sábado, 10 de setembro de 2022

MÉDICOS, MEDECOS E MEDICUS

 

    Em dias hodiernos, devido a carência de tudo, pronunciam-se em descomunal proporção os Médicos, Medecos e Medecus. Geralmente, todos eles, quase sem exceção, deixam muito a desejar – tanto com relação ao conhecimento, quanto ao que se apregoa de conhecimento em polidez e etiqueta!

     A qualquer momento, podem errar por causa do fragilismo no âmbito cognitivo! Surdem efeitos indesejáveis, recaindo sobre aqueles mais carentes, e muito – sem dúvidas – não possuem conhecimento para avaliar os médicos, medecos e medecus.

     Esses sujeitos réprobos ostentam um título de hipócrita de médico, o qual é adquirido através de altas transações de dinheiro – nessas tais Faculdades Particulares – com anuência cabal do desonroso MEC – Ministério da Educação e Cultura.

     Há pais tão deseducados, abarganhados e cheios de benesses, que propõem a essas tais faculdades, uma altíssima quantia em dinheiro, para obter fraudulentamente um tal diploma de “Médico do Erro”, pois vai aumentar o número de mortos nos hospitais, principalmente os que estejam ligados ao SUS – Sistema Único de Saúde.

     Esses Médicos, Medecos e Medecus apresentam-se com uma fala delicada para absconditar a imane falta de conhecimento na tal “área médica”. Parece que estamos cominados pelos deseducados meios em voga nos cruentos dias hodiernos, cabalmente sobrecarregados dias de lacrimônias e agruras recrudescentes...

     Vamos deixar passar o tempo, e eles, que se consideram médicos, vão errando aqui e acolá, conduzindo o paciente à morte. Depois, dizem que era um caso sem jeito! Este fraudulento argumento é para reconditar as suas irresponsabilidades criminosas!

     Os médicos, medecos e medecus assenhoriam-se de quase tudo. Não respeitam a opinião do paciente, mesmo sabendo que o cliente é polímata, isto é, portador de instrução variada. Este, praticamente é o meu caso – o escritos que vos fala – Wilson Cerveira. Além disso, tenho idade suficiente para ser respeitado, segundo a Ouvidoria e a Defesa do Idoso, avaliando com cautela, discernimento e sensatez – conforme a queixa que fora relatada.

     Disse para quem me atendeu o seguinte: ‘Há oito anos submeti-me a uma cirurgia de varizes localizadas nos membros inferiores, e ostentava este mesmo número de plaquetas ou trombócitos: 78.000! Por que não posso fazer no presente momento uma postecotmia e uma hidrocelectomia, sabendo-se que são cirurgias de menor risco?’

     O Medeco não aceitou meu argumento, num desrespeito cabal com relação a minha singularíssima pessoa. Também, dissera que o anestesiologista não concordava. Eu precisaria de um laudo médico de um hematologista!...

     Desacreditou cabalmente na minha palavra. Eu passei a ser réu do Medeco. Deu-me alta, antes de providenciar quaisquer recursos. Até o presente átimo, arrependo-me de ter deixado o quarto do hospital. Uma vez que sou senescente – sendo amparado por lei – conforme o regimento da Defensoria Pública. Poderia ter levado dentro do próprio Hospital ao parecer da Ouvidoria, a qual atende a todos, independentemente dos anos de provectude.

     Outrossim, fiz referência ao saudoso médico Dr. Dario Itapary Nicolau, o qual aprovava essas 78.000 plaquetas. Ele me dizia assim: ‘Dr. Wilson, esse número de plaquetas não vai lhe prejudicar em nada’. Com desfaçatez, o medeco foi desabrido ou protervo quando dissera: ‘Mas ele já morreu...’. Imanou também as minhas palavras, as declinações que fizera sobre o meu estado de saúde...

     Desde o ano passado, venho lutando para realizar esta cirurgia. Outrossim, ano pretérito havia feito todos os exames, incluindo o risco cirúrgico. Tudo deu compatível. Fui ao Dr. Dario Itapary Nicolau, para que ele revisse as 78.000 plaquetas, ele me disse para fazer a cirurgia, que não iria ocorrer absolutamente nada, como acontecera com a cirurgia de varizes dos membros inferiores. O medeco do hospital não quis acreditar na minha palavra. É uma reptação desrespeitosa em gênero, número e grau.

     Ademais, quando estava pronto para fazer a cirurgia ano passado, fui surpreendido por um derrame! Com as graças de Deus me recuperei sem que houvesse grandes sequelas! Agora que já estava internado, fui destratado por um medeco, o qual me deu alta sem nem pensar duas vezes...

     Sobranceiramente, em dias hodiernos, faz-se uma abstrução completa para discernir as verossilhantes ululantes entre os três prismas! Não se consegue sensatez que equipare a figura do Médico, que é aquele que procura acertar a patologia agressiva. Os medecos e medecus são inconfiáveis em todos os aspectos implausíveis. Erram diuturnamente, transferindo as falhas ao próprio paciente, o qual já vinha, segundo ele, aparatando comorbidades avassaladoras.

     Ninguém confia nesses réprobos profissionais, cuja mediana cognitiva deixa muito a desejar, já que o fragilismo do conhecimento médico deixa um lacuna aberrante, incalculável e adimensional!

     Peçamos ao Senhor Jesus Cristo que nos exima desses péssimos profissionais, uma vez que queremos viver mais um pouco, orientados pelas graças de Maria Santíssima!

     Confiemos em Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Sendo assim, nos afastamos de todos os criminosos erros médicos nestes dias agrurosos e acrimoniosos do hodierno!...

 

 

 

 

 

 

 

São Luís, MA, 07 de setembro de 2022

                                                Wilson Cerveira

5 comentários:

  1. Anônimo25/9/22

    Alberto da Silva Raposo
    Boa noite seu Wilson.
    Acabei de ler seu artigo sobre atendimento médico.
    Realmente, às vezes a gente fica duvidando do parecer de alguns profissionais dessa área. Infelizmente não podemos prescindir desses serviços em nossa vida.
    A ética médica muitas vezes impede que haja punição por erros cometidos por esses profissionais, Infelizmente.
    Somos reféns desses profissionais e por isso, todo cuidado é pouco quando formos precisar de algum atendimento.
    Desejo saúde pra você e sua família.

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  2. Anônimo26/9/22

    Boa noite meu caro amigo Wilson ! Você tem toda razão nesse artigo , quando se refere aos profissionais da medicina , nós pobres mortais estamos sempre à mercê desses senhores de branco , quando esboçando algum conhecimento sobre o assunto somos rechassados , e quando erram.

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  3. Anônimo27/9/22

    De fato , Wilson a medicina parece ter sido contaminada durante a Pandemia. Todos têm medo de tudo e procuram se precaver através de exames e mais exames. Acabamos por ficar reféns da insegurança generalizada.

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  4. Anônimo3/10/22

    Caro amigo Wilson. A autonomia responsável é essencial em qualquer atividade, para que a mesma possa ser desenvolvida visando o bem do interessado. A medicina tristemente se transformou num mercantilismo abusivo e criminoso. Entendo quando você fala das propinas para as vagas do curso, transformando aproveitadores em medecos. Os bons profissionais existem, mas também ficam à mercê do capitalismo desenfreado. Sorte temos, quando encontramos um verdadeiro profissional da Medicina, com objetivos claros de cura e respeito aos pacientes.

    Do amigo, LUÍS CARVALHO.

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  5. Anônimo17/10/22

    Caro amigo Wilson, lamento essa situação, mas ao mesmo tempo, por falta de conhecimento, não posso opinar quanto ao procedimento médico. Quanto aos médicos, tenho sido bem tratado pelos meus. Sendo eu da área de exatas, não tenho propensão a me aprofundar demais nos temas da área médica. No fundo, para o bem e para o mal, confio na divisão de tarefas que caracteriza nossa sociedade.

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