-- De onde promana a má projeção da imagem
extorsiva?!... É de implexo depreender, porquanto suas percuciências de
absconditismos estão arraigados nas fraudulentas leis brasileiras – dimanadas
somatorialmente pelos três corruptos poderes: “Executivo, Legislativo e
Judiciário”.
Realmente as leis aparatam várias
tricotomias digressivas, ora tentando o compulsar do fragilismo daqueles que
não ostentam representativa alguma. Assim sendo, o tal voto, de especiosidade
democrática, serve apenas para perpetrar a ensancha aventiva de pô-los no
“poder”, ou, então, recolocá-los, de modo comutativo, imprimindo os mesmos
caracteres degenerativos.
Quem delas é senhor, consegue digressionar
as sendas de proliferantes âmbitos. Com o poder e a riqueza – medrando aqui no
telúrico – edifica-se com relação aos outros o maior de todos os infernos. De
fato, eles aprenderam a nos conhecer, através dos nossos fragilismos!... Não
temos lastros suficientes para bancar as patuscadas e as pândegas, as quais
ostentam somatoriais exuberantes de pecúnia – que são extorquidas, com
desfaçatez, dos cofres públicos. Esses engodos vão se multiplicando a cada
ramerrão; e só se tornarão escandalosos, mesmo, após terem aparatado vultos
astronômicos, sem que possam ser reconditados!...
Os sujeitos, detentores de “Poderes”,
periculosamente, corruptos, dimanam as diversas modalidades de infringir as díspares
engabelações, acumuladas de falácias quanto ao nível de deleteriedade.
Surde a conspurcativa imagem, através da
coalescência dos elos persuasivos, emanados de leis permissivas provindas das
imunidades ostentadas por aqueles que regem as corrupções e demais atos
extorsivos – grassando por todas as regiões, estados e municípios deste Brasil,
altamente degradado, cujo aviltamento denigre a própria pátria, deixando-a à
mercê de marginais políticos e de políticos marginais em todos os pontos de
vista, abrangendo um imane espaço de percuciente proliferação constante e
contínua!...
Esses facínoras, anônimos, infensos e
nefandos – estão superprotegidos em suas funções executivas, legislativas e
judiciarias. Quaisquer cincadas perpetradas por eles, decerto, dispõem de todos
os aparatos de defesa, capazes de confrontar com veemência quaisquer que sejam
as extorsões ou crimes hediondos!...
São eximidos de imputabilidades, de
impostos e de outras despesas pessoais. As verbas que lhe são confiadas, com
absoluta primazia, servem apenas para seus interesses de ordem política. Os
gabinetes ad-rogam um número extrapolante de adeptos. Ao passo que, em se
tratando de negócios pessoais, a pecúnia não será dilapidada; pelo contrário,
depositar-se-á na conta beneficiária da própria família; e, cada vez mais, sem
hesitação, somatorizando o capital acumulado por vários tempos.
Caso haja denúncia posterior, não se sabe
o que fazer, pois, as frinchas da legislação respaldam-nos de maneira oniforme.
As impugnações surgem do nada, infringindo todos os ditames expendidos no
decurso das margens e cerceamentos estabelecidos para cada caso de natureza
particular.
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