteramento; enquanto a imagem, em seu máximo
fulgor, vai se expungindo com o decorrer do tempo de sua visualização. Nem
sempre impera a ordem do desfile. Às vezes, sem muitos tartamudeios, a efígie
posta-se em meio ao nada, ficando aos poucos obliterada, mesmo estando no cerne
atinente de uma cibernética reptativa quanto ao nível de recorrência
existencial!
O tato, também, busca recursos correlatos
aos acompanhamentos sensoriais dos instrumentos a serem utilizados durante a
orquestração da peça musical; dependendo, sobremaneira, da escolha adequada da
partitura. Igualmente, vale ressaltar a tessitura (vocalização consoante ao
timbre, melodia e pausas intervenientes...).
O órgão do tato, de conformidade com o
objeto musical, requer determinado grau de especialização. Sente-se a forma
diferente e característica, no exatorial átimo, em que se apalpa cada artículo
móvel encaixante, que faz parte da composição estrutural de cada instrumento.
E, desse modo, formaliza-se o saxofone, ou flauta, ou clarinete, ou trompete,
ou trombone..., tendo a assessoria do violoncelo, do violino, do piano, do
harmônio, do órgão e demais aparelhos sonoros que compõem uma orquestra.
O maestro, coluna vertebral de uma
filarmônica, é o fulcro basilar e, concomitantemente, o fastígio mantenedor de
toda uma sincronização sonora despertadora para um sequencial aparato!...
Não há suspensório capaz de deter a
recorrência de proliferantes meios sensórios. Para os dias de fragor intenso,
reúnem-se as mais avançadas tecnologias. Os matizes ressumbram todas as luzes
prismáticas e suas derivações, com adendos referentes aos diferenciais de
potencialização calorifica. O ambiente torna-se tépido perante àqueles que o
utilizam como instigador de novos sinergismos perfunctoriais de superfície e de
profundidade.
Ninguém atende aos restritos meios
auditivos e visuais, mas também assimilam outros adendos que estão à cata
constante da gustação, do tato e da olfação. Nesses ambientes, mais de que um
manicômio em chamas, os tresloucados elementos se envolvem em nuances. Algumas
são pré-elaboradas com todos os sinais premonitoriais sem alardeamento. E, logo
em seguida, sem tardança, evolui-se a própria involução, – em sentido direcional
positivo ou negativo --, dependendo das predações ocorrentes nos intercursos
meândricos de inusitadas degenerescências, cujos recrudescimentos estão sendo
partilhados, integralmente, em direitura ao estado decretado pela
irreversibilidade sempre constante.
Wilson Cerveira
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