As variabilidades do
etológico orgânico estão a propender a partir do nível gradacional das
respostas relacionadas aos produtos químicos – no decurso temporal dos seus
respectivos estados assimilatórios, podendo ser lentas, graduais, proporcionais
ou equivalentes a algumas velocidades de reação; ou, até mesmo, ultrapassando
as estremaduras acelerativas dos reagentes que as integralizam cabalmente.
Nesse caso, essas diversas substâncias químicas, tendo por basilamento os
parâmetros – qualitativo e quantitativo --, abrangendo suas específicas
concentrações reacionárias quanto aos limites máximos e mínimos que estejam
apropriados aos mais contundentes e paradoxais comportamentos orgânicos!...
De fato, as estigmatizadoras imagens da
psicossomática dependência promanam dos organismos que sindromiam determinada
carência, conquanto a ciência hodierna – por maior auxílio que tenha auferido
no âmbito dos avanços tecnológicos, ainda enigmatize as disturbiantes causas
relacionadas a essas indefinidas carências; ora de etiologia basilar física,
ora de natureza psíquica, ou, então, coalescendo para os abstrusos meandros do
psicossomatismo cabalístico!...
Porventura, a depender da probabilística,
esses seres tenham seus lídimos etológicos a partir da vida intrauterina, de
onde passam a submeter-se direta e indiretamente do organismo materno, malgrado
o sangue fetal independa do sangue materno.
Há criaturas propendentes ao consumo
exacerbado de drogas lícitas, ilícitas ou por meio de prescrições médicas
acompanhadas de guias, as quais são repassadas pelos clientes aos profissionais
farmacêuticos – técnicos responsáveis --, no que concerne ao arquivamento
desses formulários nos respectivos armários dos estabelecimentos de saúde, estando
esses móveis guarnecidos por cadeados, chaves e demais meios protecionais. E,
então, é uma forma de controle dos produtos químicos sujeitos à retenção, já
que, em detrimento aos efeitos deletérios causados no humano, determinam ainda
uma percuciente dependência psicossomática, recrudescendo com as dosagens a
serem administradas no decorrer de um tempo aparentemente vertiginoso.
Os dependentes digladiam-se, diuturnamente,
e atravessam várias fases – desde a mais eufórica, em que pese aos diferentes
tipos de palindromia, até o fastígio estrugidor dos sindrômicos atinentes ao
etológico delírio-alucinatório.
As fantasmagorias imagéticas proliferam-se
infrenemente, sem que existam sofreamentos necessários aos emergentes
provimentos, abrangendo as causas, os efeitos deletérios e tantas outras
consequências inopinadas.
De fato, as amarras estigmatizantes, sendo
dimanadas – quase todas – da dependência psicossomática, independente da faixa
etária, não estão submissas aos comportamentos compulsivos, com vistas às
dispares gradações (evoluções involuções, progressividades, regressividades) –,
mormente as que estão no limiar do sistema assimilatório orgânico.
Há grupos de viciados que,
inexplicavelmente, reagem de modo heteróclito. Eles não conseguem parar com o
uso da droga, e, geralmente, são excruciados pelos paroxismos palindrômicos da
severa abstinência, porquanto não são cognoscíveis os motivos que os aduziram a
proceder de conformidade com os códigos científicos, e, também, com referência
a leis que preferem preservar cincadas reiterativas, as quais se perpetuam
através de convivências ominosas, impossibilitando quaisquer reações que visem à
devida reabilitação daqueles que travam um árduo duelo bélico entre o seu
organismo e a droga – talvez essa seja a mais lancinante – e com maior número
de efeitos colaterais deletérios. Assim sendo, com o prosseguimento contumaz e
recrudescente, chegar-se-á ao período irremediável e peremptório do fatalismo
de muitas vidas que se degeneresceram ao máximo, provocando hecatômbicos
distúrbios nos interstícios de uma sociedade convalescida!...
Destarte, se as reações resilienciais
oscilassem gradativamente, poderiam deludir os prováveis efeitos abstraídos de
vários narcóticos, mormente os de ação prolongada, ressumando alta concentração
basilar. Alguns organismos – sobremaneira os mais resistentes – suportariam os
riscos – benefícios proporcionados por todos esses medicamentos, provocadores
de reações imprevisíveis!...
Se bem que o cordão umbilical seja o nosso
protótipo ergástulo, representa o meio de imprescindibilidade do feto à
sobrevivência no útero materno; pois, com o seu beneplácito, teremos sempre a
estrutura anatômica adequada, tendo por objetivo a aplicabilidade adutória dos
nutrientes absorvidos pela mãe; e, posteriormente, trasladados para o organismo
fetal.
Infelizmente, não nos libertamos ao
nascer, após a laceração do cordão umbilical; pelo contrario, contraímos uma
dependência maior no exatorial átimo em que edificamos uma masmorréica pirâmide
mamilar – principal fonte sugatória, capaz de mitigar os mais variegados
desideratos, alcançando o somatorial e a psique! Ambos são elementos binomiais
atrelados às percuciências saciatoriais do “ser”, à medida que sinergismos
multidirecionais emanarem de raízes interativas, mantendo o contato com a
trilogia absoluta: nascer, viver e morrer!..., que é o produto representativo
da fundamental essência existencialista, onde o aspecto da sucumbência,
irrestritamente, expunge para sempre os grilhões das estigmatizadoras imagens
da psicossomática dependência!...
Wilson Cerveira
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