Em dias hodiernos, devido a
carência de tudo, pronunciam-se em descomunal proporção os Médicos, Medecos e
Medecus. Geralmente, todos eles, quase sem exceção, deixam muito a desejar –
tanto com relação ao conhecimento, quanto ao que se apregoa de conhecimento em
polidez e etiqueta!
A qualquer momento, podem errar por causa
do fragilismo no âmbito cognitivo! Surdem efeitos indesejáveis, recaindo sobre
aqueles mais carentes, e muito – sem dúvidas – não possuem conhecimento para
avaliar os médicos, medecos e medecus.
Esses sujeitos réprobos ostentam um título
de hipócrita de médico, o qual é adquirido através de altas transações de
dinheiro – nessas tais Faculdades Particulares – com anuência cabal do
desonroso MEC – Ministério da Educação e Cultura.
Há pais tão deseducados, abarganhados e
cheios de benesses, que propõem a essas tais faculdades, uma altíssima quantia
em dinheiro, para obter fraudulentamente um tal diploma de “Médico do Erro”,
pois vai aumentar o número de mortos nos hospitais, principalmente os que
estejam ligados ao SUS – Sistema Único de Saúde.
Esses Médicos, Medecos e Medecus
apresentam-se com uma fala delicada para absconditar a imane falta de
conhecimento na tal “área médica”. Parece que estamos cominados pelos deseducados
meios em voga nos cruentos dias hodiernos, cabalmente sobrecarregados dias de
lacrimônias e agruras recrudescentes...
Vamos deixar passar o tempo, e eles, que
se consideram médicos, vão errando aqui e acolá, conduzindo o paciente à morte.
Depois, dizem que era um caso sem jeito! Este fraudulento argumento é para
reconditar as suas irresponsabilidades criminosas!
Os médicos, medecos e medecus
assenhoriam-se de quase tudo. Não respeitam a opinião do paciente, mesmo
sabendo que o cliente é polímata, isto é, portador de instrução variada. Este,
praticamente é o meu caso – o escritos que vos fala – Wilson Cerveira. Além
disso, tenho idade suficiente para ser respeitado, segundo a Ouvidoria e a
Defesa do Idoso, avaliando com cautela, discernimento e sensatez – conforme a
queixa que fora relatada.
Disse para quem me atendeu o seguinte: ‘Há
oito anos submeti-me a uma cirurgia de varizes localizadas nos membros
inferiores, e ostentava este mesmo número de plaquetas ou trombócitos: 78.000!
Por que não posso fazer no presente momento uma postecotmia e uma
hidrocelectomia, sabendo-se que são cirurgias de menor risco?’
O Medeco não aceitou meu argumento, num
desrespeito cabal com relação a minha singularíssima pessoa. Também, dissera
que o anestesiologista não concordava. Eu precisaria de um laudo médico de um
hematologista!...
Desacreditou cabalmente na minha palavra.
Eu passei a ser réu do Medeco. Deu-me alta, antes de providenciar quaisquer
recursos. Até o presente átimo, arrependo-me de ter deixado o quarto do
hospital. Uma vez que sou senescente – sendo amparado por lei – conforme o
regimento da Defensoria Pública. Poderia ter levado dentro do próprio Hospital
ao parecer da Ouvidoria, a qual atende a todos, independentemente dos anos de provectude.
Outrossim, fiz referência ao saudoso
médico Dr. Dario Itapary Nicolau, o qual aprovava essas 78.000 plaquetas. Ele
me dizia assim: ‘Dr. Wilson, esse número de plaquetas não vai lhe prejudicar em
nada’. Com desfaçatez, o medeco foi desabrido ou protervo quando dissera: ‘Mas
ele já morreu...’. Imanou também as minhas palavras, as declinações que fizera
sobre o meu estado de saúde...
Desde o ano passado, venho lutando para
realizar esta cirurgia. Outrossim, ano pretérito havia feito todos os exames,
incluindo o risco cirúrgico. Tudo deu compatível. Fui ao Dr. Dario Itapary
Nicolau, para que ele revisse as 78.000 plaquetas, ele me disse para fazer a
cirurgia, que não iria ocorrer absolutamente nada, como acontecera com a
cirurgia de varizes dos membros inferiores. O medeco do hospital não quis
acreditar na minha palavra. É uma reptação desrespeitosa em gênero, número e
grau.
Ademais, quando estava pronto para fazer a
cirurgia ano passado, fui surpreendido por um derrame! Com as graças de Deus me
recuperei sem que houvesse grandes sequelas! Agora que já estava internado, fui
destratado por um medeco, o qual me deu alta sem nem pensar duas vezes...
Sobranceiramente, em dias hodiernos,
faz-se uma abstrução completa para discernir as verossilhantes ululantes entre
os três prismas! Não se consegue sensatez que equipare a figura do Médico, que
é aquele que procura acertar a patologia agressiva. Os medecos e medecus são
inconfiáveis em todos os aspectos implausíveis. Erram diuturnamente, transferindo
as falhas ao próprio paciente, o qual já vinha, segundo ele, aparatando
comorbidades avassaladoras.
Ninguém confia nesses réprobos
profissionais, cuja mediana cognitiva deixa muito a desejar, já que o
fragilismo do conhecimento médico deixa um lacuna aberrante, incalculável e
adimensional!
Peçamos ao Senhor Jesus Cristo que nos
exima desses péssimos profissionais, uma vez que queremos viver mais um pouco,
orientados pelas graças de Maria Santíssima!
Confiemos em Deus Pai, Deus Filho e Deus
Espírito Santo. Sendo assim, nos afastamos de todos os criminosos erros médicos
nestes dias agrurosos e acrimoniosos do hodierno!...
São Luís, MA, 07 de
setembro de 2022
Wilson Cerveira
Alberto da Silva Raposo
ResponderExcluirBoa noite seu Wilson.
Acabei de ler seu artigo sobre atendimento médico.
Realmente, às vezes a gente fica duvidando do parecer de alguns profissionais dessa área. Infelizmente não podemos prescindir desses serviços em nossa vida.
A ética médica muitas vezes impede que haja punição por erros cometidos por esses profissionais, Infelizmente.
Somos reféns desses profissionais e por isso, todo cuidado é pouco quando formos precisar de algum atendimento.
Desejo saúde pra você e sua família.
Boa noite meu caro amigo Wilson ! Você tem toda razão nesse artigo , quando se refere aos profissionais da medicina , nós pobres mortais estamos sempre à mercê desses senhores de branco , quando esboçando algum conhecimento sobre o assunto somos rechassados , e quando erram.
ResponderExcluirDe fato , Wilson a medicina parece ter sido contaminada durante a Pandemia. Todos têm medo de tudo e procuram se precaver através de exames e mais exames. Acabamos por ficar reféns da insegurança generalizada.
ResponderExcluirCaro amigo Wilson. A autonomia responsável é essencial em qualquer atividade, para que a mesma possa ser desenvolvida visando o bem do interessado. A medicina tristemente se transformou num mercantilismo abusivo e criminoso. Entendo quando você fala das propinas para as vagas do curso, transformando aproveitadores em medecos. Os bons profissionais existem, mas também ficam à mercê do capitalismo desenfreado. Sorte temos, quando encontramos um verdadeiro profissional da Medicina, com objetivos claros de cura e respeito aos pacientes.
ResponderExcluirDo amigo, LUÍS CARVALHO.
Caro amigo Wilson, lamento essa situação, mas ao mesmo tempo, por falta de conhecimento, não posso opinar quanto ao procedimento médico. Quanto aos médicos, tenho sido bem tratado pelos meus. Sendo eu da área de exatas, não tenho propensão a me aprofundar demais nos temas da área médica. No fundo, para o bem e para o mal, confio na divisão de tarefas que caracteriza nossa sociedade.
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