quinta-feira, 29 de setembro de 2016

A PROJETADA IMAGEM DA EXTORSÃO

    -- De onde promana a má projeção da imagem extorsiva?!... É de implexo depreender, porquanto suas percuciências de absconditismos estão arraigados nas fraudulentas leis brasileiras – dimanadas somatorialmente pelos três corruptos poderes: “Executivo, Legislativo e Judiciário”.
     Realmente as leis aparatam várias tricotomias digressivas, ora tentando o compulsar do fragilismo daqueles que não ostentam representativa alguma. Assim sendo, o tal voto, de especiosidade democrática, serve apenas para perpetrar a ensancha aventiva de pô-los no “poder”, ou, então, recolocá-los, de modo comutativo, imprimindo os mesmos caracteres degenerativos.
     Quem delas é senhor, consegue digressionar as sendas de proliferantes âmbitos. Com o poder e a riqueza – medrando aqui no telúrico – edifica-se com relação aos outros o maior de todos os infernos. De fato, eles aprenderam a nos conhecer, através dos nossos fragilismos!... Não temos lastros suficientes para bancar as patuscadas e as pândegas, as quais ostentam somatoriais exuberantes de pecúnia – que são extorquidas, com desfaçatez, dos cofres públicos. Esses engodos vão se multiplicando a cada ramerrão; e só se tornarão escandalosos, mesmo, após terem aparatado vultos astronômicos, sem que possam ser reconditados!...
     Os sujeitos, detentores de “Poderes”, periculosamente, corruptos, dimanam as diversas modalidades de infringir as díspares engabelações, acumuladas de falácias quanto ao nível de deleteriedade.
     Surde a conspurcativa imagem, através da coalescência dos elos persuasivos, emanados de leis permissivas provindas das imunidades ostentadas por aqueles que regem as corrupções e demais atos extorsivos – grassando por todas as regiões, estados e municípios deste Brasil, altamente degradado, cujo aviltamento denigre a própria pátria, deixando-a à mercê de marginais políticos e de políticos marginais em todos os pontos de vista, abrangendo um imane espaço de percuciente proliferação constante e contínua!...
     Esses facínoras, anônimos, infensos e nefandos – estão superprotegidos em suas funções executivas, legislativas e judiciarias. Quaisquer cincadas perpetradas por eles, decerto, dispõem de todos os aparatos de defesa, capazes de confrontar com veemência quaisquer que sejam as extorsões ou crimes hediondos!...
     São eximidos de imputabilidades, de impostos e de outras despesas pessoais. As verbas que lhe são confiadas, com absoluta primazia, servem apenas para seus interesses de ordem política. Os gabinetes ad-rogam um número extrapolante de adeptos. Ao passo que, em se tratando de negócios pessoais, a pecúnia não será dilapidada; pelo contrário, depositar-se-á na conta beneficiária da própria família; e, cada vez mais, sem hesitação, somatorizando o capital acumulado por vários tempos.
     Caso haja denúncia posterior, não se sabe o que fazer, pois, as frinchas da legislação respaldam-nos de maneira oniforme. As impugnações surgem do nada, infringindo todos os ditames expendidos no decurso das margens e cerceamentos estabelecidos para cada caso de natureza particular.




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