terça-feira, 2 de setembro de 2014

ABRUPTAS MUTABILIDADES REPTANTES

     Z, quando lobrigou os traços fenotípicos do retrato do seu trisavô, afixado na parede, a partir de uma primogênita temporalidade palingenésica, ainda, de modo atônito, ressumava uma etologia especiosa, denotando amplamente a probabilidade de uma possível normoanormalidade. Outrossim, o mesmo Z, sem motivo algum, degenerescia, de modo cretinizante, sem que quisesse perceber a o recrudescimento gradativo do tresvario!... E, após descompensações detectáveis, renega a encalistrada cominação de agrilhoamento...
     Assim sendo, num rasgo elucubrático, surde o ícone do elemento Y, em progressiva cominuição, tendo por fração inusitada a amostragem descaracterizada dessa própria esfinge, acima citada, ostentando os seus prodrômicos psicodélicos...
     Irenilda, mulher de várias etologias implexas e enigmáticas, não responde aos sentimentos de pêsames, a despeito de detectar um transtorno agindo, à sorrelfa, no intrínseco meândrico do seu surpreendente organismo. Essa senhora, em sentido antinômico, redargue ao heteroclitismo etológico dos demais caracteres mutáveis existentes nas demais circunstâncias personativas.
     Hoje, essas criaturas parecem ser as representantes lídimas dos demais paradigmas, num percentual mínimo, estando bem intencionadas, em função do contristamento presencial de uma inopinada palinódia – de um antinomismo insólito – de quem dissera, patologicamente, em data prístina o reverso dos reversos esdruxulantes!
     Também, Arnoldo ficou estupefato quando a porta da livraria se expendeu subitamente, proporcionando o devido ensejo ao cerramento do seu espesso madeirame, precisamente naquele estrito átimo exatorial, em que surdiu o ínterim de adentramento ao salão principal de leitura contendo os mais diversificados livros e enciclopédias. Enfim, para surpresa estarrecedora, deparou-se com o etológico heteróclito...
     Rivaldi, um reminiscente de datas priscas, aderiu ao pensamento que exara a confutação do expungido expenditório da polimatia. E, por sarcasmo, então, dissera o seguinte: “Donairosamente, requesto redarguimento premente”. A frase final não surtira efeito, permanecera na ineficácia crônica da deseducação, pois o desiderato estava naquele interregno, além de quaisquer felações e cunnilingus perpetrantes. A manutenção da imagem tartufa sobrepujava a exuberância secretória, a que fazia confluência na externalidade epidérmica de ambos os fêmures...
    Em plena voga comunicativa algaraviada, implantou-se estarrecidamente uma ad-rogação atrelada ao estágio de soledade esfíngica, provinda de um arquétipo recrudescido quanto ao grau de obsoletismo.
     Hodiernamente, sob os auspícios de uma realidade ignominiosa, ainda se perquire sobre a data natalícia, mesmo se vivendo as agruras de uma realidade ignominiosa, a qual ressuda o desaire de todas as condolências coligidas...
     A maioria, em dias atuais, não tem mais por vezo manter as prístinas amizades, como se fazia nos tempos do Mestre, excelso mestre, denominado de Antanho. Até as frases contendo mensagens e referenciais bíblicos, quando são enviadas em datas especiais para determinadas comunidades; mesmo assim, não são respondidas, dando provas cabais e irrefutáveis de deseducação!...
     Antanho, bastante consternado, inquire o seguinte: “De onde sobreviera o vocábulo que me contristou?” Acredito, de modo incrédulo, que jamais proviera da mesma boca e dos mesmos lábios, os quais me oscularam, me abençoaram e anatematizaram, nas ausências de quaisquer broquéis!...
     Será que ainda sofres suscetibilidades perante os arautos repletos de blandícias da mais acendrada singeleza? Decerto, preferes os reclames dos transtornos, das palavras vituperantes e das atitudes vilipendiantes.
     Por que não dizes o que deveras sentes; e, de modo presumido, recorres aos artifícios das palinódias, digressionando rumos e assertivas prístinas! Partes do regresso, trazendo o reminiscencial de um pretérito longínquo; e, ainda assim, demandas a lobrigação da imagem em bruxuleio.
     Priorizas as ad-rogações dos buçais de Tartufo, como se fosse o fio gerador dos óbices acumulados no decorrer causticante de todas as desabridas antinomias, coligadas no ramerrão acidulante dos distúrbios que, fortuitamente, adentram e eclodem dos mais estrambóticos comportamentos – humanos e inumanos.
     Onde estavas, oh criatura de Deus, que não respondeste ao meu postremeiro arauto?!... É de surpreender o fato de o lídimo sentimento ainda dimanar suscetibilidades diversificadas!..., mesmo estando em uma situação de percuciente latência enigmática em todas as direções e sentidos vetoriais!...
     Mesmo agradecendo, ainda se escuta o estrugido de alguém a deblaterar sucessivas porras consecutivas, como sendo os primordiais indicativos execráveis das contundentes aporrinhações acumulantes...


                        Wilson Cerveira 

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